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	<title>Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 21:32:09 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica emite Nota Técnica sobre o uso de corticoide na infância</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/sociedade-brasileira-de-oftalmologia-pediatrica-emite-nota-tecnica-sobre-o-uso-de-corticoide-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com objetivo de apresentar diretrizes sobre o uso de corticoides na infância, com ênfase em seus efeitos adversos oculares e nas principais recomendações para sua prevenção e manejo, a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) emite a nota técnica abaixo. CONTEXTO Os corticoides, hormônios esteroides produzidos naturalmente pelo córtex adrenal e seus análogos sintéticos, são&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com objetivo de apresentar diretrizes sobre o uso de corticoides na infância, com ênfase em seus efeitos adversos oculares e nas principais recomendações para sua prevenção e manejo, a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) emite a nota técnica abaixo.</p>
<p>CONTEXTO</p>
<p>Os corticoides, hormônios esteroides produzidos naturalmente pelo córtex adrenal e seus análogos sintéticos, são amplamente utilizados na prática clínica devido aos seus potentes efeitos anti-inflamatórios e imunossupressores. Estão indicados no tratamento de diversas condições inflamatórias, autoimunes, alérgicas e neoplásicas. Os glicocorticoides, o subtipo dos corticoides mais usado na prática clínica, atuam por mecanismos rápidos (não genômicos) e por modulação da expressão gênica (genômicos), resultando na inibição de vias pró-inflamatórias e na indução de mediadores anti-inflamatórios. Além disso, reduzem a ativação de neutrófilos, macrófagos e linfócitos T-helper, bem como a produção de citocinas pró-inflamatórias, como IL-1, IL-2, IL-6 e TNF-α. Embora esses efeitos sejam fundamentais para o controle de processos inflamatórios, o uso de corticoides não é isento de riscos, especialmente na população pediátrica. Na prática oftalmológica, destacam-se como principais efeitos adversos a hipertensão ocular, o glaucoma induzido por corticoide e a formação de catarata. Essas complicações podem ocorrer tanto com o uso tópico quanto sistêmico e, quando não reconhecidas e tratadas precocemente, podem levar à perda visual permanente.</p>
<p>Continue lendo o documento na integra<a href="https://reumatologia.org.br/downloads/pdf/SBOP_SBR_Nota_t%C3%A9cnica_Corticoide.pdf"> aqui. </a></p>
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		<item>
		<title>Curitiba sedia o 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia com foco em medicina personalizada e terapias de precisão</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/press-releases/curitiba-sedia-o-43o-congresso-brasileiro-de-reumatologia-com-foco-em-medicina-personalizada-e-terapias-de-precisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
		<category><![CDATA[sbr]]></category>
		<category><![CDATA[SBR2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Principal encontro científico da reumatologia na América Latina reunirá especialistas do Brasil e do exterior para debater avanços no diagnóstico e tratamento das doenças reumáticas, autoimunes e raras, que afetam mais de 15 milhões de brasileiros. A programação multidisciplinar destacará temas como saúde mental, envelhecimento, medicina personalizada e inteligência artificial aplicada à prática clínica.  &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong><em>Principal encontro científico da reumatologia na América Latina reunirá especialistas do Brasil e do exterior para debater avanços no diagnóstico e tratamento das doenças reumáticas, autoimunes e raras, que afetam mais de 15 milhões de brasileiros. A programação multidisciplinar destacará temas como saúde mental, envelhecimento, medicina personalizada e inteligência artificial aplicada à prática clínica.</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Entre os dias 2 e 5 de setembro, Curitiba será sede do 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia. Promovido pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e a Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR), o evento é o principal encontro científico da especialidade na América Latina reunindo médicos, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes de diversas regiões do Brasil e do exterior para discutir os avanços mais recentes no diagnóstico, tratamento e cuidado integral das doenças reumáticas.</p>
<p style="font-weight: 400;">A edição de 2026 terá como destaque uma programação científica multidisciplinar, conectando inovação tecnológica, medicina personalizada, envelhecimento populacional, saúde mental, imunologia, prevenção e qualidade de vida. “O congresso também amplia o debate sobre os impactos sistêmicos das doenças reumáticas, abordando desde riscos cardiovasculares e fragilidade óssea até sofrimento psíquico, sedentarismo e doenças autoimunes raras na infância”, afirma Dr. José Eduardo Martinez, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">“Contamos com uma programação científica multidisciplinar excepcional nesta edição do evento, elaborada com absoluta dedicação, reunindo os maiores nomes da reumatologia internacional e do cenário brasileiro, entre médicos, pesquisadores e professores. Esperamos que cada conferência, mesa-redonda e atividade social contribua para o crescimento profissional e pessoal dos participantes”, destaca Dra. Carolina Müller, presidente do Congresso e da Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR).</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Especialistas vindos de países como Alemanha, França, Reino Unido, Turquia, Colômbia e Filipinas participarão do congresso, fortalecendo o intercâmbio científico internacional, além de renomados conferencistas do Brasil, que discutirão os mais recentes avanços da especialidade em uma programação diversificada e dinâmica. A programação completa do evento está disponível em <a href="https://sbr2026.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://sbr2026.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1779989912939000&amp;usg=AOvVaw0LoacdBxl-l1Q7vG4WNNoe">https://sbr2026.com.br/</a> .</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Para a diretora científica da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Dra. Licia Mota, um dos principais avanços dos eventos promovidos pela entidade é a consolidação de uma programação científica multidisciplinar. “A integração entre diferentes especialidades é fundamental para o manejo das doenças reumáticas autoimunes e crônicas”, ressalta a especialista.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Entre os muitos destaques da programação está a mesa-redonda “Artrite reumatoide além das articulações: riscos e comorbidades”, que discutirá como a doença inflamatória pode afetar diferentes sistemas do organismo, aumentando o risco cardiovascular, a ocorrência de osteoporose, fadiga crônica, depressão e outras condições associadas. Outro tema destacado será a Conferência Nacional “Vacinação nas doenças reumáticas imunomediadas: Recomendações da SBR 2025”, dedicada às estratégias de imunização de pacientes imunossuprimidos, com especialistas que discutirão a segurança vacinal, prevenção de infecções e atualização dos protocolos recomendados.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A interface entre reumatologia e infectologia também ganha protagonismo na programação com a mesa-redonda “Flare ou fake? infecções que mimetizam doenças reumáticas” abordará situações clínicas em que infecções podem ser confundidas com atividade inflamatória das doenças autoimunes, um desafio frequente na prática médica. Complementando o tema, o ReumaFights “Pensando em infecção, o corticoide é o maior vilão?” promoverá um debate sobre o papel dos corticosteroides no aumento do risco infeccioso em pacientes reumáticos.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">O congresso também abrirá espaço para discussões sobre medicina personalizada e terapias de precisão. No ReumaFights “Biomarcadores guiando a escolha e a manutenção do biológico”, especialistas debaterão como marcadores laboratoriais e moleculares vêm auxiliando a tomada de decisão terapêutica, permitindo tratamentos mais individualizados e eficazes. Questões relacionadas ao comportamento e ao estilo de vida também estarão no centro das discussões científicas. O SBR Talks “Sedentarismo, o pesadelo da modernidade – estratégias de combate” discutirá os impactos da inatividade física sobre inflamação, dor, perda muscular e incapacidade funcional. Já a Roda Viva “Dor crônica e sofrimento psíquico: abordagem prática” abordará a relação entre dor persistente, ansiedade, depressão, distúrbios do sono e qualidade de vida, reforçando a importância do cuidado multidisciplinar.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A inovação tecnológica terá abordagem especial no painel “O futuro é agora”, reunindo especialistas para debater aplicações de realidade aumentada, inteligência artificial, impressão biológica e o conceito de “gêmeos digitais” na prática clínica. Entre os temas apresentados estarão “O Reumatologista em realidade aumentada: da contagem articular ao algoritmo”, “Antes da infusão, a simulação: o conceito de gêmeos digitais já se aplica à reumatologia?” e “Articulações sob medida: da visão em 3D à impressão biológica”. O painel também discutirá os impactos da relação entre médico, inteligência artificial e paciente na medicina contemporânea.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Da pediatria aos desafios do envelhecimento</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com a diretora científica da Sociedade Paranaense de Reumatologia, Dra. Sinara da Silva Freitas, os desafios relacionados ao envelhecimento e à saúde óssea terão espaço relevante na programação científica nesta edição do congresso. A especialista chama atenção para a mesa-redonda “Metabolismo e Osso: Novas Fronteiras da Fragilidade Musculoesquelética” e o SBR Talks “Ossos em Construção: Hábitos que Definem a Fragilidade”, que discutirão prevenção da osteoporose, perda muscular, hábitos de vida e estratégias para redução de fraturas relacionadas à fragilidade, tema cada vez mais importante diante do envelhecimento da população brasileira.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Também como um dos grandes núcleos de maior interesse científico e social desta edição está a reumatologia pediátrica. A Conferência Nacional “O que o reumatologista pediátrico precisa conhecer sobre transtornos psiquiátricos?” discutirá os impactos emocionais e psicológicos das doenças crônicas em crianças e adolescentes. A especialista chama atenção para o curso pré-congresso “Atualização em vasculites pediátricas primárias raras”, que reunirá especialistas para debater doenças autoimunes graves e pouco frequentes, como granulomatose com poliangiíte, doença de Behçet e poliarterite nodosa, condições que exigem diagnóstico precoce e acompanhamento altamente especializado.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">O congresso contará com a participação de especialistas como Dr. Jose Paulo Lorenzo (Filipinas), Dr.Laurent Arnaud (França), Dr.Carlos Enrique Toro Gutierrez (Colômbia), Dr.Xenofon Baraliakos (Alemanha), Dr.Gary Moore (Reino Unido) e Dra. Fatma Alibaz-Oner (Turquia), fortalecendo o intercâmbio científico internacional e aproximando a produção brasileira das principais tendências globais da especialidade.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Além das conferências, mesas-redondas e debates científicos, o 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia contará com apresentações de trabalhos científicos, fóruns, premiações, atividades multidisciplinares e ações voltadas à educação continuada e atualização médica.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ao todo, serão 39 mesas redondas, 10 conferências internacionais, 31 conferências nacionais, 12 Roda Viva, 10 SBR Talks, 12 Reumafights, 14 Temas livres (dentro de conferências) e 12 cursos pré-congresso.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Programação paralela:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Encontro Nacional de Pacientes Reumáticos 2026</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">No dia 2 de setembro, o Congresso Brasileiro de Reumatologia abrirá espaço para a realização do <strong>11º Encontro Nacional de Pacientes</strong> e do <strong>63º Curso de Educação em Saúde sobre Doenças Crônicas</strong>, eventos específicos, <strong>gratuitos,</strong> e voltados <strong>a pacientes, familiares,</strong> profissionais de saúde e o público em geral,  para apresentar e discutir informações atuais e de qualidade, esclarecer dúvidas e orientar pacientes reumáticos nas suas mais diversas condições e doenças, além de foco em comunicar dados para fomentar políticas públicas.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A abertura do <strong>11º Encontro Nacional de Pacientes</strong> será conduzida pelo presidente da SBR, Dr. José Eduardo Martinez, e pela coordenadora da Comissão de Relação com Pacientes da SBR, Dra. Wanda Heloisa Ferreira.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Premiação</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O evento trará ainda as premiações aos médicos, pesquisadores e cientistas com:</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PRÊMIO LUIZ VERZTMAN</strong> &#8211; ao melhor trabalho sobre Reumatologia, de autores nacionais, natos ou naturalizados, e igualmente programados e executados no Brasil</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PRÊMIO WILLIAM CHAHADE</strong> – ao melhor trabalho sobre Reumatologia, de jovens autores nacionais (com até dez anos de formação), natos ou naturalizados, e igualmente programados e executados no Brasil. Será concedido em duas categorias, Área Clínica e Área Básica.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PRÊMIO PEDRO NAVA &#8211;</strong> ao autor brasileiro, nato ou naturalizado, que mais tenha se destacado no biênio que anteceda o Congresso Brasileiro de Reumatologia realizado em anos pares, relativamente à publicação de livros, artigos em periódicos brasileiros e estrangeiros, e em edição de livros sobre assuntos científicos na área de Reumatologia.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Doenças reumáticas no Brasil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Estima-se que as doenças reumáticas já afetam mais de 15 milhões de brasileiros. Em geral, provocam muitas dores nos pacientes e representam uma das maiores causas de afastamento do trabalho e de aposentadorias por invalidez. Entre as principais doenças reumáticas estão Artrite Reumatoide, Osteoartrite/Artrose, Espondiloartrites, Artrite Psoriásica, Lombalgia, Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), Fibromialgia, Osteoporose, Gota, Febre Reumática, Vasculites, Doença de Sjögren, Doença de Behçet e Esclerose Sistêmica (ES). Muitas dessas condições estão entre as maiores causas de dor crônica, incapacidade funcional, afastamento do trabalho e perda de qualidade de vida.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Serviço</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>43º Congresso Brasileiro de Reumatologia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data</strong>: 2 a 5 de setembro de 2026</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Local:</strong> Via Soft (Universidade Positivo)</p>
<p style="font-weight: 400;">Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 / Cidade Industrial de Curitiba &#8211; Curitiba (PR)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Programação completa no site e inscrições:</strong>  <a href="https://sbr2026.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://sbr2026.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1779989912939000&amp;usg=AOvVaw0LoacdBxl-l1Q7vG4WNNoe">https://sbr2026.com.br/</a> .</p>
<p style="font-weight: 400;">@sociedadereumatologia</p>
<p style="font-weight: 400;">@reumatologinsta</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) é uma associação civil científica de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 15 de julho de 1949, na cidade do Rio de Janeiro, pelos médicos Herrera Ramos, Waldemar Bianchi, Pedro Nava, Israel Bonomo, Décio Olinto e outros, tendo mantido desde então sua tradição científica, acompanhando e promovendo o desenvolvimento da especialidade no Brasil e com um importante papel também internacional, especialmente entre os países da América Latina. Filiada à Associação Médica Brasileira, conta em torno de 2 mil associados, congrega 26 sociedades regionais estaduais, assessorias e comissões científicas e representações em associações nacionais e internacionais e junto ao Ministério da Saúde.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Mais informações para a imprensa:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assessoria de Comunicação | Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Jô Ribeiro | (11) 97625-2858 | </strong><a href="mailto:jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br">jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br</a></p>
<p style="font-weight: 400;">
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			</item>
		<item>
		<title>Lúpus Eritematoso Sistêmico: diagnóstico precoce é essencial, alerta Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/press-releases/lupus-eritematoso-sistemico-diagnostico-precoce-e-essencial-alerta-sociedade-brasileira-de-reumatologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 13:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) estima que o Lúpus afeta entre 150 mil e 300 mil pessoas no Brasil, principalmente mulheres jovens. Informação e acompanhamento médico são essenciais no controle da doença.   O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ou simplesmente Lúpus é uma doença inflamatória, autoimune e crônica, cuja principal característica é a ampla variedade&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/press-releases/lupus-eritematoso-sistemico-diagnostico-precoce-e-essencial-alerta-sociedade-brasileira-de-reumatologia/">Lúpus Eritematoso Sistêmico: diagnóstico precoce é essencial, alerta Sociedade Brasileira de Reumatologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong><em>A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) estima que o Lúpus afeta entre 150 mil e 300 mil pessoas no Brasil, principalmente mulheres jovens. Informação e acompanhamento médico são essenciais no controle da doença.</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O<strong> </strong>Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ou simplesmente Lúpus é uma doença inflamatória, autoimune e crônica, cuja principal característica é a ampla variedade de suas manifestações clínicas. Frequentemente, se manifesta em mulheres jovens, com idade entre 20 e 45 anos, podendo comprometer também adolescentes.</p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) alerta que o controle e o tratamento começam pela conscientização do paciente sobre a doença e seus sintomas. “Pode ser uma doença de fácil manejo, de fácil controle, mas pode vir a ser uma doença de muita gravidade. Por isso, fundamental procurar um médico rapidamente”, alerta o presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, José Eduardo Martinez. De acordo com ele, o médico fará não só uma avaliação do diagnóstico e sim da gravidade, de acordo com a manifestação e o órgão envolvido.</p>
<p style="font-weight: 400;">A precocidade do diagnóstico é extremamente importante para um tratamento adequado, e pode determinar uma melhor resposta clínica”, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). No Brasil, não há números exatos da prevalência da doença. A SBR estima que o Lúpus já afeta entre 150 mil e 300 mil pessoas no país.</p>
<p style="font-weight: 400;">Os especialistas estimam que o tempo médio relatado por pacientes entre o primeiro sintoma e o diagnóstico da doença pode variar em cerca de 4 a 7 anos. Daí a importância da atenção aos sinais da doença.</p>
<p style="font-weight: 400;">Embora a maioria das pessoas apresentem manifestações cutâneas e articulares, os sintomas podem surgir em diversos outros órgãos, de forma lenta e progressiva (meses) ou mais rapidamente (em semanas) e variam com fases de atividade e de remissão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Um de seus indicadores mais preocupantes é a inflamação dos rins (nefrite) que pode chegar a estados muito graves e necessidade de diálise. A doença também pode causar inflamação nas membranas do coração e dos pulmões.</p>
<p style="font-weight: 400;">São reconhecidos dois tipos principais de Lúpus: um exclusivo de pele ou Lúpus cutâneo, que tem como sintomas manchas na pele (geralmente avermelhadas ou eritematosas), principalmente nas áreas que ficam expostas à luz solar (rosto, orelhas, colo e braços) e o outro Lúpus eritematosos sistêmico, no qual múltiplos órgãos podem ser acometidos, além de quadros cutâneos e articulares.</p>
<p style="font-weight: 400;">Alguns sintomas gerais do Lúpus eritematoso sistêmico são febre, emagrecimento, perda de apetite, fraqueza e desânimo. Outros, são específicos de cada órgão acometido, como dor nas juntas, manchas na pele, anemia, diminuição de plaquetas, inflamação na pleura e pericárdio, hipertensão e/ou problemas nos rins.<strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com o reumatologista Dr Odirlei Andre Monticielo, coordenador da Comissão de LES, da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), o tratamento do Lúpus depende muito do tipo de manifestação apresentada pela doença e deve ser individualizado. “O foco é tentar controlar a atividade de doença, prevenindo a perda de função dos órgãos e evitando danos irreversíveis ao paciente”, afirma o especialista.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ele explica também que a pessoa com Lúpus tem, habitualmente, fases em que apresenta mais sintomas, chamados de `períodos de atividade´ da inflamação e, outros momentos, nos quais a pessoa fica sem nenhum tipo de manifestação da doença, chamado de `período de remissão´.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sintomas do LES</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), desencadeia sintomas, que podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva (meses) ou mais rapidamente (em semanas). Nas fases iniciais do LES, os sintomas que mais incomodam são desânimo, cansaço e perda de apetite. A maioria das pessoas com LES na sua fase inicial apresentam dor nas juntas, às vezes, também com inchaço.</p>
<p style="font-weight: 400;">Além disso, podem também apresentar quadros cutâneos da doença, principalmente no rosto e em áreas expostas ao sol, que agravam sobremaneira as lesões. Na pele do rosto, a pessoa pode ficar com marcas e por isso, estigmatizada, o que determina diminuição da autoestima, principalmente para as mulheres.</p>
<p style="font-weight: 400;">Qualquer outro órgão ou tecido pode ser envolvido pela inflamação que ocorre no Lúpus, mas alguns são particularmente preocupantes. Um grande problema da doença, que afeta aproximadamente 50% dos pacientes, é a inflamação nos rins, que não determina dor, mas leva a uma perda da sua função, com perda de proteínas na urina, inchaço nas pernas e no rosto, hipertensão arterial e, nos casos mais graves levar a insuficiência renal com necessidade de hemodiálise.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Lúpus pode apresentar sintomas em vários órgãos, sendo esses decorrentes de uma inflamação, ocasionada por um desequilíbrio no sistema imunológico da paciente, fazendo com que ela produza uma quantidade aumentada de anticorpos. O aparecimento da doença depende de uma herança genética, isto é, existe uma predisposição genética, mas que pode ser desencadeada por fatores ambientais como a radiação ultravioleta, infecções virais, dentre outros.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"> <strong>Diagnóstico e Tratamento</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O diagnóstico do LES é feito pelo reconhecimento dos sintomas e sinais da doença pelo médico, em associação com alguns exames laboratoriais. É importante a avaliação de alguns exames gerais, como hemograma e os que medem a função renal, além de alguns exames mais específicos que confirmam a possibilidade de lúpus, como a identificação dos distúrbios imunológicos próprios da doença (presença de autoanticorpos no sangue). Neste sentido, é extremamente importante a avaliação do reumatologista para ajudar e confirmar a possibilidade da doença.</p>
<p style="font-weight: 400;">São importantes no manejo do Lúpus as medidas de proteção da radiação solar (com o uso de fotoprotetores), suspensão do tabagismo quando presente, afastamento de condições de estresse, alimentação balanceada, repouso adequado e atividade física regular. Além disso, o uso de medicamentos que controlem a atividade de doença, previnam reativações e diminuam o acúmulo de danos são fundamentais.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na atualidade, ainda não é possível falar em cura do Lúpus, mas em controle da doença. A maioria dos pacientes irá precisar de um acompanhamento regular, a cada três ou seis meses com um reumatologista, pois, em caso de uma reativação dos sintomas da doença, esses devem ser controlados logo no início, permitindo que a pessoa rapidamente reequilibre o seu sistema imunológico e recupere sua saúde.</p>
<p style="font-weight: 400;">É consenso entre os especialistas da SBR que quanto mais se conhece sobre os mecanismos envolvidos no desenvolvimento do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), maior a chance de controle da doença e maior a chance de se ter medicamentos com maior eficácia e menos efeitos adversos.</p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) disponibiliza gratuitamente uma cartilha com foco no esclarecimento e orientação sobre a doença Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), com linguagem simples e informativa para leigos. O material para download está disponível no site: <a href="http://www.reumatologia.org.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.reumatologia.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1778590720370000&amp;usg=AOvVaw0k6wPMs31xB_XnCxKs26DB">www.reumatologia.org.br</a></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Cenário da doença:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Estima-se que entre 150 mil a 300 mil pessoas no Brasil têm Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES).</li>
<li style="font-weight: 400;">A prevalência da doença é mais alta em mulheres, principalmente, na faixa etária entre 20 e 45 anos. Porém pode ocorrer em pessoas de qualquer idade e etnicidade.</li>
<li style="font-weight: 400;">São reconhecidos dois tipos principais de Lúpus: exclusivo de pele ou Lúpus cutâneo, que tem como sintomas o de manchas na pele (geralmente avermelhadas ou eritematosas) e Lúpus eritematoso sistêmico, no qual múltiplos órgãos podem ser acometidos.</li>
<li style="font-weight: 400;">O diagnóstico do LES é feito pelo médico reumatologista, que reconhece os sintomas característicos da doença, com associação a exames específicos, principalmente os distúrbios imunológicos próprios da doença.</li>
<li style="font-weight: 400;">O melhor controle da doença depende da conscientização do paciente e sua adesão ao tratamento proposto.</li>
<li style="font-weight: 400;">O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)<strong><u>não é contagioso.</u></strong></li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) é uma associação civil científica de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 15 de julho de 1949, na cidade do Rio de Janeiro, pelos médicos Herrera Ramos, Waldemar Bianchi, Pedro Nava, Israel Bonomo, Décio Olinto e outros, tendo mantido desde então sua tradição científica, acompanhando e promovendo o desenvolvimento da especialidade no Brasil e com um importante papel também internacional, especialmente entre os países da América Latina. Filiada à Associação Médica Brasileira, conta em torno de 2 mil associados, congrega 26 sociedades regionais estaduais, assessorias e comissões científicas e representações em associações nacionais e internacionais e junto ao Ministério da Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong><strong>Mais informações para a imprensa:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assessoria de Imprensa | Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Jô Ribeiro | (11) 97625-2858 | <a href="mailto:jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br">jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Espondiloartrite Axial: sintomas, causas e tratamentos</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/press-releases/espondiloartrite-axial-sintomas-causas-e-tratamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Qualquer segmento da coluna vertebral pode ser acometido, mas a região lombar é a mais frequente e a dor nas costas é um dos principais sintomas, afeta mais homens no início da idade adulta. A SBR destaca que está ocorrendo uma queda no período de espera no diagnóstico. Diagnóstico da doença demorava 20 anos e,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong><em>Qualquer segmento da coluna vertebral pode ser acometido, mas a região lombar é a mais frequente e a dor nas costas é um dos principais sintomas, afeta mais homens no início da idade adulta. A SBR destaca que está ocorrendo uma queda no período de espera no diagnóstico. Diagnóstico da doença demorava 20 anos e, hoje, já é possível diagnosticar os pacientes de forma mais precoce, idealmente até 2 anos após o início dos sintomas. Isso se deve ao melhor entendimento da doença pelos médicos e profissionais de saúde, avanço no diagnóstico por imagem, e a procura de tratamento especializado mais rápida pelo paciente.</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;">No mês de conscientização sobre a Espondiloartrite Axial, a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) alerta para o diagnóstico precoce dessa doença, que pertence ao grupo de doenças chamadas de Espondilartrites (EpA). É uma doença inflamatória crônica, que afeta principalmente a coluna vertebral, causando dor e rigidez.  É mais frequente entre os homens com manifestações iniciais geralmente entre os 20 e 30 anos de idade.</p>
<p style="font-weight: 400;">Um dos principais sintomas da Espondiloartrite Axial <strong>é a dor lombar (dor nas costas e na região dos glúteos) pela manhã,</strong> ao acordar e acompanhada de rigidez. Diferente das dores musculares e vertebrais por traumas e desgaste, que pioram com exercícios, essa dor melhora com a atividade física.</p>
<p style="font-weight: 400;">A doença pertence a um grupo de doenças chamado de Espondiloartrites (EpA), que apresentam características comuns, como comprometimento inflamatório da coluna vertebral. Afeta principalmente o esqueleto axial (coluna vertebral e articulação sacroíliaca).  Qualquer segmento da coluna vertebral pode ser acometido, mas a região lombar é a mais frequente.</p>
<p style="font-weight: 400;">Além da inflamação da coluna vertebral, as EpAs podem vir acompanhadas de artrites (inflamações articulares), dactilite (inflamação de dedos), doença inflamatória intestinal (Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa), inflamação ocular (uveíte) e doença de pele (psoríase).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>A Espondiloartrite Axial (EpA) afeta mais homens, </strong>mas a identificação de mulheres com a doença tem aumentado nos últimos anos. Normalmente, os pacientes desenvolvem os primeiros sinais da doença no <strong>início da idade adulta.</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>O diagnóstico rápido evita complicações</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A grande importância que se deve ter em relação à Espondiloartrite Axial é para que seu diagnóstico seja feito o mais cedo possível, porque desta maneira podemos evitar as sequelas que podem vir com meses e anos de tratamento não adequado.</p>
<p style="font-weight: 400;">O diagnóstico é feito pela história clínica do paciente, sinais e sintomas e por exames de imagens. Muitas vezes, estes sintomas não são muito exuberantes e podem passar despercebidos pelo médico não especialista.</p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) destaca que está ocorrendo uma queda no período de espera no diagnóstico da doença. “Se nos anos 80, o diagnóstico demorava até 20 anos, hoje, já falamos em até dois anos para que o paciente tenha o diagnóstico definido. Isso se deve ao melhor entendimento da doença pelos próprios médicos e profissionais de saúde e a procura de tratamento especializado mais rápida”, afirma a reumatologista Carla Gonçalves Schahin Saad, coordenadora da comissão de Espondiloartrites da SBR.</p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com a especialista, detectar precocemente a Espondiloartrite Axial ajuda a evitar as sequelas que podem vir depois de meses e anos de tratamento não adequado. “Sem a assistência adequada, a evolução da doença leva perda de mobilidade da coluna vertebral, levando o paciente a ter dificuldade de deitar-se, entrar em um carro, assim como compromete sua qualidade de vida”, ressalta.</p>
<p style="font-weight: 400;">A etiologia da Espondiloartrite Axial ainda não é totalmente conhecida. Hoje, acredita-se que ela seja uma associação entre fatores genéticos, imunológicos e ambientais.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Como é feito o tratamento</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O tratamento da Espondiloartrite Axial deve ser realizado de forma individualizada, de acordo com os sintomas da doença e as características do paciente, como a presença de comorbidades (doenças associadas) e fatores psicossociais. O objetivo é melhorar dor, rigidez, fadiga, mobilidade e flexibilidade, além de prevenir dano estrutural à coluna vertebral e preservar usa função. Para isso, é prescrita uma associação de remédios e atividades físicas.</p>
<p style="font-weight: 400;">A Espondiloartrite Axial é uma doença crônica e incurável, então é fundamental educar o paciente para entender a doença e ter adesão ao tratamento medicamentoso, fisioterapia constante e atividade física diária.</p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) disponibiliza gratuitamente uma cartilha com foco no esclarecimento e orientação sobre <strong>Espondiloartrites. </strong>O material para download está disponível no site: <a href="http://www.reumatologia.org.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.reumatologia.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1778254542519000&amp;usg=AOvVaw0nHNklLI2i1dhqQ_GsqFNN">www.reumatologia.org.br</a></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Mais informações:</strong><br />
<strong>Assessoria de Imprensa | Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Jô Ribeiro | </strong><a href="mailto:jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br">jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br</a> <strong>| (11) 97625-2858</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">
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		<title>Fibromialgia: Sociedade Brasileira de Reumatologia atualiza diretrizes para o tratamento e traz avanços no controle da dor</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/press-releases/fibromialgia-sociedade-brasileira-de-reumatologia-atualiza-diretrizes-para-o-tratamento-e-traz-avancos-no-controle-da-dor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 20:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Documento reforça a importância de abordagens não farmacológicas como educação do paciente, exercícios físicos, terapias psicológicas e tratamento interdisciplinar. O uso racional de medicamentos, importância de abordagens não farmacológicas, monitoramento clínico e tratamento interdisciplinar são os destaques A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) publicou as novas Diretrizes Brasileiras para o Tratamento da Fibromialgia, com foco&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><em>Documento reforça a importância de abordagens não farmacológicas como educação do paciente, exercícios físicos, terapias psicológicas e tratamento interdisciplinar. O uso racional de medicamentos, importância de abordagens não farmacológicas, monitoramento clínico e tratamento interdisciplinar são os destaques</em></p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) publicou as novas Diretrizes Brasileiras para o Tratamento da Fibromialgia, com foco no monitoramento clínico, uso racional dos medicamentos e nas abordagens não farmacológicas. O documento atualiza as recomendações de 2010 e incorpora evidências científicas recentes para qualificar o cuidado de uma das condições reumatológicas mais prevalentes no país.</p>
<p style="font-weight: 400;">A fibromialgia afeta entre 2,5% a 3% da população brasileira, sendo a segunda doença reumatológica mais comum, atrás apenas da osteoartrite, e caracteriza-se por dor crônica generalizada, distúrbios do sono, alterações cognitivas e impacto funcional significativo, com elevado custo social e econômico.</p>
<p style="font-weight: 400;">“O manejo eficaz da fibromialgia exige uma abordagem interdisciplinar, contínua e centrada no paciente, uma vez que a síndrome está relacionada principalmente a alterações no processamento central da dor e costuma coexistir com quadros como ansiedade e depressão”, afirma Dr. José Eduardo Martinez, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).</p>
<p style="font-weight: 400;">As novas diretrizes recomendam o uso de instrumentos validados para avaliar a gravidade da doença e a resposta ao tratamento, destacando ferramentas como o <em>Revised Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQR)</em> e o <em>Fibromyalgia Survey Questionnaire (FSQ),</em> ambos disponíveis em português e amplamente utilizados na prática clínica.</p>
<p style="font-weight: 400;">O documento aponta ainda que dor, fadiga e distúrbios do sono são os principais alvos terapêuticos, mas ressalta a importância de considerar também aspectos emocionais, cognitivos, funcionais e metabólicos, como a obesidade, por exemplo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Entre as estratégias apresentadas com melhor nível de evidência científica, destacam-se a educação do paciente e familiares, considerada fundamental para melhorar adesão ao tratamento, autonomia e qualidade de vida; <strong>a realização de exercícios físicos, especialmente programas que combinam atividade aeróbica e treinamento de força,</strong> associados à redução da dor e melhora funcional; Terapias psicológicas, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT), eficazes no controle da dor, do sono e de sintomas emocionais; <strong>Técnicas de neuromodulação e Acupuntura</strong>, recomendadas para alívio da dor, sobretudo no curto prazo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Outras práticas complementares como Tai Chi Chuan, exergames (videogames que integram atividade física e exercício corporal), além de aspectos relacionados à espiritualidade e religiosidade, sempre como apoio ao tratamento convencional.</p>
<p style="font-weight: 400;">O presidente da SBR, Dr. José Eduardo Martinez, também reforça que o tratamento conduzido por equipes interdisciplinares, envolvendo médicos, fisioterapeutas, psicólogos, educadores físicos, nutricionistas e outros profissionais de saúde, apresenta resultados superiores em qualidade de vida quando comparado ao cuidado exclusivamente médico.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Uso de medicamentos no tratamento da fibromialgia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Em relação ao tratamento farmacológico, é consenso entre os especialistas que os medicamentos têm como objetivo principal aliviar sintomas e melhorar a funcionalidade, já que nenhuma medicação isolada é suficiente para o controle completo da doença. Entre os fármacos com melhor evidência científica estão a amitriptilina, indicada especialmente para dor e distúrbios do sono, a duloxetina, com eficácia moderada no controle da dor, e a pregabalina, que apresenta benefícios na dor, no sono e na qualidade de vida.</p>
<p style="font-weight: 400;">As diretrizes apontam que outros antidepressivos, como os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), bem como a gabapentina, não possuem evidência científica suficiente para recomendação formal. O documento também é enfático ao não recomendar o uso rotineiro de opioides, anti-inflamatórios, canabinoides, benzodiazepínicos e terapias intravenosas, por falta de eficácia comprovada e risco de efeitos adversos.</p>
<p style="font-weight: 400;">A SBR destaca que o tratamento da fibromialgia deve ser integrado e centrado no paciente, combinando terapias farmacológicas e não farmacológicas, com acompanhamento contínuo e metas realistas. As novas diretrizes no Brasil.</p>
<p style="font-weight: 400;">Elaboradas a partir de revisões sistemáticas, meta-análises e consenso entre especialistas, as novas diretrizes contribuem para padronizar condutas clínicas e qualificar o cuidado oferecido aos portadores de fibromialgia, além de reafirmar o compromisso da SBR com uma prática baseada em evidências científicas, adaptada à realidade brasileira e focada no cuidado integral do paciente.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>A fibromialgia é uma doença autoimune?</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Não. A Fibromialgia não é uma doença autoimune. Autoimunidade é um termo utilizado para designar um grupo de doenças em que o sistema imunológico (de defesa) ataca o próprio corpo. Quer dizer, o sistema imunológico, responsável por defender o organismo contra bactérias e vírus invasores passa a acreditar que as proteínas das células de diferentes partes do corpo são invasoras e envia células de defesa para atacá-las e isolá-las, destruindo estruturas e causando diferentes sintomas nos pacientes. Dentre a doenças autoimunes estão o Lúpus Eritematoso Sistêmico, a Artrite Reumatoide, a Esclerose Múltipla, o Diabetes tipo 1 e outras.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Quais são os sintomas?</strong></p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>Dor generalizada é o principal sintoma e pode estar presente em diversos pontos do corpo;</li>
<li>Fadiga como falta de energia e cansaço excessivos, mesmo após dormir muitas horas;</li>
<li>Distúrbio do sono reparador ou profundo;</li>
<li>Sensação de formigamento em mãos e pés;</li>
<li>Dificuldades cognitivas, como problemas para se concentrar por longos períodos de tempo;</li>
<li>Ansiedade e ou depressão podem estar associados.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Mais informações:</strong><br />
<strong>Assessoria de Imprensa | Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Jô Ribeiro | </strong><a href="mailto:jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br">jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br</a> <strong>| (11) 97625-2858</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/press-releases/fibromialgia-sociedade-brasileira-de-reumatologia-atualiza-diretrizes-para-o-tratamento-e-traz-avancos-no-controle-da-dor/">Fibromialgia: Sociedade Brasileira de Reumatologia atualiza diretrizes para o tratamento e traz avanços no controle da dor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Disciplina de reumatologia da FM-USP divulga oportunidade de bolsa de pós-doutorado</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/divulgacoes/disciplina-de-reumatologia-da-fm-usp-divulga-oportunidade-de-bolsa-de-pos-doutorado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 02:18:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Divulgações]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=27836</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo oferece uma bolsa para pesquisa de Pós-Doutorado (para profissionais da área da saúde), preferencialmente que tenha experiência em técnicas que serão utilizadas no projeto. A bolsa terá dedicação exclusiva (40 horas/semana) e duração de 36 meses que será&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo oferece uma bolsa para pesquisa de Pós-Doutorado (para profissionais da área da saúde), preferencialmente que tenha experiência em técnicas que serão utilizadas no projeto. A bolsa terá dedicação exclusiva (40 horas/semana) e duração de 36 meses que será custeada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP, processo nº: 2022/12925-8, vigência: 01/11/2024 a 31/10/2029).</p>
<p>O Projeto tem o título de: “ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO DE INFECÇÕES, MECANISMOS E FATORES QUE INFLUENCIAM A RESPOSTA ÀS INTERVENÇÕES EM PACIENTES COM DOENÇAS REUMÁTICAS AUTOIMUNES”.</p>
<p>Os candidatos deverão enviar e-mail aos Profs. Drs. Eloisa Silva Dutra de Oliveira Bonfá e Clovis Artur Almeida da Silva para reumatologia.fmusp@hc.fm.usp.br comunicando que gostariam de participar do processo seletivo com a seguinte documentação, até <strong>15/05/2026:</strong><br />
a) Curriculum Vitae.<br />
b) Uma carta de apresentação e explicando as razões do interesse no projeto.<br />
c) Duas cartas de recomendação.</p>
<p>Para mais informações, clique <a href="https://fapesp.br/oportunidades/estrategias-de-prevencao-de-infeccoes-mecanismos-e-fatores-que-influenciam-a-resposta-as-intervencoes-em-pacientes-com-doencas-reumaticas-autoimunes/9378/">aqui.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/divulgacoes/disciplina-de-reumatologia-da-fm-usp-divulga-oportunidade-de-bolsa-de-pos-doutorado/">Disciplina de reumatologia da FM-USP divulga oportunidade de bolsa de pós-doutorado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Processo seletivo para habilitação em ultrassonografia reumatológica 2026 tem inscrições abertas</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/processo-seletivo-para-habilitacao-em-ultrassonografia-reumatologica-2026-tem-inscricoes-abertas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 01:13:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=27779</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) torna público o edital do processo seletivo para habilitação em ultrassonografia reumatológica.  O processo seletivo para a Habilitação em Ultrassonografia Reumatológica será composto por:  • Prova Teórica Online – 12 de julho de 2026• Prova Prática Presencial – 02 de setembro de 2026, em Curitiba (PR), por ocasião do&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/processo-seletivo-para-habilitacao-em-ultrassonografia-reumatologica-2026-tem-inscricoes-abertas/">Processo seletivo para habilitação em ultrassonografia reumatológica 2026 tem inscrições abertas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) torna público o edital do processo seletivo para habilitação em ultrassonografia reumatológica. </p>
<p data-pm-slice="1 1 []">O processo seletivo para a Habilitação em Ultrassonografia Reumatológica será composto por: </p>
<p>• <strong>Prova Teórica Online</strong> – 12 de julho de 2026<br />• <strong>Prova Prática Presencial </strong>– 02 de setembro de 2026, em Curitiba (PR), por ocasião do Congresso Brasileiro de Reumatologia &#8211; SBR2026</p>
<!-- /wp:post-content -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Confira todos os detalhes sobre a inscrição <a href="https://www.reumatologia.org.br/downloads/pdf/EDITAL%20DO%20PROCESSO%20SELETIVO%20PARA%20HABILITA%C3%87%C3%83O%20EM%20ULTRASSONOGRAFIA%20REUMATOL%C3%93GICA%202026_%20%282%29.pdf">clique aqui.</a> </p>
<p>Link para inscrição: <a href="http://sbr.sucesso.events/2026/Candidato">http://sbr.sucesso.events/2026/Candidato </a></p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Para a realização da avaliação, serão necessários os seguintes documentos e pré-requisitos:</p>
<ol>
<li>Diploma em Medicina ou CRM (Foto ou arquivo PDF)</li>
<li>Título de Especialista em Reumatologia da Associação Médica Brasileira (Foto ou arquivo PDF)</li>
<li>Prática comprovada de Ultrassonografia Reumatológica (USR) | Mínimo de 2 anos de atuação em instituições públicas ou privadas: Carta da chefia imediata atestando a prática ou, em caso de clínica/consultório próprio, declaração descritiva das atividades realizadas.</li>
<li>Formação complementar em USR (Comprovação em arquivo PDF): 
<p>Participação em pelo menos um dos cursos abaixo, com nível mínimo<br />INTERMEDIÁRIO:<br />▪ EULAR<br />▪ PANLAR<br />▪ ACR<br />▪ SBR<br />▪ Cursos nacionais com certificação pela CNA (Conselho Nacional de Acreditação) ou treinamento supervisionado em instituições nacionais/internacionais com equipe de USR;</p>
</li>
<li>Envio de imagens adquiridas pelo(a) candidato(a):</li>
</ol>
<p>Arquivo em formato PowerPoint contendo 24 imagens (2 imagens por articulação: longitudinal e transversal, bilateral), organizadas em 12 slides com os seguintes sítios:<br />1. Mãos<br />2. Punhos<br />3. Cotovelos<br />4. Joelhos<br />5. Tornozelos<br />6. Pés<br /><br />o Cada slide deve conter:<br />▪ Identificação da articulação;<br />▪ Plano de corte (longitudinal/transversal);<br />▪ Estruturas visualizadas;<br />▪ Diagnóstico ultrassonográfico;<br />▪ Configurações básicas do equipamento (marca, modelo, modo GS/PD, frequência, PRF).<br />▪ Atenção: Todas as imagens devem estar com a identificação do paciente removida. </p>
<p>As imagens serão avaliadas por uma comissão. Poderá ser solicitado o reenvio ou detalhamento. Apenas candidatos com imagens aprovadas poderão realizar a inscrição definitiva.<br />o Para orientação do formato de envio das imagens, segue tutorial em anexo.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

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<!-- wp:paragraph -->
<p><a href="http://www.reumatologia.org.br/downloads/pdf/Regras_USR_habilitacao%20-%20exemplo%20imagem%20-%202026.pptx">Baixe aqui</a> exemplo e tutorial, com regras para imagens em Power Point.</p><p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/processo-seletivo-para-habilitacao-em-ultrassonografia-reumatologica-2026-tem-inscricoes-abertas/">Processo seletivo para habilitação em ultrassonografia reumatológica 2026 tem inscrições abertas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Brasil amplia protagonismo científico no Congresso Pan-Americano de Reumatologia com liderança, inovação e reconhecimento internacional</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/press-releases/brasil-amplia-protagonismo-cientifico-no-congresso-pan-americano-de-reumatologia-com-lideranca-inovacao-e-reconhecimento-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 23:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=27730</guid>

					<description><![CDATA[<p>Evento que acontece no Panamá reúne mais de 2 mil profissionais das Américas   A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) terá participação de destaque no Congresso Pan-Americano de Reumatologia (PANLAR 2026), que acontece de 27 a 30 de abril na cidade do Panamá. O Congresso PANLAR é um dos encontros científicos mais importantes na área&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/press-releases/brasil-amplia-protagonismo-cientifico-no-congresso-pan-americano-de-reumatologia-com-lideranca-inovacao-e-reconhecimento-internacional/">Brasil amplia protagonismo científico no Congresso Pan-Americano de Reumatologia com liderança, inovação e reconhecimento internacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong><em>Evento que acontece no Panamá reúne mais de 2 mil profissionais das Américas</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) terá participação de destaque no Congresso Pan-Americano de Reumatologia (PANLAR 2026), que acontece de 27 a 30 de abril na cidade do Panamá. O Congresso PANLAR é um dos encontros científicos mais importantes na área da reumatologia nas Américas e reúne anualmente profissionais do setor para compartilhar conhecimentos, apresentar avanços em pesquisa, discutir novas estratégias clínicas e promover a colaboração entre os países da região.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Durante quatro dias, serão realizadas conferências, aulas magnas, simpósios, atividades acadêmicas, espaços de discussão institucional, oficinas práticas e cursos pré-congresso para aprofundar áreas-chave da especialidade com a participação de conferencistas brasileiros.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A presença brasileira nesta edição reforça o papel estratégico do país na produção científica, formação de lideranças e articulação regional da especialidade. Um dos destaques será a aula no curso pré-congresso com o tema “Capturando a dor: questionários que traduzem a experiência em evidências”, ministrada pelo reumatologista Dr. José Eduardo Martinez, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A apresentação abordará o uso de instrumentos estruturados para avaliação da dor em reumatologia, contribuindo para a qualificação da prática clínica e da produção de evidências na área. “Dor é um sintoma subjetivo, mas existem questionários de avaliação que proporcionam maior objetividade e permitem acompanhar a dor e o impacto dela no paciente, possibilitando ao médico planejar o tratamento com maior segurança”, explica Martinez.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Prêmio Panlar 2026</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Outro destaque será a homenagem à reumatologista Dra. Licia Mota, diretora científica da SBR e professora da Universidade de Brasília (UnB), que receberá o prêmio “Ao Espírito Panamericano”, uma das mais altas distinções concedidas pela PANLAR que reconhece a trajetória da reumatologista marcada pela promoção da colaboração científica e pelo fortalecimento da integração entre países das Américas.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">“Recebo esse prêmio com honra e com profunda gratidão pelo significado institucional e humano deste reconhecimento. A premiação não é uma distinção individual, mas é a expressão de uma construção coletiva, sustentada pelo diálogo, pela cooperação científica e pelo fortalecimento dos vínculos entre a reumatologia brasileira e a comunidade panamericana”, destaca Licia.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A reumatologista também será responsável por três sessões estratégicas do congresso, refletindo temas centrais para o presente e o futuro da especialidade. A apresentação “Best of the Year” acontecerá na cerimônia de abertura e reunirá os principais avanços da reumatologia no último ano, com análise crítica de publicações, consensos, guidelines e novas terapias, com foco no impacto para a América Latina. Já “Innovation Battle”, será uma sessão dedicada às fronteiras emergentes da reumatologia, desde novas abordagens terapêuticas até os desafios de implementação na prática clínica e o papel da saúde digital na região e o “PANLAR Sparks” terá formato TED e fará uma reflexão estratégica e inspiracional sobre liderança, mentoria e construção de redes colaborativas para o fortalecimento da reumatologia latino-americana.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">“A atuação brasileira no PANLAR 2026 evidencia o compromisso da SBR com a excelência científica, a inovação e a integração regional, consolidando o país como uma das principais referências na reumatologia das Américas”, completa Dr. José Eduardo Martinez.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A programação científica completa do congresso está disponível em<strong> <a href="https://www.congreso-panlar.com/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.congreso-panlar.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1777074423591000&amp;usg=AOvVaw0ujDTNaykIdpTT35t97lk8">www.congreso-panlar.com</a> .</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) é uma associação civil científica de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 15 de julho de 1949, na cidade do Rio de Janeiro, pelos médicos Herrera Ramos, Waldemar Bianchi, Pedro Nava, Israel Bonomo, Décio Olinto e outros, tendo mantido desde então sua tradição científica, acompanhando e promovendo o desenvolvimento da especialidade no Brasil e com um importante papel também internacional, especialmente entre os países da América Latina. Filiada à Associação Médica Brasileira, conta em torno de 2 mil associados, congrega 26 sociedades regionais estaduais, assessorias e comissões científicas e representações em associações nacionais e internacionais e junto ao Ministério da Saúde.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a PANLAR</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Liga Pan-Americana de Associações de Reumatologia (PANLAR) é a principal organização que reúne sociedades de reumatologia de todos os países das Américas. Fundada em 1944, a PANLAR tem como missão estimular, promover e apoiar a pesquisa, prevenção, tratamento e reabilitação de afecções reumáticas, visando a melhoria da qualidade de vida dos pacientes em toda a região.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Mais informações para a imprensa:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assessoria de Imprensa | Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Jô Ribeiro | (11) 97625-2858 | </strong><a href="mailto:jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br">jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/press-releases/brasil-amplia-protagonismo-cientifico-no-congresso-pan-americano-de-reumatologia-com-lideranca-inovacao-e-reconhecimento-internacional/">Brasil amplia protagonismo científico no Congresso Pan-Americano de Reumatologia com liderança, inovação e reconhecimento internacional</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
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		<title>Jornada Cone Sul de Reumatologia destaca avanços no tratamento da artrite reumatoide e alerta para osteoporose em homens</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/press-releases/jornada-cone-sul-de-reumatologia-destaca-avancos-no-tratamento-da-artrite-reumatoide-e-alerta-para-osteoporose-em-homens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 15:03:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programação científica destaca temas centrais da reumatologia contemporânea como o reconhecimento de perfis específicos de risco e a incorporação de terapias de alta complexidade. A 25ª Jornada Cone Sul de Reumatologia 2026 reunirá, nos dias 17 e 18 de abril, em Florianópolis (SC), especialistas de todo o país para discutir os principais avanços científicos na&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><em>Programação científica destaca temas centrais da reumatologia contemporânea como o reconhecimento de perfis específicos de risco e a incorporação de terapias de alta complexidade.</em></p>
<p style="font-weight: 400;">A 25ª Jornada Cone Sul de Reumatologia 2026 reunirá, nos dias 17 e 18 de abril, em Florianópolis (SC), especialistas de todo o país para discutir os principais avanços científicos na área. Promovido pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), em parceria com a Sociedade Catarinense de Reumatologia (<strong>SCR</strong>), o evento traz entre seus destaques temas emergentes como a personalização do tratamento da artrite reumatoide e a osteoporose em homens, condição ainda subdiagnosticada e com impacto crescente na saúde pública.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Nesta edição especial, celebramos não apenas a tradição e a relevância deste encontro, mas também o compromisso contínuo com a excelência científica na região sul do país, a atualização profissional e o fortalecimento dos laços entre reumatologistas de todo o Cone Sul”, afirma Dra. Izabela Guimarães, presidente da Sociedade Catarinense de Reumatologia.</p>
<p style="font-weight: 400;">A programação científica destaca temas centrais da reumatologia contemporânea como o reconhecimento de perfis específicos de risco e a incorporação de terapias de alta complexidade, ressalta a reumatologista Dra. Adriana Fontes Zimmermann, presidente da Jornada. Entre os assuntos que serão debatidos estão “Osteoporose em homens” e “Novos horizontes no tratamento da artrite reumatoide: tratamento personalizado e CAR-T Cell”.</p>
<p style="font-weight: 400;">A abordagem da osteoporose masculina ganha relevância diante do envelhecimento populacional e da menor taxa de diagnóstico precoce neste grupo, frequentemente associado a maior risco de fraturas graves e complicações. O tema reforça a necessidade de ampliar o olhar clínico e as estratégias de rastreamento.</p>
<p style="font-weight: 400;">No campo da artrite reumatoide (AR), a Jornada trará uma discussão aprofundada sobre o futuro do tratamento, incluindo a medicina personalizada e o uso de terapias celulares avançadas, como o CAR-T Cell. Essa estratégia, ainda em desenvolvimento e expansão na reumatologia, representa uma nova fronteira terapêutica ao usar células geneticamente modificadas para modular a resposta imunológica. &#8220;As primeiras experiências com essa tecnologia ocorreram em lúpus eritematoso sistêmico (LES), mas vêm sendo testadas em um grupo cada vez maior de doenças imunomediadas, incluindo a artrite reumatoide&#8221; afirma o reumatologista Ricardo Xavier, que irá conduzir conferência com foco em uso de terapias celulares avançadas, ao destacar que o tratamento da artrite reumatoide passou por uma transformação significativa nas últimas décadas, com a introdução de terapias cada vez mais direcionadas.</p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com a diretora científica da SBR, Dra. Licia Mota, o futuro da área está na combinação entre diagnóstico precoce, estratificação de pacientes e uso de terapias inovadoras, capazes de modificar o curso da doença de forma mais precisa, cenário no qual tecnologias como o CAR-T Cell começam a ganhar espaço.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para o presidente da SBR, Dr. José Eduardo Martinez, a jornada tem como objetivo atualizar, capacitar e trazer novos estudos contribuindo para que os profissionais possam rapidamente diagnosticar e tratar as doenças reumáticas, que acometem mais de 15 milhões de brasileiros. “Neste ano, propomos uma abordagem inovadora da integração do saber médico, promovendo um diálogo enriquecedor entre ciência, cultura e identidade regional”, completa ele.</p>
<p style="font-weight: 400;">A Jornada Cone Sul de Reumatologia 2026 reforça, assim, seu papel como um dos principais fóruns científicos da especialidade no país, promovendo atualização clínica, troca de experiências e debate sobre tendências que devem transformar o cuidado com doenças reumáticas nos próximos anos.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><u>Serviço</u></strong>:</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>25ª Jornada Cone Sul de Reumatologia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 17 e 18 de abril de 2026</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Inscrições: </strong><a href="https://jornadaconesul2026.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://jornadaconesul2026.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1775746797355000&amp;usg=AOvVaw0B6A_nnopv259p9HoPXBo1"><strong>25° Jornada Cone-sul de Reumatologia</strong></a><strong> I (</strong><a href="https://jornadaconesul2026.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://jornadaconesul2026.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1775746797355000&amp;usg=AOvVaw0nWh_JtGbLxHOXLSEBZwgo"><strong>https://jornadaconesul2026.com.br</strong></a><strong>)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Local:</strong> Centro de Convenções de Florianópolis</p>
<p style="font-weight: 400;">Av. Gov. Gustavo Richard, 850 &#8211; Centro<br />
Florianópolis &#8211; SC</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) é uma associação civil científica de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 15 de julho de 1949, na cidade do Rio de Janeiro, pelos médicos Herrera Ramos, Waldemar Bianchi, Pedro Nava, Israel Bonomo, Décio Olinto e outros, tendo mantido desde então sua tradição científica, acompanhando e promovendo o desenvolvimento da especialidade no Brasil e com um importante papel também internacional, especialmente entre os países da América Latina. Filiada à Associação Médica Brasileira, conta em torno de 2 mil associados, congrega 26 sociedades regionais estaduais, assessorias e comissões científicas e representações em associações nacionais e internacionais e junto ao Ministério da Saúde.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><em>Mais informações para a imprensa:</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><em>Assessoria de Imprensa | Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><em>Jô Ribeiro | (11) 97625-2858 | </em></strong><a href="mailto:jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br"><em>jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br</em></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/press-releases/jornada-cone-sul-de-reumatologia-destaca-avancos-no-tratamento-da-artrite-reumatoide-e-alerta-para-osteoporose-em-homens/">Jornada Cone Sul de Reumatologia destaca avanços no tratamento da artrite reumatoide e alerta para osteoporose em homens</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
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		<title>Vacinação em doenças reumáticas imunomediadas: principais mensagens das Recomendações 2025 da Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/vacinacao-em-doencas-reumaticas-imunomediadas-principais-mensagens-das-recomendacoes-2025-da-sociedade-brasileira-de-reumatologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=27533</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vacinação em doenças reumáticas imunomediadas: principais mensagens das Recomendações 2025 da Sociedade Brasileira de Reumatologia Vitor Alves Cruz1, Gecilmara Cristina Salviato Pileggi2 e Viviane Angelina de Souza3 Professor Adjunto de Reumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG). Professora Afiliada de Reumatologia da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/vacinacao-em-doencas-reumaticas-imunomediadas-principais-mensagens-das-recomendacoes-2025-da-sociedade-brasileira-de-reumatologia/">Vacinação em doenças reumáticas imunomediadas: principais mensagens das Recomendações 2025 da Sociedade Brasileira de Reumatologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 class="entry-title">Vacinação em doenças reumáticas imunomediadas: principais mensagens das Recomendações 2025 da Sociedade Brasileira de Reumatologia</h1>
<p>Vitor Alves Cruz<sup>1</sup>, Gecilmara Cristina Salviato Pileggi<sup>2</sup> e Viviane Angelina de Souza<sup>3</sup></p>
<ol>
<li><em>Professor Adjunto de Reumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás (UFG).</em></li>
<li><em>Professora Afiliada de Reumatologia da Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina (UNIFESP – EPM).</em></li>
<li><em>Professora Associada de Reumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).</em></li>
</ol>
<p>Pacientes com doenças reumáticas imunomediadas (DRIMs) apresentam risco aumentado de infecções, em decorrência tanto da disfunção imunológica associada à própria doença quanto do uso frequente de imunossupressores. Apesar do impacto comprovado da vacinação na redução de morbimortalidade por infecções preveníveis, as coberturas vacinais nessa população permanecem abaixo do ideal. Entre os principais entraves estão a hesitação vacinal, o receio de reativação da doença de base e dúvidas quanto à segurança e à eficácia das vacinas em especial para este grupo de pacientes.</p>
<p>Nesse contexto, a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) coordenou a elaboração das Recomendações 2025 sobre vacinação em adultos com DRIMs, com o objetivo de oferecer orientações práticas, seguras e adaptadas à realidade brasileira. O documento foi desenvolvido por uma força-tarefa de especialistas, com base em revisões sistemáticas da literatura, metanalise e consenso estruturado seguindo a metodologia Delphi, contando com um painel de 20 especialistas, abordando onze questões clínicas centrais relacionadas à segurança e imunogenicidade das vacinas nesse grupo de pacientes. Nesse processo mais de 10000 artigos foram levantados, selecionados pelos painelistas, seguido da extração dos dados cuidadosa para metanalise e estruturação das respostas as 11 perguntas PICO.</p>
<p>De forma geral, as evidências disponíveis demonstram que vacinas inativadas são seguras em pacientes com DRIMs, não estando associadas a aumento clinicamente relevante de flares (reativação da doença de base), e quando ocorreram foram leves e autolimitados. Assim, a vacinação não deve ser adiada por receio isolado de reativação da doença.</p>
<p>As vacinas vivas atenuadas podem ser utilizadas de maneira segura quando administradas antes do início da imunossupressão ou após suspensão temporária e planejada dos imunossupressores, respeitando protocolos específicos.</p>
<p>As vacinas inativadas podem ser administradas durante o uso de medicamentos modificadores do curso da doença sintéticos convencionais (DMARDs) e de imunossupressores clássicos, como azatioprina, micofenolato, ciclosporina e ciclofosfamida. Embora esses fármacos reduzam a imunogenicidade, tal efeito não contraindica a vacinação, uma vez que a proteção clínica real não pode ser estimada pela falta de marcadores de correlato de proteção. De forma semelhante, o uso de corticosteroides em doses baixas não impede a vacinação, ainda que possa haver redução parcial da resposta imune.</p>
<p>Entre as terapias biológicas e alvo-específicas, a maioria dos agentes apresenta impacto discreto sobre a resposta vacinal, permitindo a imunização durante o tratamento. O rituximabe constitui a principal exceção, por reduzir de forma significativa a resposta humoral, sendo recomendada a vacinação antes do início da terapia ou, quando isso não for possível, preferencialmente a partir de seis meses após a última infusão. Inibidores de JAK também podem reduzir a imunogenicidade, mas a vacinação permanece indicada, idealmente antes do início do tratamento.</p>
<p>As recomendações ressaltam que a suspensão temporária de metotrexato, micofenolato ou inibidores de JAK não deve ser adotada rotineiramente com o único objetivo de melhorar a resposta vacinal, considerando o benefício modesto dessa estratégia e o risco potencial de reativação da doença.</p>
<p>No âmbito do calendário vacinal, reforça-se a vacinação anual contra influenza, indicada de forma rotineira para todos os pacientes com DRIMs. Quando disponível e acessível, a vacina de alta concentração pode ser considerada para idosos e indivíduos com alto grau de imunossupressão, mediante decisão compartilhada. Para hepatite B, esquemas intensificados, com dose dobrada e/ou adição de uma quarta dose, podem ser avaliados individualmente, especialmente em pacientes com fatores associados à baixa resposta imunológica e em alta imunossupressão.</p>
<p>As Recomendações de 2026 da Sociedade Brasileira de Reumatologia representam um avanço relevante na consolidação da vacinação como parte indissociável do cuidado integral ao paciente com DRIMs. Ao traduzirem a melhor evidência disponível em orientações práticas, adaptadas ao contexto brasileiro, contribuem para reduzir a hesitação vacinal, ampliar a cobertura e fortalecer a integração entre reumatologistas, infectologistas e demais profissionais envolvidos na imunização. A incorporação sistemática dessas orientações constitui um passo essencial para a prevenção de infecções e a qualificação do cuidado em saúde.</p>
<p><strong>Tabela – Resumo das 11 recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia (2025) sobre vacinação em doenças reumáticas imunomediadas.</strong></p>
<p>Nº Recomendações</p>
<ol>
<li>Vacinas inativadas são seguras em pacientes com DRIMs e não devem ser adiadas por receio de flare.</li>
<li>Vacinas vivas são seguras quando aplicadas antes da imunossupressão ou após suspensão temporária e planejada dos imunossupressores, conforme protocolos específicos.</li>
<li>A vacinação pode ser realizada durante o uso de DMARDs sintéticos convencionais, com risco mínimo de efeitos adversos ou flare.</li>
<li>Imunossupressores como azatioprina, micofenolato, ciclosporina e ciclofosfamida reduzem a imunogenicidade, mas não contraindicam vacinas inativadas.</li>
<li>Terapias biológicas, exceto rituximabe, exercem impacto discreto sobre a resposta vacinal, permitindo a imunização durante seu uso.</li>
<li>Rituximabe reduz significativamente a resposta humoral; recomenda-se vacinar antes do início do tratamento ou, se já iniciado, preferencialmente seis meses após a última dose.</li>
<li>Corticosteroides em doses baixas não impedem a vacinação, embora possam reduzir parcialmente a imunogenicidade.</li>
<li>Inibidores de JAK reduzem a resposta imune, mas a vacinação permanece recomendada, idealmente antes do início da terapia.</li>
<li>A suspensão temporária de metotrexato, micofenolato ou inibidores de JAK não é recomendada rotineiramente com o único objetivo de melhorar a resposta vacinal.</li>
<li>A vacina contra influenza deve ser aplicada rotineiramente; quando disponível, a formulação de alta concentração pode ser priorizada para idosos e pacientes com alto grau de imunossupressão, mediante decisão compartilhada.</li>
<li>Esquemas com dose dobrada e/ou adição de uma quarta dose para hepatite B podem ser considerados individualmente, com base em preditores de baixa resposta e decisão compartilhada.</li>
</ol>
<p><em>Referência: Pileggi GCS, Cruz VA, Medeiros-Ribeiro AC, et al. Brazilian Society of Rheumatology – 2025 recommendations on vaccination in immune-mediated rheumatic diseases. Adv Rheumatol. 2026. doi:10.1186/s42358-026-00520-8.</em></p>
<p>Apoio:</p>
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