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	<title>Arquivos artrite - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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	<title>Arquivos artrite - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Resolução CFM que define ozonioterapia como prática experimental no País é publicada no Diário Oficial</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/resolucao-cfm-que-define-ozonioterapia-como-pratica-experimental-no-pais-e-publicada-no-diario-oficial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensasbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2018 18:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
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		<category><![CDATA[Doenças Reumáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição do Diário Oficial de 10 de julho de 2018 publicou a Resolução CFM nº 2.181/2018, que define a ozonioterapia como um procedimento que pode ser realizado apenas em caráter experimental. A entrada em vigor dessa Resolução reforça a proibição aos médicos de prescreverem procedimentos desse tipo fora dos padrões estabelecidos pelo CFM. A&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A edição do Diário Oficial de 10 de julho de 2018 publicou a Resolução CFM nº 2.181/2018, que define a ozonioterapia como um procedimento que pode ser realizado apenas em caráter experimental.</p>
<p>A entrada em vigor dessa Resolução reforça a proibição aos médicos de prescreverem procedimentos desse tipo fora dos padrões estabelecidos pelo CFM. A decisão veio após a análise de uma série de estudos e trabalhos científicos sobre o tema. A ozonioterapia é uma técnica que utiliza a aplicação de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio, por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica.</p>
<p>Em dezembro do ano passado, um grupo de 55 entidades médicas e científicas – dentre elas, a SBR &#8211; divulgou uma nota pública onde critica a tramitação de um projeto de lei no Congresso Nacional que autoriza a prescrição da ozonioterapia como tratamento médico de caráter complementar em todo o território nacional. Saiba mais em: <a href="http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=27716:2018-07-09-15-34-31&amp;catid=3">http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=27716:2018-07-09-15-34-31&amp;catid=3</a></p>
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		<title>O Olhar do Paciente</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/o-olhar-do-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensasbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2018 13:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gruparj Petrópolis lança pesquisa online &#8220;O Olhar do Paciente&#8221;, aberta a todos pacientes, acima de 18 anos, previamente diagnosticados com alguma doença reumática e residentes no Brasil. A pesquisa se propõe a ser a mais completa e ampla sobre a jornada de pacientes reumáticos. Apoio dos grupos Arur Uberlândia E Região, Grupal &#8211; Grupo de Pacientes Artríticos de&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Gruparj Petrópolis lança pesquisa online &#8220;O Olhar do Paciente&#8221;, aberta a todos pacientes, acima de 18 anos, previamente diagnosticados com alguma doença reumática e residentes no Brasil. A pesquisa se propõe a ser a mais completa e ampla sobre a jornada de pacientes reumáticos. Apoio dos grupos Arur Uberlândia E Região, Grupal &#8211; Grupo de Pacientes Artríticos de Porto Alegre e Psoríase Brasil. Para saber mais e participar da pesquisa, acesse <a href="http://www.gruparjpetropolis.com/pesquisa">http://www.gruparjpetropolis.com/pesquisa</a></p>
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		<title>SBR emite parecer contrário à regulamentação de ozonioterapia como tratamento complementar para artrite reumatoide</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/sbr-emite-parecer-contrario-a-regulamentacao-de-ozonioterapia-como-tratamento-complementar-para-artrite-reumatoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Allan Agra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 13:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[carta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em carta aberta à Comissão de Assuntos Sociais  (CAS), do Senado Federal,  e a entidades médicas e setoriais, a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) se manifestou contrária à adoção da ozonioterapia como terapia complementar ao tratamento de artrite reumatoide (AR), pois não há evidência científica suficiente sobre sua segurança e eficácia a longo prazo. A legalização da prescrição&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em carta aberta à Comissão de Assuntos Sociais  (CAS), do Senado Federal,  e a entidades médicas e setoriais, a <strong>Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) </strong>se manifestou contrária à adoção da<strong> ozonioterapia como terapia complementar ao tratamento de artrite reumatoide</strong> (AR), pois não há evidência científica suficiente sobre sua segurança e eficácia a longo prazo. A legalização da prescrição da ozonoterapia será objeto de consulta pública, prevista para ser iniciada ainda neste mês de outubro, por solicitação, por requerimento, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO).</p>
<p>Na carta assinada pelo presidente da entidade, Dr. Georges Christopoulos, e endossada pelo seu diretor científico, José Tupinambá, e pela Comissão Científica em AR, coordenada por Dra. Licia Mota, a SBR pondera que não há estudos suficientes que demonstrem a eficácia dessa alternativa de tratamento para a artrite reumatoide, como não são conhecidos os seus potenciais efeitos lesivos a longo prazo.</p>
<p>Em minucioso levantamento bibliográfico sobre o tema, foram encontradas poucas referências científicas que justifiquem a adoção da ozonoterapia como ferramenta eficaz e segura para o tratamento da AR – desses, somente um foi realizado em humanos e numa população restrita (30 pacientes). O levantamento bibliográfico abrangeu publicações existentes nas bases MEDLINE, SciELO, PubMed e EMBASE até setembro de 2017. Para a íntegra da carta encaminhada às autoridades, <a href="https://www.reumatologia.org.br/downloads/pdf/Parecer-Ozonioterapia-outubro-2017.pdf" target="_blank" rel="noopener">acesse aqui.</a></p>
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		<item>
		<title>Novas Diretrizes de Tratamento de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/novas-diretrizes-de-tratamento-de-artrite-reumatoide-da-sociedade-brasileira-de-reumatologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 14:57:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[AR]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[autoimune]]></category>
		<category><![CDATA[diretrizes]]></category>
		<category><![CDATA[inflamatória]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A AR atinge cerca de 1% da população, com predominância em mulheres, entre 30 e 50 anos de idade</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Sociedade Brasileira de Reumatologia</strong> (SBR) anunciou, no último dia 14 de setembro, em mesa redonda, durante o 34º Congresso Brasileiro de Reumatologia, as <strong>novas Diretrizes de Tratamento para Artrite Reumatoide (AR)</strong>, que inclui princípios básicos de conduta e atualiza o arsenal terapêutico, tendo em vista o controle intensivo da doença, considerando eficácia, segurança e custo.  Participaram da mesa redonda Dr. Georges Cristopoulos, presidente da SBR, Dra. Licia da Mota, coordenadora da comissão da AR da entidade, e Emmanuel de Oliveira Carneiro, da Cordenação Geral do Componente Especializado de Assistência Farmacêutica, que debateu o desafio financeiro da AR e seus custos diretos.</p>
<p>&#8220;O propósito deste documento foi o de estabelecer diretrizes consensuais para o tratamento da AR no Brasil e embasar os reumatologistas brasileiros com as evidências obtidas na literatura médica e da experiência de uma comissão deespecialistas no assunto, considerando o contexto sócio-econômico brasileiro e mantendo a autonomia do médico na indicação eescolha das alternativas terapêuticas disponíveis&#8221;, afirma Dr. Georges Christopoulos, presidente da SBR.</p>
<p>A artrite reumatoide é uma doença sistêmica, inflamatória, autoimune, que se caracteriza principalmente pelo comprometimento da membrana que recobre as articulações; no curso da doença, se não diagnosticada e tratada adequadamente, pode levar à incapacitação física. &#8220;As últimas décadas trouxeram incremento substancial do arsenal terapêutico para o seu tratamento,  tanto em razão do grande avanço no conhecimento dos  mecanismos da doença, do desenvolvimento de novas classes de medicamentos e da implantação de estratégias de tratamento e acompanhamento dos pacientes, quanto do controle intensivo da doença e a intervenção na fase inicial dos sintomas&#8221;, afirma Dra Licia da Mota, coordenadora da Comissão de AR, da SBR, que liderou este projeto.</p>
<p>Durante a mesa-redonda, Emmanuel Carneiro, de Atenção Especializada à Saúde, do Ministério da Saúde, afirmou que “tecnicamente, sabemos que o paciente que está estável e apresenta boa resposta a um determinado tratamento deve continuar nesse tratamento e qualquer mudança deve ser compartilhada com seu médico&#8221;.</p>
<p>A Sociedade  Brasileira de Reumatologia espera fazer parte da Câmara de Especialidades do Ministério da Saúde,  conforme convite feito pelo Ministro da Saúde, Ricardo Barros, em junho último.</p>
<h3>Novas Diretrizes<strong><br />
</strong></h3>
<p>O novo documento com recomendações para o tratamento inclui princípios básicos de conduta e abordagem terapêutica, conforme o histórico clínico do paciente, a gravidade da doença e sustentabilidade do tratamento.   Pelas estas novas diretrizes de tratamento da Sociedade Brasileira de Reumatologia, o arsenal terapêutico inclui como abordagem inicial:</p>
<ul>
<li>uso de medicamentos modificadores do curso da doença MMCD sintéticos convencionais,  sendo o metotrexato de primeira escolha;</li>
<li>medicamentos biológicos (oito opções disponíveis) devem ser adotados quando o paciente não responder ao tratamento inicial (podem ser usados como monoterapia, ou em associação com MTX, sempre considerando a meta de tratamento, o perfil clínico de cada paciente e o grau de atividade da doença).</li>
<li>As novas recomendações de tratamento da SBR incluem uma novo medicamento de uma nova classe, inibidor de JAK, uma proteína que tem papel fundamental no desenvolvimento da AR, que pode ser usado após falha a medicamentos sintéticos convencionais ou biológicos.</li>
</ul>
<p>Além da abordagem de tratamento, as diretrizes de tratamento da SBR estabelecem os seguintes principios básicos:</p>
<ul>
<li><strong>O tratamento do paciente com AR deve, preferencialmente, ter uma abordagem multidisciplinar, coordenada por um reumatologista.<br />
</strong></li>
<li><strong>O tratamento do paciente com AR deve incluir orientações sobre hábitos de vida, controle rigoroso das comorbidades e atualização do cartão de vacinas</strong></li>
<li><strong>O tratamento do paciente com AR deve ser baseado em decisões compartilhadas entre médico e paciente, </strong><strong>após os esclarecimentos sobre a sua enfermidade e opções terapêuticas disponíveis.</strong></li>
<li><strong>A meta do tratamento do paciente com AR é o estado persistente de remissão clínica ou, quando não for possível, a baixa atividade da doença.</strong></li>
</ul>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/novas-diretrizes-de-tratamento-de-artrite-reumatoide-da-sociedade-brasileira-de-reumatologia/">Novas Diretrizes de Tratamento de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Obesidade e artrite aumentam a propensão à incapacidade depois dos 65 anos</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/obesidade-e-artrite-aumentam-a-propensao-a-incapacidade-depois-dos-65-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um alerta a favor da cintura fina. Mulheres obesas que sofrem de artrite têm propensão mais elevada que os homens para a incapacidade na velhice. Foi o que demonstrou um estudo da Universidade de Duke, nos EUA, segundo reportagem publicada no Jornal de Araraquara há alguns dias. Para chegar a essa conclusão, foram analisadas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um alerta a favor da cintura fina. Mulheres obesas que sofrem de artrite têm propensão mais elevada que os homens para a incapacidade na velhice. Foi o que demonstrou um estudo da Universidade de Duke, nos EUA, segundo reportagem publicada no <strong>Jornal de Araraquara</strong> há alguns dias. Para chegar a essa conclusão, foram analisadas taxas de incapacidade em 5.888 homens e mulheres com mais de 65 anos.</p>
<p>O objetivo era aferir se pessoas com 70 anos ou mais poderiam correr maratonas ou jogar tênis, bem como verificar seu nível de comprometimento ao realizarem atividades básicas do dia a dia, tais como andar dentro de casa, sair da cama, tomar banho, vestir-se, etc. Com esse propósito, os pesquisadores constataram que a população feminina avaliada apresentava um risco 83% maior de tornar-se deficiente ou incapaz de realizar essas atividades quando comparada com a masculina. A artrite foi encontrada em um terço desse grupo com risco mais elevado, no qual 57% eram mulheres, e, considerando-se todos os pacientes avaliados, a obesidade mórbida foi cerca de quatro vezes mais comum no sexo feminino.</p>
<p>Comentando o estudo, a coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a reumatologista Licia Maria Henrique da Mota, esclarece que a obesidade traz mesmo uma série de riscos para a saúde em geral, aumentando a probabilidade de morte por doenças cardiovasculares. “A ocorrência de obesidade em pacientes com artrite pode reduzir a qualidade de vida e elevar o risco de mortalidade”, avisa.</p>
<p>Como caminho para o controle do peso corporal e para a prevenção de problemas futuros, a reumatologista recomenda hábitos saudáveis de vida, incluindo dieta balanceada e atividade física regular. “São providências de extrema importância para quem tem artrite reumatoide”, sublinha.</p>
<p><strong>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</strong></p>
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