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	<title>Arquivos mulher - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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	<title>Arquivos mulher - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Veja por que muitas mulheres largam o tratamento contra a osteoporose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma reportagem publicada recentemente pelo Portal HD informou que existe baixa adesão das mulheres ao tratamento contra a osteoporose, doença que fragiliza os ossos. Metade desiste ainda no primeiro ano, diz o texto, que aponta como principais motivos desse fato a pouca disponibilidade de exames de densitometria óssea na rede pública e o custo do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reportagem publicada recentemente pelo <strong>Portal HD</strong> informou que existe baixa adesão das mulheres ao tratamento contra a osteoporose, doença que fragiliza os ossos. Metade desiste ainda no primeiro ano, diz o texto, que aponta como principais motivos desse fato a pouca disponibilidade de exames de densitometria óssea na rede pública e o custo do tratamento, que fica em torno de R$ 1,3 mil por paciente ao ano.</p>
<p>A reumatologista e membro da Comissão de Osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), Vera Lucia Szejnfeld, conta que o dado sobre a desistência de 50% das pacientes é conhecido da área médica e frequentemente relatado em congressos da área. Entretanto, ela esclarece que isso se refere às mulheres que usam bisfosfonatos orais diários. &#8220;Quando se utilizam bisfosfonatos mensais ou semanais, cai para 30% a desistência no primeiro ano&#8221;, afirma.</p>
<p>Com relação à densitometria óssea, prossegue Vera, não é só a pouca disponibilidade dos exames a razão da baixa adesão, mas a falta de continuidade: &#8220;Há estudos que mostraram que as pacientes que têm condições de repetir a densitometria e de ver os números melhorarem aderem melhor ao tratamento, porque o que ocorre na osteoporose é semelhante ao que ocorre com o colesterol ou a glicemia&#8221;, compara. Entretanto, há outras razões para a desistência, fora a insuficiência de exames ósseos, como o já mencionado alto custo do tratamento, os efeitos colaterais e a dosagem do medicamento.</p>
<p>Vera diz que devem ainda ser consideradas a educação e a informação que tem a paciente, assim como suas comorbidades &#8211; ou seja, a presença de uma ou mais doenças, além da osteoporose, que podem alterar o efeito de interesse no estudo &#8211; e outras medicações que ela venha a usar. &#8220;Se a pessoa tem muitas comorbidades e utiliza várias outros medicamentos, é claro que a adesão ao tratamento da osteoporose vai ser baixa, pois muitas vezes ela larga a medicação porque o custo é limitante&#8221;, entende Vera. Como se não bastasse, lembra a reumatologista, a osteoporose é uma doença silenciosa, que não dói nem acarreta deformidades, o que também leva as pacientes a aderir menos à terapêutica.</p>
<p><strong>Cortisona </strong></p>
<p>A reportagem do <strong>Portal HD</strong> ainda menciona a cortisona como um medicamento que predispõe à fragilidade óssea. Vera explica que o uso de corticosteroides isoladamente ou para o tratamento de enfermidades reumatológicas, como lúpus e artrite reumatoide, acarreta mesmo o aparecimento da osteoporose. &#8220;O corticosteroide tem várias ações sobre o metabolismo ósseo, destacando-se a redução da formação óssea&#8221;, assinala a médica.</p>
<p>Qualquer que seja sua causa, no entanto, a osteoporose não tem cura, como, aliás, acontece com várias outras doenças, sublinha Vera. &#8220;Mas tem tratamento clínico que controla as possíveis alterações que podem aparecer&#8221;, destaca a reumatologista, acrescentando que a prevenção é a melhor terapia, centrada em dieta rica em cálcio, sol e exercícios. &#8220;Além disso, a introdução precoce de medicamentos que reduzam a reabsorção óssea ou que aumentem a formação óssea é também muito importante&#8221;, arremata.</p>
<p><strong>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</strong></p>
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		<title>Saiba o que é a tríade da mulher atleta</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/saiba-o-que-e-a-triade-da-mulher-atleta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[atleta]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[tríade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Corredores S/A trouxe, neste mês, um artigo sobre a tríade da mulher atleta, que consiste na inter-relação entre a disponibilidade energética – que resulta da energia proveniente da ingestão alimentar menos aquela que é despendida durante o exercício –, a função menstrual e a densidade mineral óssea. Segundo o texto, isoladas ou combinadas,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A revista <strong>Corredores S/A</strong> trouxe, neste mês, um artigo sobre a tríade da mulher atleta, que consiste na inter-relação entre a disponibilidade energética – que resulta da energia proveniente da ingestão alimentar menos aquela que é despendida durante o exercício –, a função menstrual e a densidade mineral óssea.</p>
<p>Segundo o texto, isoladas ou combinadas, essas três condições podem impactar significativamente na saúde das atletas. Explicando melhor a tríade, o reumatologista e membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) Fabio Jennings diz que se trata de um conceito já antigo e bem conhecido pela comunidade médica que lida com mMedicina esportiva. “Como a disponibilidade energética, a menstruação e a massa óssea caminham juntas na mulher, a ocorrência de alterações em qualquer um desses itens pode afetar outros”, assinala Jennings.</p>
<p>A falta de hormônios femininos, por exemplo, ocasiona uma baixa massa óssea. As consequências de alguma desarmonia nesse contexto são numerosas, de acordo com o reumatologista, incluindo infecções de repetição, baixo rendimento no esporte, emagrecimento excessivo, alterações de humor e fraturas de estresse.</p>
<p>O cuidado, segundo ele, é evitar desequilíbrio nesses três elementos, o que pode ser causado por ausência regular de menstruação, a chamada amenorreia, por baixa massa óssea para a idade, levando a reações de estresse e até a fraturas, e por distúrbios alimentares – às vezes até anorexia, caracterizada por uma rígida e insuficiente dieta alimentar, e bulimia, na qual há ingestão de grandes quantidades de alimento, seguida de métodos compensatórios, como o vômito.</p>
<p><strong>Alimentação</strong></p>
<p>De fato, os cuidados com a alimentação são preponderantes para evitar desequlíbrio ou disfunções que resultem em problemas de saúde. Afinal, se a dieta alimentar não for adequada, pouca quantidade de energia proveniente das refeições restará para atender às outras funções do organismo. Além disso, como ressalta Jennings, os alimentos fornecem proteínas e minerais como o cálcio, componentes fundamentais para a saúde óssea, assim como carboidratos, vitaminas e a própria gordura. “Todos esses elementos são fontes de energia para as funções orgânicas e, consequentemente, para a prática de exercícios”, observa Jennings.</p>
<p>Contudo, para não pecar nem por falta nem por excesso, o caminho é recorrer a uma alimentação saudável, adequada e balanceada para cada caso específico. Massa óssea Já a manutenção de uma boa densidade mineral óssea depende do tipo de exercício praticado.</p>
<p>O artigo publicado faz menção a um aumento de 5% a 15% da massa óssea nas mulheres que participam de atividades esportivas que suportem no mínimo o próprio peso, em comparação com as não atletas. Nesse caso, estão incluídas modalidades como caminhada, corrida, basquete e futebol, ao contrário das que não suportam o próprio peso, como natação e ciclismo. “As atividades que suportam o próprio peso corporal determinam maior ganho de massa óssea porque o estímulo mecânico no esqueleto tem efeito positivo na formação de um osso de boa qualidade”, esclarece o reumatologista.</p>
<p><strong>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</strong></p>
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