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	<title>Arquivos artrite reumatoide - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
	<lastBuildDate>Fri, 21 Aug 2026 12:42:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos artrite reumatoide - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Telemedicina e inteligência artificial ampliam as possibilidades de monitoramento da artrite reumatoide</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 12:42:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Monitorização remota da atividade da doença pode acelerar o controle e a remissão, além de reduzir em cerca de 60% a necessidade de consultas presenciais O acompanhamento da artrite reumatoide (AR) impulsionada pelo avanço da telemedicina, da inteligência artificial e das ferramentas digitais de monitorização remota será um dos destaques no 43º Congresso Brasileiro de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong><em>Monitorização remota da atividade da doença pode acelerar o controle e a remissão, além de reduzir em cerca de 60% a necessidade de consultas presenciais</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O acompanhamento da artrite reumatoide (AR) impulsionada pelo avanço da telemedicina, da inteligência artificial e das ferramentas digitais de monitorização remota será um dos destaques no 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia. O evento, promovido pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e pela Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR), será realizado entre os dias 2 e 5 de setembro, em Curitiba (PR).</p>
<p style="font-weight: 400;">A incorporação dessas tecnologias será discutida na mesa-redonda “Artrite reumatoide: uma nova eRA – IA, telemedicina e monitorização remota da atividade da doença” apresentada pelo reumatologista Dr. André Xenofonte Cartaxo Sampaio, membro da comissão de Centros de Terapia Assistida e diretor da SBR. Segundo o especialista, diferentes estudos clínicos mostram que a utilização da telemedicina associada à monitorização remota por meio de ePROMs (Patient-Reported Outcome Measures eletrônicos) apresentam resultados comparáveis aos do acompanhamento presencial convencional, além de reduzir em cerca de 60% o número de consultas presenciais anuais.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Essas ferramentas permitem que o próprio paciente informe regularmente sintomas, limitações funcionais e outros indicadores relacionados à atividade da doença, fornecendo ao médico dados para acompanhar a evolução da artrite reumatoide de maneira mais contínua”, afirma ele. A estratégia busca estabelecer metas terapêuticas claras e ajustar o tratamento de acordo com a resposta do paciente, favorecer o controle da doença e contribuir para uma remissão mais rápida, especialmente entre pacientes com artrite reumatoide em fase inicial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Apesar dos avanços, a implementação da assistência remota também apresenta desafios. Acesso à tecnologia, literacia digital, integração entre diferentes sistemas e softwares e treinamento das equipes de saúde são alguns dos fatores que precisam ser considerados para que o modelo funcione de maneira eficiente e segura. Outro ponto de atenção é o monitoramento laboratorial de pacientes em tratamento com medicamentos que exigem exames periódicos para avaliação de segurança e que continuam necessitando de monitorização laboratorial regular e rigorosa.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Mais do que substituir a consulta presencial, a proposta da medicina digital é ampliar as possibilidades de acompanhamento. A combinação entre consultas presenciais quando necessárias, monitorização remota, dados relatados pelo próprio paciente e novas ferramentas de inteligência artificial pode tornar o cuidado da artrite reumatoide mais contínuo, participativo e orientado por metas, sem abrir mão da segurança clínica”, completa Dr. André Xenofonte.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Congresso Brasileiro de Reumatologia é o principal evento científico da especialidade no país e reúne médicos, pesquisadores e profissionais da saúde para discutir inovação, diagnóstico, tratamento, políticas públicas e novas perspectivas no cuidado das doenças reumáticas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong><strong>Doenças reumáticas no Brasil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Estima-se que as doenças reumáticas já afetam mais de 15 milhões de brasileiros. Em geral, provocam muitas dores nos pacientes e representam uma das maiores causas de afastamento do trabalho e de aposentadorias por invalidez. Entre as principais doenças reumáticas estão Artrite Reumatoide, Osteoartrite/Artrose, Espondiloartrites, Artrite Psoriásica, Lombalgia, Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), Fibromialgia, Osteoporose, Gota, Febre Reumática, Vasculites, Doença de Sjögren, Doença de Behçet e Esclerose Sistêmica (ES). Muitas dessas condições estão entre as maiores causas de dor crônica, incapacidade funcional, afastamento do trabalho e perda de qualidade de vida.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Serviço</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>43º Congresso Brasileiro de Reumatologia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data: 2 a 5 de setembro de 2026</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Local: Via Soft (Universidade Positivo)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 / Cidade Industrial de Curitiba &#8211; Curitiba (PR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Confira a programação completa no site:  </strong><a href="https://sbr2026.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://sbr2026.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1787401683764000&amp;usg=AOvVaw1c0Rdg8z8LZyGlWexe_Z4j"><strong>https://sbr2026.com.br/</strong></a><strong> .</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>@sociedadereumatologia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>@reumatologinsta</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) é uma associação civil científica de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 15 de julho de 1949, na cidade do Rio de Janeiro, pelos médicos Herrera Ramos, Waldemar Bianchi, Pedro Nava, Israel Bonomo, Décio Olinto e outros, tendo mantido desde então sua tradição científica, acompanhando e promovendo o desenvolvimento da especialidade no Brasil e com um importante papel também internacional, especialmente entre os países da América Latina. Filiada à Associação Médica Brasileira, conta em torno de 2 mil associados, congrega 26 sociedades regionais estaduais, assessorias e comissões científicas e representações em associações nacionais e internacionais e junto ao Ministério da Saúde.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Mais informações para a imprensa:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assessoria de Comunicação | Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Jô Ribeiro | (11) 97625-2858 | </strong><a href="mailto:jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br">jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br</a></p>
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		<title>Dia Mundial da Artrite Reumatoide: Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) alerta: diagnóstico precoce e tratamento adequado podem permitir qualidade e vida produtiva</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/dia-mundial-da-artrite-reumatoide-sociedade-brasileira-de-reumatologia-sbr-alerta-diagnostico-precoce-e-tratamento-adequado-podem-permitir-qualidade-e-vida-produtiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensasbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2019 23:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;O alerta vale para todas as doenças reumáticas &#160;e a SBR recomenda que, na presença dos sintomas, o paciente procure um reumatologista Neste sábado, 12 de outubro, é celebrado o Dia Mundial da Artrite Reumatoide, criado para chamar a atenção da população sobre esta doença de natureza inflamatória, crônica e progressiva, que acomete cerca de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align:center"><em>&nbsp;O alerta vale para todas as doenças reumáticas &nbsp;e a SBR recomenda que, na presença dos sintomas, o paciente procure um reumatologista</em></p>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignleft"><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2019/10/iStock-636685696-150x150.jpg" alt="" class="wp-image-11900" srcset="https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2019/10/iStock-636685696-150x150.jpg 150w, https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2019/10/iStock-636685696-300x300.jpg 300w, https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2019/10/iStock-636685696-200x200.jpg 200w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption>.</figcaption></figure></div>



<p>Neste sábado, 12 de outubro, é celebrado o Dia Mundial da Artrite Reumatoide, criado para chamar a atenção da população sobre esta doença de natureza inflamatória, crônica e progressiva, que acomete cerca de dois milhões de brasileiros, em especial mulheres. Se não tratada, a doença pode provocar dor, rigidez e inchaço nas articulações, deformidade nos pés e mãos e desgaste nas cartilagens e nos ossos. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem fazer a diferença para uma vida com qualidade e produtiva. </p>



<p>“Muitas das doenças reumáticas podem ser controladas de forma eficaz, com uma intervenção precoce, para minimizar sintomas, diminuir a progressão da doença – quanto mais cedo o diagnóstico, menor o dano articular.  Atrasos no tratamento podem levar a incapacidade significativa, incluindo danos irreversíveis nas juntas, tecidos e órgãos, como diminuição na expectativa de vida”, informa o presidente da SBR, Dr. José Roberto Provenza. </p>



<p><strong>Causas e sintomas&nbsp;–&nbsp;</strong>As causas&nbsp;da artrite reumatoide não são são totalmente conhecidas, mas acredita-se que &nbsp;fatores genéticos e ambientais podem desempenhar papel importante em seu surgimento. &nbsp;Atinge&nbsp;mais mulheres do que homens e geralmente&nbsp;é diagnosticada por volta dos 40 anos, quando a/o paciente está no auge de sua fase produtiva. A <em>AR</em> &nbsp;pode impor várias limitações para prática de atividades diárias. &nbsp;</p>



<p>Os sintomas mais comuns incluem dor e inchaço nas juntas, começando, geralmente, pelas pequenas articulações das mãos e pés. Com o passar do tempo, pode&nbsp;acometer &nbsp;as articulações maiores, de joelhos, quadris, tornozelos. Considerada doença sistêmica, pode afetar outros órgãos, incluindo coração, pulmão, pele e os vasos sanguíneos.&nbsp;</p>



<p>Embora não tenha cura, a artrite reumatoide tem tratamento e pode ser controlada (com minimização e remissão dos sintomas), por meio de medicamentos de uso contínuo, que reduzem a atividade inflamatória característica da doença..&nbsp; O tratamento medicamentoso pode ser complementado por dieta nutricional equilibrada, exercícios físicos e fisioterapia. &nbsp;</p>



<p>Em caso de dúvida, converse com um reumatologista.&nbsp;Para mais informações e os especialistas em todas as regiões brasileiras, este site oferece a ferramenta <em>Procure um Reumatologista</em>, por cidade e Estado. E saiba mais, com nossas cartilhas e animação sobre assunto.</p>
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		<title>Resolução CFM que define ozonioterapia como prática experimental no País é publicada no Diário Oficial</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/resolucao-cfm-que-define-ozonioterapia-como-pratica-experimental-no-pais-e-publicada-no-diario-oficial/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 11 Jul 2018 18:48:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A edição do Diário Oficial de 10 de julho de 2018 publicou a Resolução CFM nº 2.181/2018, que define a ozonioterapia como um procedimento que pode ser realizado apenas em caráter experimental. A entrada em vigor dessa Resolução reforça a proibição aos médicos de prescreverem procedimentos desse tipo fora dos padrões estabelecidos pelo CFM. A&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A edição do Diário Oficial de 10 de julho de 2018 publicou a Resolução CFM nº 2.181/2018, que define a ozonioterapia como um procedimento que pode ser realizado apenas em caráter experimental.</p>
<p>A entrada em vigor dessa Resolução reforça a proibição aos médicos de prescreverem procedimentos desse tipo fora dos padrões estabelecidos pelo CFM. A decisão veio após a análise de uma série de estudos e trabalhos científicos sobre o tema. A ozonioterapia é uma técnica que utiliza a aplicação de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio, por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica.</p>
<p>Em dezembro do ano passado, um grupo de 55 entidades médicas e científicas – dentre elas, a SBR &#8211; divulgou uma nota pública onde critica a tramitação de um projeto de lei no Congresso Nacional que autoriza a prescrição da ozonioterapia como tratamento médico de caráter complementar em todo o território nacional. Saiba mais em: <a href="http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=27716:2018-07-09-15-34-31&amp;catid=3">http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=27716:2018-07-09-15-34-31&amp;catid=3</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/resolucao-cfm-que-define-ozonioterapia-como-pratica-experimental-no-pais-e-publicada-no-diario-oficial/">Resolução CFM que define ozonioterapia como prática experimental no País é publicada no Diário Oficial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
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		<title>O Olhar do Paciente</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/o-olhar-do-paciente/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 16 May 2018 13:59:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Gruparj Petrópolis lança pesquisa online &#8220;O Olhar do Paciente&#8221;, aberta a todos pacientes, acima de 18 anos, previamente diagnosticados com alguma doença reumática e residentes no Brasil. A pesquisa se propõe a ser a mais completa e ampla sobre a jornada de pacientes reumáticos. Apoio dos grupos Arur Uberlândia E Região, Grupal &#8211; Grupo de Pacientes Artríticos de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gruparj Petrópolis lança pesquisa online &#8220;O Olhar do Paciente&#8221;, aberta a todos pacientes, acima de 18 anos, previamente diagnosticados com alguma doença reumática e residentes no Brasil. A pesquisa se propõe a ser a mais completa e ampla sobre a jornada de pacientes reumáticos. Apoio dos grupos Arur Uberlândia E Região, Grupal &#8211; Grupo de Pacientes Artríticos de Porto Alegre e Psoríase Brasil. Para saber mais e participar da pesquisa, acesse <a href="http://www.gruparjpetropolis.com/pesquisa">http://www.gruparjpetropolis.com/pesquisa</a></p>
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		<title>Esclarecimento aos associados da SBR</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/esclarecimento-aos-associados-da-sbr/</link>
		
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		<pubDate>Sat, 24 Feb 2018 09:16:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cientes da preocupação gerada pelas repercussões da Nota Técnica N° 17/2018 &#8211; DAF/SCTIE/Ministério da Saúde, referente a informações sobre a execução do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Artrite Reumatoide, asseguramos que estamos atentos e atuantes, com questionamentos em defesa de nossa especialidade e sempre buscando o melhor também para os nossos pacientes. Reuniões de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cientes da preocupação gerada pelas repercussões da Nota Técnica N° 17/2018 &#8211; DAF/SCTIE/Ministério da Saúde, referente a informações sobre a execução do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Artrite Reumatoide, asseguramos que estamos atentos e atuantes, com questionamentos em defesa de nossa especialidade e sempre buscando o melhor também para os nossos pacientes. Reuniões de gestão junto aos órgãos governamentais vem acontecendo e estamos discutindo e solicitando esclarecimentos. Para outros detalhes, veja correspondência enviada ao Diretor do DAF/SCTIE/MS, em 16 de fevereiro último e ainda não respondida. Paralelamente, estamos elaborando um posicionamento oficial a ser divulgado com a maior brevidade. Leia a íntegra da carta <a href="https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2018/02/NT-nº-172018-DAF-SCTIE-MS-2-1.pdf">aqui.</a></p>
<p>Diretoria Executiva da Sociedade Brasileira de Reumatologia</p>
<p>São Paulo, 23 de fevereiro de 2018.</p>
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		<title>SBR divulga posicionamento sobre PCDT para artrite reumatoide</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/sbr-divulga-posicionamento-sobre-pcdt-para-artrite-reumatoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensasbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jan 2018 12:35:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em carta dirigida às autoridades de saúde, a SBR divulgou seu posicionamento sobre o PCDT (Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas) para Artrite Reumatoide (AR), recentemente divulgado pelo Ministério da Saúde.  Nesta carta, a SBR ratifica os termos gerais deste PCDT e reforça a importância da autonomia do profissional de saúde em sua prescrição, lembrando que&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/sbr-divulga-posicionamento-sobre-pcdt-para-artrite-reumatoide/">SBR divulga posicionamento sobre PCDT para artrite reumatoide</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em carta dirigida às autoridades de saúde, a SBR divulgou seu posicionamento sobre o PCDT (<em>Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas</em>) para Artrite Reumatoide (AR), recentemente divulgado pelo Ministério da Saúde.  Nesta carta, a SBR ratifica os termos gerais deste PCDT e reforça a importância da autonomia do profissional de saúde em sua prescrição, lembrando que “a substituição automática da prescrição não é, em qualquer cenário, opção possível ou aceitável”.  A carta é assinada pelo presidente da SBR, Dr. Georges Christopoulos, pelo seu diretor científico, Dr. José Tupinambá, e pela presidente da Comissão de AR, Dra. Lícia Mota.  Para conhecer a íntegra deste posicionamento, clique aqui:</p>
<p><a href="https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2018/01/Posicionamento-PCDT.pdf">Posicionamento PCDT</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/sbr-divulga-posicionamento-sobre-pcdt-para-artrite-reumatoide/">SBR divulga posicionamento sobre PCDT para artrite reumatoide</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
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		<title>Artrite Reumatoide</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/artrite-reumatoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2017 13:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença inflamatória crônica que pode afetar várias articulações e com causa ainda desconhecida</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>[Download não encontrado.]</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assista o vídeo e confira mais informações sobre Atrite Reumatoide:</strong></p>
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<p><span itemprop="video" itemscope itemtype="http://schema.org/VideoObject"><meta itemprop="embedUrl" content="https://www.youtube.com/embed/XkH5GD6yvok"><meta itemprop="name" content="Saiba mais sobre Artrite Reumatoide"><meta itemprop="description" content="Você sabe o que é Artrite Reumatoide? Doença inflamatória crônica que pode afetar várias articulações e com causa ainda desconhecida. Quer saber mais? Acesse o site da Sociedade Brasileira de Reumatologia: https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/artrite-reumatoide/"><meta itemprop="thumbnailUrl" content="https://i.ytimg.com/vi/XkH5GD6yvok/0.jpg"><meta itemprop="duration" content="PT3M6S"><meta itemprop="uploadDate" content="2019-08-08T15:48:44Z"></span></p>
<h3>O que é?</h3>
<p>A Artrite Reumatóide (AR) é uma doença inflamatória crônica que pode afetar várias articulações. A causa é desconhecida e acomete as mulheres duas vezes mais do que os homens. Inicia-se geralmente entre 30 e 40 anos e sua incidência aumenta com a idade.</p>
<h3>Quais são os sintomas?</h3>
<p>Os sintomas mais comuns são os da artrite (dor, edema, calor e vermelhidão) em qualquer articulação do corpo sobretudo mãos e punhos. O comprometimento da coluna lombar e dorsal é raro mas a coluna cervical é frequentemente envolvida. As articulações inflamadas provocam rigidez matinal, fadiga e com a progressão da doença, há destruição da cartilagem articular e os pacientes podem desenvolver deformidades e incapacidade para realização de suas atividades tanto de vida diária como profissional. As deformidades mais comuns ocorrem em articulações periféricas como os dedos em pescoço de cisne, dedos em botoeira, desvio ulnar e hálux valgo (joanete).</p>
<h3>Além das articulações outros podem ser acometidos?</h3>
<p>Sim, porém menos comumente outros órgãos ou tecidos como a pele, unhas, músculos, rins, coração, pulmão, sistema nervoso, olhos e sangue podem apresentar alterações. A chamada Síndrome de Felty (aumento do baço, dos gânglios linfáticos e queda dos glóbulos brancos em paciente com a forma crônica da AR) também pode ocorrer.</p>
<h3>Como é feito o diagnóstico?</h3>
<p>Segundo o Colégio Americano de Reumatologia, o diagnóstico de artrite reumatóide é feito quando pelo menos 4 dos seguintes critérios estão presentes por pelo menos 6 semanas:</p>
<ul>
<li>Rigidez articular matinal durando pelo menos 1 hora</li>
<li>Artrite em pelo menos três áreas articulares</li>
<li>Artrite de articulações das mãos: punhos, interfalangeanas proximais (articulação do meio dos dedos) e metacarpofalangeanas (entre os dedos e mão)</li>
<li>Artrite simétrica (por exemplo no punho esquerdo e no direito)</li>
<li>Presença de nódulos reumatóides</li>
<li>Presença de Fator Reumatóide no sangue</li>
<li>Alterações radiográficas: erosões articulares ou descalcificações localizadas em radiografias de mãos e punhos.</li>
</ul>
<p>O diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento são fundamentais para o controle da atividade da doença, prevenção da incapacidade funcional e lesão articular e o retorno ao estilo de vida normal do paciente o mais rapidamente possível.</p>
<h3>Quais os exames devem ser feitos?</h3>
<p>Apenas o médico especialista pode avaliar quais exames devem ser solicitados a cada paciente. Na avaliação laboratorial o fator reumatóide pode ser encontrado em cerca de 75% dos casos já no início da doença. Anticorpos contra filagrina/profilagrina e anticorpos contra peptídio citrulinado cíclico (PCC) são encontrados nas fases mais precoces da doença mas apresentam um custo maior. As provas de atividade inflamatória como o VHS e a proteína C reativa correlacionam-se com a atividade da doença. Exames de imagem como radiografias, ultrassonografias, tomografias, ressonância, etc podem ser solicitados pelo médico reumatologista após a avaliação de cada quadro clínico individualmente.</p>
<h3>Como é o tratamento?</h3>
<p>O tratamento medicamentoso vai variar de acordo com o estágio da doença, sua atividade e gravidade, devendo ser mais agressivo quanto mais agressiva for a doença. Os antiinflamatórios são a base do tratamento seguidos de corticóides para as fases agudas e drogas modificadoras do curso da doença, a maior parte delas imunossupressoras. Mais recentemente os agentes imunobiológicos passaram a compor as opções terapêuticas. O tratamento com antiinflamatórios deve ser mantido enquanto se observar sinais inflamatórios ou o paciente apresentar dores articulares. O uso de drogas modificadoras do curso da doença deve ser mantido indefinidamente. O tratamento medicamentoso é sempre individualizado e modificado conforme a resposta de cada doente. Em alguns pacientes há indicação de tratamento cirúrgico, dentre eles cita-se a sinovectomia para sinovite persistente e resistente ao tratamento conservador, artrodese, artroplastias totais, etc.</p>
<p>Fisioterapia e terapia ocupacional contribuem para que o paciente possa continuar a exercer as atividades da vida diária. A proteção articular deve garantir o fortalecimento da musculatura periarticular e adequado programa de flexibilidade, evitando o excesso de movimento.  O condicionamento físico, envolvendo atividade aeróbica, exercícios resistidos, alongamento e relaxamento, deve ser estimulado observando-se os critérios de tolerância de cada paciente.</p>
<h3>E o acompanhamento médico?</h3>
<p>Na artrite reumatóide, assim como em várias outras doenças reumáticas crônicas, o seguimento pelo médico reumatologista é imprescindível e deve ser contínuo. Os intervalos entre as consultas variam de paciente para paciente. Em alguns casos avaliações mensais são necessárias enquanto em outros casos, com doenças de menor gravidade ou controladas, intervalos maiores entre as consultas podem ser estabelecidos.  Exames de acompanhamento são feitos com freqüência para avaliar a atividade da doença e efeitos colaterais das medicações. Apenas o médico pode diminuir ou aumentar a dose das medicações, modificar o tratamento quando necessário ou indicar a terapia de reabilitação mais adequada a cada caso.</p>
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		<title>Novas Diretrizes de Tratamento de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/novas-diretrizes-de-tratamento-de-artrite-reumatoide-da-sociedade-brasileira-de-reumatologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 14:57:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[AR]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[autoimune]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes]]></category>
		<category><![CDATA[inflamatória]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A AR atinge cerca de 1% da população, com predominância em mulheres, entre 30 e 50 anos de idade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Sociedade Brasileira de Reumatologia</strong> (SBR) anunciou, no último dia 14 de setembro, em mesa redonda, durante o 34º Congresso Brasileiro de Reumatologia, as <strong>novas Diretrizes de Tratamento para Artrite Reumatoide (AR)</strong>, que inclui princípios básicos de conduta e atualiza o arsenal terapêutico, tendo em vista o controle intensivo da doença, considerando eficácia, segurança e custo.  Participaram da mesa redonda Dr. Georges Cristopoulos, presidente da SBR, Dra. Licia da Mota, coordenadora da comissão da AR da entidade, e Emmanuel de Oliveira Carneiro, da Cordenação Geral do Componente Especializado de Assistência Farmacêutica, que debateu o desafio financeiro da AR e seus custos diretos.</p>
<p>&#8220;O propósito deste documento foi o de estabelecer diretrizes consensuais para o tratamento da AR no Brasil e embasar os reumatologistas brasileiros com as evidências obtidas na literatura médica e da experiência de uma comissão deespecialistas no assunto, considerando o contexto sócio-econômico brasileiro e mantendo a autonomia do médico na indicação eescolha das alternativas terapêuticas disponíveis&#8221;, afirma Dr. Georges Christopoulos, presidente da SBR.</p>
<p>A artrite reumatoide é uma doença sistêmica, inflamatória, autoimune, que se caracteriza principalmente pelo comprometimento da membrana que recobre as articulações; no curso da doença, se não diagnosticada e tratada adequadamente, pode levar à incapacitação física. &#8220;As últimas décadas trouxeram incremento substancial do arsenal terapêutico para o seu tratamento,  tanto em razão do grande avanço no conhecimento dos  mecanismos da doença, do desenvolvimento de novas classes de medicamentos e da implantação de estratégias de tratamento e acompanhamento dos pacientes, quanto do controle intensivo da doença e a intervenção na fase inicial dos sintomas&#8221;, afirma Dra Licia da Mota, coordenadora da Comissão de AR, da SBR, que liderou este projeto.</p>
<p>Durante a mesa-redonda, Emmanuel Carneiro, de Atenção Especializada à Saúde, do Ministério da Saúde, afirmou que “tecnicamente, sabemos que o paciente que está estável e apresenta boa resposta a um determinado tratamento deve continuar nesse tratamento e qualquer mudança deve ser compartilhada com seu médico&#8221;.</p>
<p>A Sociedade  Brasileira de Reumatologia espera fazer parte da Câmara de Especialidades do Ministério da Saúde,  conforme convite feito pelo Ministro da Saúde, Ricardo Barros, em junho último.</p>
<h3>Novas Diretrizes<strong><br />
</strong></h3>
<p>O novo documento com recomendações para o tratamento inclui princípios básicos de conduta e abordagem terapêutica, conforme o histórico clínico do paciente, a gravidade da doença e sustentabilidade do tratamento.   Pelas estas novas diretrizes de tratamento da Sociedade Brasileira de Reumatologia, o arsenal terapêutico inclui como abordagem inicial:</p>
<ul>
<li>uso de medicamentos modificadores do curso da doença MMCD sintéticos convencionais,  sendo o metotrexato de primeira escolha;</li>
<li>medicamentos biológicos (oito opções disponíveis) devem ser adotados quando o paciente não responder ao tratamento inicial (podem ser usados como monoterapia, ou em associação com MTX, sempre considerando a meta de tratamento, o perfil clínico de cada paciente e o grau de atividade da doença).</li>
<li>As novas recomendações de tratamento da SBR incluem uma novo medicamento de uma nova classe, inibidor de JAK, uma proteína que tem papel fundamental no desenvolvimento da AR, que pode ser usado após falha a medicamentos sintéticos convencionais ou biológicos.</li>
</ul>
<p>Além da abordagem de tratamento, as diretrizes de tratamento da SBR estabelecem os seguintes principios básicos:</p>
<ul>
<li><strong>O tratamento do paciente com AR deve, preferencialmente, ter uma abordagem multidisciplinar, coordenada por um reumatologista.<br />
</strong></li>
<li><strong>O tratamento do paciente com AR deve incluir orientações sobre hábitos de vida, controle rigoroso das comorbidades e atualização do cartão de vacinas</strong></li>
<li><strong>O tratamento do paciente com AR deve ser baseado em decisões compartilhadas entre médico e paciente, </strong><strong>após os esclarecimentos sobre a sua enfermidade e opções terapêuticas disponíveis.</strong></li>
<li><strong>A meta do tratamento do paciente com AR é o estado persistente de remissão clínica ou, quando não for possível, a baixa atividade da doença.</strong></li>
</ul>
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		<title>Depressão e ansiedade podem atingir quem tem artrite reumatoide</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/depressao-e-ansiedade-podem-atingir-quem-tem-artrite-reumatoide-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 16:27:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://reumatologia.com.br/www/?p=1702</guid>

					<description><![CDATA[<p>A coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da SBR, a reumatologista Licia Maria Henrique da Mota, explica porque os dois males fazem parte do cotidiano de muitos pacientes com AR.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reportagem do jornal <em>Folha de Londrina</em> enfoca a artrite reumatoide e salienta que um em cada três pacientes que sofrem com a doença são atingidos por depressão e ansiedade. Segundo o texto, um artigo recente, publicado no <em>Arthritis Care &amp; Research,</em> diz que 1/3 dos adultos americanos com artrite, com mais de 45 anos de idade, relata ter ansiedade ou depressão. O trabalho destaca que a ansiedade é quase duas vezes mais comum que a depressão entre os pacientes artríticos.</p>
<p>Antes de falar especificamente sobre o tema, é interessante esclarecer o que é artrite reumatoide e as diferenças em relação à osteoartrite. Quem explica é a coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da SBR, a reumatologista Licia Maria Henrique da Mota. Segundo ela, artrite, ou  artrite reumatoide (AR) é uma doença crônica, inflamatória, cuja principal característica é a inflamação das articulações (juntas), embora outros órgãos também possam estar comprometidos. “A AR é uma doença auto-imune, ou seja, é uma condição em que o sistema imunológico, que normalmente defende o nosso corpo de infecções (vírus e bactérias), passa a atacar próprio organismo (no caso, o tecido que envolve as articulações, conhecido como sinóvia)”, explica Licia, ressaltando que a inflamação persistente das articulações, se não tratada de forma adequada, pode levar à destruição das juntas, o que ocasiona deformidades e limitações para o trabalho e para as atividades da vida diária. “O tratamento adequado e precoce pode prevenir a ocorrência de deformidades e melhorar a qualidade de vida de quem tem a doença”, diz Licia..</p>
<p>Já a osteoartrite, esclarece a reumatologista, também chamada de artrose ou osteoartrose, é uma doença que se caracteriza principalmente pela degeneração (desgaste) das cartilagens que protegem os ossos, embora também exista um componente de inflamação. “É uma doença osteoarticular muito comum, e sua frequência aumenta com o envelhecimento da população.”</p>
<p>Referindo-se especificamente à presença de ansiedade e depressão em quem sofre de AR, Licia explica que isso acontece porque se trata de uma doença que leva a vários graus de incapacidade e tem um profundo impacto sobre os aspectos sociais, econômicos e psicológicos da vida do paciente. “Pacientes com AR apresentam uma prevalência de transtornos depressivos e ansiosos acima da média habitualmente encontrada na população em geral, variando de 13% a 47%, segundo diversos estudos”, diz Licia, explicando que essa grande diferença provavelmente se deve à variedade das populações estudadas e também ao uso de questionários diferentes para determinação da presença de sintomas depressivos.</p>
<p>“Na Universidade de Brasília, nós temos um ambulatório específico de acompanhamento de pacientes com AR em sua fase inicial (menos de um ano de doenças), a Coorte Brasília de AR inicial”, diz Licia, e o estudo do comportamento desses pacientes gera uma série de informações inéditas sobre a doença no Brasil e assim se conseguiu observar, por exemplo, que 13,8% dos pacientes do ambulatório apresentam diagnóstico de depressão e cerca de 15% de transtorno de ansiedade. “O motivo exato dessa associação não é conhecido, mas é possível que o medo, a angústia do diagnóstico e a limitação ocasionadas pela doença possam influenciar profundamente a presença de sintomas de tristeza e desmotivação”, diz Licia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Tratamento das questões emocionais  </strong></p>
<p>Diante disso, a reumatologista salienta que a assistência adequada a pacientes com AR inclui, necessariamente, a avaliação de aspectos outros que não simplesmente a da dor e da limitação física: “O reumatologista, em sua avaliação e proposta de tratamento do paciente, deve sempre considerar, além dos problemas físicos, as questões emocionais, o impacto da dor crônica, da baixa autoestima, da fadiga  e da disfunção sexual que a doença pode causar”. Para tanto, o tratamento dessas condições deve incluir a boa relação médico-paciente, a orientação adequada quanto ao tratamento da doença, o estímulo à prática de atividade física, e, quando necessário, o uso de medicações antidepressivas e ansiolíticas (para reduzir a ansiedade). O apoio de um psicólogo ou psiquiatra algumas vezes também se faz necessário, salienta Licia.</p>
<p>Segundo ela, é importante ainda ressaltar que, tendo em vista que a presença de depressão e/ou ansiedade é determinante de redução de qualidade de vida, questões que abordam estes aspectos merecem estar entre os parâmetros que avaliam o curso da artrite.  “Há necessidade de mais estudos que avaliem a extensão da depressão e ansiedade, para que possam ser oferecidas alternativas terapêuticas que melhorem não somente a saúde física, mas também a qualidade de vida do paciente”, salienta.</p>
<p>Quanto ao estudo publicado no Arthritis Care &amp; Research, Licia diz que, embora seja muito importante pela informação que traz, não é o primeiro a avaliar depressão e ansiedade em pacientes com AR: “Em nossa Coorte Brasília de AR inicial, encontramos sintomas depressivos e/ou quadro compatível com ansiedade em até 15% dos pacientes, o que gera considerável redução na qualidade de vida, além de repercussão no manejo da AR”, ressalta.</p>
<p>Licia cita ainda um estudo de Scott com outros autores, que sugeriu que, pelo menos em parte, a dor dos pacientes com AR inicial esteja relacionada à depressão. Outro estudo, de autoria de Sharpe e mais pesquisadores, investigou essa relação em 22 pacientes com AR inicial e encontrou que a dor estava associada com a depressão, além do nível de incapacidade na avaliação inicial, crenças sobre a consequência da artrite, além de estratégias de manejo da dor. “Os pacientes do estudo de Sharpe evoluíram com piora significativa da depressão ao longo do tempo. Na avaliação inicial, apenas 15% preencheu critérios de ‘possível depressão’ e, após 15 meses de acompanhamento, 40% dos casos foram classificados como deprimidos, caindo para 35% após 21 meses”.</p>
<p>No estudo da Universidade de Brasília, diz Licia, foi feita a pesquisa sistemática sobre a presença de sintomas depressivos apenas na avaliação inicial, “de forma que não pudemos avaliar a evolução dos sintomas depressivos, ou suas possíveis correlações, ao longo do tempo”, ressalta.</p>
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		<title>Eu tenho artrite reumatóide. E agora?</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/eu-tenho-artrite-reumatoide-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2016 02:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações ao Paciente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://reumatologia.org.br/www/?p=1301</guid>

					<description><![CDATA[<p>Autoria: Licia Maria Henrique da Mota 25/04/2011 Você procurou o médico queixando-se de dor e inchaço nas articulações, dificuldade de movimentar as juntas ao acordar pela manhã ou após períodos de repouso durante o dia. O médico lhe examinou, detectou que as articulações estavam realmente inflamadas, solicitou alguns exames, e, após isso, informou-lhe: você tem&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoria: Licia Maria Henrique da Mota<br />
25/04/2011</p>
<p>Você procurou o médico queixando-se de dor e inchaço nas articulações, dificuldade de movimentar as juntas ao acordar pela manhã ou após períodos de repouso durante o dia. O médico lhe examinou, detectou que as articulações estavam realmente inflamadas, solicitou alguns exames, e, após isso, informou-lhe: você tem uma doença chamada artrite reumatóide.</p>
<p>Nesse momento, várias dúvidas podem lhe ocorrer: “Eu tenho artrite reumatoide, e agora? O que é essa doença? Vou ficar deformado (a)? Por que eu desenvolvi esse tipo de artrite? Qual a causa? Tem cura? Vou morrer por causa da artrite? Como é o tratamento? Por quanto tempo vou precisar tomar remédios? Há alguma terapia “natural” ou “alternativa” para a doença? Há algum tipo de alimentação que cause ou piore a artrite? Posso trabalhar normalmente? Posso ter filhos? Meus filhos também vão desenvolver artrite reumatoide? Posso fazer exercícios físicos? Posso tomar vacinas? Minha vida vai mudar por causa da doença?”</p>
<p>As dúvidas e incertezas são frequentes ao se receber o diagnóstico de uma doença crônica como a artrite reumatóide. A educação do paciente e de seus familiares é de grande importância para o resultado do tratamento.</p>
<p>É essencial orientar o paciente quanto à natureza crônica do processo inflamatório, à necessidade de tratamento adequado e de re-avaliações frequentes do estado de atividade da doença. A informação de qualidade tranquiliza o paciente e sua família, melhora o vínculo médico-paciente e aumenta a adesão à terapêutica instituída.</p>
<p>Há que se considerar, além da orientação pelo contato direto com o médico ou outro profissional da saúde, a obtenção de conhecimento via internet. Deve-se sugerir para o pacientes fontes de boa qualidade, evitando assim o acesso à informação inadequada ou prejudicial.</p>
<p>A decisão compartilhada quanto ao tratamento deve ser estimulada – isso é, se o paciente tiver informação suficiente sobre a doença, ele terá condições de discutir com seu médico sobre as melhores opções terapêuticas.</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Reumatologia, através da Comissão de Artrite Reumatoide, disponibiliza para os pacientes e seus familiares, em seu website, uma série de textos sobre a artrite reumatoide, incluindo informações sobre diagnóstico, tratamento e acompanhamento.</p>
<p>Os textos a seguir têm a finalidade de responder algumas das frequentes questões anteriormente apresentadas, em linguagem fácil, direta e acessível. Foram escritos por médicos especializados no assunto, reumatologistas com grande experiência no diagnóstico e tratamento da artrite reumatoide. A melhor informação, contudo, provém do médico que acompanha cada caso – ele conhece as particularidades de seu paciente e do comportamento da doença naquela situação.</p>
<p>“Eu tenho artrite reumatoide – e agora?” A artrite reumatoide é uma doença crônica e potencialmente deformante, mas, com diagnóstico precoce e tratamento adequado, grande parte das deformidades e limitações decorrentes dessa condição podem ser evitadas.Esperamos com essa iniciativa informar de maneira adequada e dirimir, ao menos em parte, as dúvidas daqueles que recebem o diagnóstico dessa doença.<br />
Licia Maria Henrique da Mota<br />
Coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia</p>
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