<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos vitamina D - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
	<atom:link href="https://www.reumatologia.org.br/assuntos/vitamina-d/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.reumatologia.org.br/assuntos/vitamina-d/</link>
	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Nov 2017 00:32:07 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.8</generator>

<image>
	<url>https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2017/10/favicon-152x152-150x150.png</url>
	<title>Arquivos vitamina D - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
	<link>https://www.reumatologia.org.br/assuntos/vitamina-d/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Vitamina D em dose maior que a recomendada reduz risco de fraturas</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/vitamina-d-em-dose-maior-que-a-recomendada-reduz-risco-de-fraturas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[dose]]></category>
		<category><![CDATA[fratura]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://reumatologia.org.br/www/2012/08/06/vitamina-d-em-dose-maior-que-a-recomendada-reduz-risco-de-fraturas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Doses de vitamina D (benéfica à estrutura óssea) maiores do que a recomendada internacionalmente. Eis o que recomenda um estudo realizado em Zurique, na Suíça, que foi tema de notícia veiculada pela revista Veja. Conforme a reportagem, os resultados do estudo mostraram que consumir mais de 20µg (microgramas) ao dia reduz em até 30% o&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/vitamina-d-em-dose-maior-que-a-recomendada-reduz-risco-de-fraturas/">Vitamina D em dose maior que a recomendada reduz risco de fraturas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doses de vitamina D (benéfica à estrutura óssea) maiores do que a recomendada internacionalmente. Eis o que recomenda um estudo realizado em Zurique, na Suíça, que foi tema de notícia veiculada pela revista <strong>Veja</strong>.</p>
<p>Conforme a reportagem, os resultados do estudo mostraram que consumir mais de 20µg (microgramas) ao dia reduz em até 30% o risco de fraturas. Importante ressaltar que a dose recomendada por autoridades de saúde no mundo, inclusive no Brasil, é de 10 µg a 20 µg ao dia.</p>
<p>Além disso, o estudo demonstra que o risco não se altera com uma quantidade menor do que essa. Foram testadas nesse trabalho cerca de 31 mil pessoas, das quais 91% eram mulheres. A média de idade dos indivíduos era de 76 anos.</p>
<p>Comentando esse estudo, a reumatologista e membro da Comissão de Doenças Osteometabólicas e Osteoporose da SBR, Vera Lucia Szejnfeld, diz que se trata de mais um trabalho que vem confirmar o que já se sabia: a dose recomendada de vitamina D em torno de 20 µg ao dia não é suficiente para reduzir o risco de fratura, principalmente, em idosos. Vera explica que 10 µg a 20 µg correspondem a 400 UI (Unidade Internacional) a 800 UI por dia. “Atualmente, tem-se recomendado doses maiores diárias, em torno de 1000 a 2000 UI, principalmente nos idosos”, diz Vera, explicando que pessoas com mais de 60 anos têm menor concentração sérica  de vitamina D, pois, além de apresentarem baixa exposição solar, a pele já não sintetiza a vitamina D de forma eficiente, sendo necessária a suplementação.</p>
<p>A reumatologista diz ainda que a questão do nível diário de vitamina D necessária tornou-se menos clara desde que, há cerca de seis meses, a Associação Americana de Médicos, dos EUA, anunciou que a dose até 20 µg ao dia seria suficiente. A entidade disse que o nível de vitamina D no sangue deve girar em torno de 20 ng/ml (nanogramas), mas Vera salienta que, há cerca de três anos, tem sido recomendada uma presença maior da vitamina no sangue: em torno de 30 ng/ml, o que obriga a um consumo além de 20 µg por dia.</p>
<p>Aumentar essa dose, diz Vera, foi recentemente recomendado pela Sociedade Americana de Estudos do Metabolismo Ósseo (ASBMR), nos Estados Unidos. Vera ainda ressalta que doses maiores de vitamina D parecem proteger também contra doenças cardiovasculares. Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/vitamina-d-em-dose-maior-que-a-recomendada-reduz-risco-de-fraturas/">Vitamina D em dose maior que a recomendada reduz risco de fraturas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vitamina D e cálcio juntos reduzem mortalidade de idosos</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/vitamina-d-e-calcio-juntos-reduzem-mortalidade-de-idosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[cálcio]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://reumatologia.org.br/www/2012/07/18/vitamina-d-e-calcio-juntos-reduzem-mortalidade-de-idosos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado na Dinamarca que envolveu pesquisar uso de vitamina D e cálcio conjuntamente demonstrou que essa associação pode reduzir a taxa de mortalidade entre idosos e foi tema de reportagem publicada no jornal Estado de S. Paulo. Segundo o texto da reportagem, os pesquisadores descobriram que os idosos que tomaram os suplementos tiveram&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/vitamina-d-e-calcio-juntos-reduzem-mortalidade-de-idosos/">Vitamina D e cálcio juntos reduzem mortalidade de idosos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado na Dinamarca que envolveu pesquisar uso de vitamina D e cálcio conjuntamente demonstrou que essa associação pode reduzir a taxa de mortalidade entre idosos e foi tema de reportagem publicada no jornal <strong>Estado de S. Paulo</strong>.</p>
<p>Segundo o texto da reportagem, os pesquisadores descobriram que os idosos que tomaram os suplementos tiveram risco 9% menor de morrer que os que não tomaram, considerado um período de três anos. Mas o consumo somente das pílulas de vitamina D, sem o cálcio, porém, não mostrou nenhum efeito nesse sentido.</p>
<p>Comentando o estudo, a coordenadora da Comissão de Doenças Osteometabólicas e Osteoporose da SBR, a reumatologista Rosa Maria Pereira, explica que se trata de um trabalho que avaliou outros oitos realizados anteriormente com o mesmo foco. Segundo ela, o trabalho mostra que a associação de vitamina D e cálcio é de fato benéfica para idosos,  mas aí há uma ressalva importante a fazer, diz Rosa: “É preciso citar outro estudo realizado, que incluiu mais 23 mil pessoas, portanto de larga abrangência, que demonstrou que o cálcio em forma de comprimido aumenta o risco de o idoso ter um infarto do miocárdio. Tal risco seria menor se o cálcio fosse consumido com base em dieta alimentar”.</p>
<p>Em relação à vitamina D, explica, o ideal é usar suplementos ou tomar sol  uma vez que a quantidade de vitamina D na dieta habitual é pequena. A vitamina D pode ser obtida em peixes como sardinha, salmão e atum, que normalmente não são consumidos no dia a dia. Rosa explica ainda que nos últimos anos surgiram estudos demonstrando que o uso de cálcio em forma de comprimido  poderia causar problemas cardíacos em idosos, o que levou à recomendação de que o cálcio deva ser mesmo consumido pela dieta, ou seja, com alimentos (leite, queijo e iogurte, por exemplo).</p>
<p>Então, voltando ao estudo realizado na Dinamarca, Rosa salienta novamente o benefício de usar vitamina D e cálcio juntos, mas este último de preferência na forma de dieta. Juntos, vitamina D e cálcio estendem expectativa de vida</p>
<p>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/vitamina-d-e-calcio-juntos-reduzem-mortalidade-de-idosos/">Vitamina D e cálcio juntos reduzem mortalidade de idosos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Maneiras de consumir cálcio nos alimentos</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/maneiras-de-consumir-calcio-nos-alimentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[cálcio]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://reumatologia.org.br/www/2012/07/04/maneiras-de-consumir-calcio-nos-alimentos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cálcio é um elemento essencial para a saúde óssea. E cuidados na absorção do mineral, desde a infância, só resultarão em benefícios para os ossos pela vida em diante. E dicas de como obter o cálcio consumindo alimentos foram o tema de uma reportagem do jornal O Globo, que elenca algumas maneiras, como consumir leite&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/maneiras-de-consumir-calcio-nos-alimentos/">Maneiras de consumir cálcio nos alimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cálcio é um elemento essencial para a saúde óssea. E cuidados na absorção do mineral, desde a infância, só resultarão em benefícios para os ossos pela vida em diante. E dicas de como obter o cálcio consumindo alimentos foram o tema de uma reportagem do jornal <strong>O Globo</strong>, que elenca algumas maneiras, como consumir leite e derivados, sardinha e vegetais verde-escuros.</p>
<p>Comentando essas recomendações, a reumatologista e membro da Comissão de  Osteoporose da SBR, Vera Lucia Szejnfeld diz que uma importante fonte de absorção de cálcio é mesmo o leite e seus derivados, iogurte ou queijo. Manteiga ou margarina não estão dentro da mesma linha, salienta. E é aí que Vera já confirma a necessidade de começar esse consumo ainda quando criança. Ela ressalta ainda que o nível de cálcio é o mesmo para o leite desnatado, semidesnatado ou integral, mas o primeiro, por ser menos calórico e não contribuir para aumento do colesterol, é o mais recomendado.</p>
<p>Quanto à sardinha, sim, diz Vera, é recomendável consumir, pois trata-se de uma boa fonte de vitamina D, mas peixes como salmão e atum também são bem eficientes nesse sentido. “Se fosse viável comer diariamente, por exemplo, 100 g de salmão, a porção de vitamina D absorvida já seria suficiente”, diz a reumatologista.</p>
<p>Do lado dos alimentos não recomendados, Vera cita, por exemplo, o café, que, em excesso é prejudicial. Tomá-lo em excesso, diz, seria ir além de quatro xícaras por dia: “O café age diretamente no rim e contribui para perda de cálcio por esse órgão”. Com bebidas alcoólicas, citadas na lista dos perigosos na reportagem, é preciso cuidado, explica Vera, por inibirem a absorção de cálcio intestinal. Quanto ao consumo de sal, Vera diz que é preciso não abusar dos alimentos embutidos ou em conserva, mais perigosos do que o sal industrializado usado para cozinhar.</p>
<p><strong>Vitamina D</strong></p>
<p>A reportagem de <strong>O Globo</strong> cita ainda a exposição ao sol, por 15 minutos diários, como um meio recomendável de absorver vitamina D para contribuir na fixação do cálcio. Nesse caso, Vera explica que em termos gerais, tomar sol é mesmo o melhor caminho, porém, após os 50 anos de idade, a síntese de vitamina D pela pele do indivíduo já não é tão eficaz, o que induziria à necessidade de uma suplementação da vitamina, em gota ou comprimido.</p>
<p>Outra recomendação da reportagem é a prática de exercícios físicos, que segundo o texto auxiliam na absorção de cálcio. Entretanto, Vera explica que não é bem assim: “A função dos exercícios é estimular a formação óssea, porque o efeito é direto nas células responsáveis por essa formação”. Vera acrescenta que esse efeito só ocorre enquanto se pratica o exercício.</p>
<p>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/maneiras-de-consumir-calcio-nos-alimentos/">Maneiras de consumir cálcio nos alimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dose recomendada de vitamina D deve aumentar, dizem pesquisadores</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/dose-recomendada-de-vitamina-d-deve-aumentar-dizem-pesquisadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[dose]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://reumatologia.org.br/www/2011/07/07/dose-recomendada-de-vitamina-d-deve-aumentar-dizem-pesquisadores/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A necessidade de rever os níveis adequados de vitamina D no corpo foi tema de um congresso de Medicina Esportiva realizado em Denver, nos Estados Unidos, no início de junho. A importância dessa vitamina para a estrutura óssea já é bem conhecida e, por isso mesmo, diversos pesquisadores têm dito que é preciso aumentar sua&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/dose-recomendada-de-vitamina-d-deve-aumentar-dizem-pesquisadores/">Dose recomendada de vitamina D deve aumentar, dizem pesquisadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A necessidade de rever os níveis adequados de vitamina D no corpo foi tema de um congresso de Medicina Esportiva realizado em Denver, nos Estados Unidos, no início de junho. A importância dessa vitamina para a estrutura óssea já é bem conhecida e, por isso mesmo, diversos pesquisadores têm dito que é preciso aumentar sua quantidade circulante no corpo, hoje recomendada em 40-70 nanogramas por mililitro (ng/mL).</p>
<p>Mas elevar as doses da vitamina D não é uma providência isenta de riscos, explica a coordenadora da Comissão de Osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a reumatologista Rosa Pereira. Ela salienta que valores circulantes acima de 100 ng/mL são considerados tóxicos, podendo levar a um aumento do cálcio no sangue e na urina, o que é capaz de causar, por exemplo, arritmia ou problemas renais. Por outro lado, eventualmente para atletas, diz a médica, principalmente os que praticam esportes em lugares fechados, sem se expor ao sol, talvez fosse adequado atingir níveis maiores, mas sem ultrapassar a quantidade de 100 ng/mL.</p>
<p>De qualquer modo, ela considera o tema “controverso”.   Sobre a exposição solar, aliás, Rosa explica que os raios do astro-rei favorecem a síntese de vitamina D na pele, que vai para o fígado e para os rins e, então, torna-se ativa. Assim sendo, quem quase não toma sol teria mesmo mais necessidade de ingerir vitamina D para manter um nível adequado da substância no organismo.  Nesses casos, uma suplementação alimentar não seria suficiente para chegar a um nível adequado da vitamina, “até porque os alimentos que a contêm, particularmente peixes como sardinha, salmão e arenque, não estão presentes nas refeições cotidianas das pessoas”, lembra a reumatologista.</p>
<p><strong>Detecção</strong></p>
<p>Do ponto de vista prático, a coordenadora da Comissão de Osteoporose da SBR esclarece que um estado de deficiência de vitamina D só é caracterizado diante de níveis circulantes da substância abaixo de 30 ng/mL. Então, diz ela, valores acima de 30 ng/mL já seriam adequados, e não necessariamente teriam de estar entre 40 e 70 ng/mL, como citam os dados do congresso de Denver. “Poderia haver uma exceção, como as pessoas jovens e saudáveis que, segundo alguns trabalhos realizados, parecem poder viver muito bem com 20 ng/mL”, adiciona.</p>
<p>Para ter uma quantidade adequada de vitamina D circulando, a dose diária recomendada vai depender do paciente. Em idosos, recomenda-se de 800-1.000 unidades internacionais (UI), porém Rosa ressalta que não há um padrão. O importante é analisar caso a caso e, antes de tudo, medir a substância por exames de sangue para, se for o caso, repor o que falta. Como a exposição ao sol é determinante para a síntese dessa vitamina na pele, se o paciente morar, por exemplo, em um país onde há longos períodos de inverno, pode-se considerar que ele vai precisar de reposição suplementar.</p>
<p>A reumatologista ressalta ainda que o estoque de vitamina D necessário não é reposto com rapidez. “Pode demorar semanas ou alguns meses”, observa. “Assim, uma nova dosagem de vitamina D deve ser feita após pelo menos três meses desde o início da suplementação”, recomenda.</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/dose-recomendada-de-vitamina-d-deve-aumentar-dizem-pesquisadores/">Dose recomendada de vitamina D deve aumentar, dizem pesquisadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
