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	<title>Arquivos idosos - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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	<title>Arquivos idosos - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Vitamina D e cálcio juntos reduzem mortalidade de idosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[cálcio]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado na Dinamarca que envolveu pesquisar uso de vitamina D e cálcio conjuntamente demonstrou que essa associação pode reduzir a taxa de mortalidade entre idosos e foi tema de reportagem publicada no jornal Estado de S. Paulo. Segundo o texto da reportagem, os pesquisadores descobriram que os idosos que tomaram os suplementos tiveram&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado na Dinamarca que envolveu pesquisar uso de vitamina D e cálcio conjuntamente demonstrou que essa associação pode reduzir a taxa de mortalidade entre idosos e foi tema de reportagem publicada no jornal <strong>Estado de S. Paulo</strong>.</p>
<p>Segundo o texto da reportagem, os pesquisadores descobriram que os idosos que tomaram os suplementos tiveram risco 9% menor de morrer que os que não tomaram, considerado um período de três anos. Mas o consumo somente das pílulas de vitamina D, sem o cálcio, porém, não mostrou nenhum efeito nesse sentido.</p>
<p>Comentando o estudo, a coordenadora da Comissão de Doenças Osteometabólicas e Osteoporose da SBR, a reumatologista Rosa Maria Pereira, explica que se trata de um trabalho que avaliou outros oitos realizados anteriormente com o mesmo foco. Segundo ela, o trabalho mostra que a associação de vitamina D e cálcio é de fato benéfica para idosos,  mas aí há uma ressalva importante a fazer, diz Rosa: “É preciso citar outro estudo realizado, que incluiu mais 23 mil pessoas, portanto de larga abrangência, que demonstrou que o cálcio em forma de comprimido aumenta o risco de o idoso ter um infarto do miocárdio. Tal risco seria menor se o cálcio fosse consumido com base em dieta alimentar”.</p>
<p>Em relação à vitamina D, explica, o ideal é usar suplementos ou tomar sol  uma vez que a quantidade de vitamina D na dieta habitual é pequena. A vitamina D pode ser obtida em peixes como sardinha, salmão e atum, que normalmente não são consumidos no dia a dia. Rosa explica ainda que nos últimos anos surgiram estudos demonstrando que o uso de cálcio em forma de comprimido  poderia causar problemas cardíacos em idosos, o que levou à recomendação de que o cálcio deva ser mesmo consumido pela dieta, ou seja, com alimentos (leite, queijo e iogurte, por exemplo).</p>
<p>Então, voltando ao estudo realizado na Dinamarca, Rosa salienta novamente o benefício de usar vitamina D e cálcio juntos, mas este último de preferência na forma de dieta. Juntos, vitamina D e cálcio estendem expectativa de vida</p>
<p>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</p>
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		<title>Obesidade e artrite aumentam a propensão à incapacidade depois dos 65 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um alerta a favor da cintura fina. Mulheres obesas que sofrem de artrite têm propensão mais elevada que os homens para a incapacidade na velhice. Foi o que demonstrou um estudo da Universidade de Duke, nos EUA, segundo reportagem publicada no Jornal de Araraquara há alguns dias. Para chegar a essa conclusão, foram analisadas&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um alerta a favor da cintura fina. Mulheres obesas que sofrem de artrite têm propensão mais elevada que os homens para a incapacidade na velhice. Foi o que demonstrou um estudo da Universidade de Duke, nos EUA, segundo reportagem publicada no <strong>Jornal de Araraquara</strong> há alguns dias. Para chegar a essa conclusão, foram analisadas taxas de incapacidade em 5.888 homens e mulheres com mais de 65 anos.</p>
<p>O objetivo era aferir se pessoas com 70 anos ou mais poderiam correr maratonas ou jogar tênis, bem como verificar seu nível de comprometimento ao realizarem atividades básicas do dia a dia, tais como andar dentro de casa, sair da cama, tomar banho, vestir-se, etc. Com esse propósito, os pesquisadores constataram que a população feminina avaliada apresentava um risco 83% maior de tornar-se deficiente ou incapaz de realizar essas atividades quando comparada com a masculina. A artrite foi encontrada em um terço desse grupo com risco mais elevado, no qual 57% eram mulheres, e, considerando-se todos os pacientes avaliados, a obesidade mórbida foi cerca de quatro vezes mais comum no sexo feminino.</p>
<p>Comentando o estudo, a coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a reumatologista Licia Maria Henrique da Mota, esclarece que a obesidade traz mesmo uma série de riscos para a saúde em geral, aumentando a probabilidade de morte por doenças cardiovasculares. “A ocorrência de obesidade em pacientes com artrite pode reduzir a qualidade de vida e elevar o risco de mortalidade”, avisa.</p>
<p>Como caminho para o controle do peso corporal e para a prevenção de problemas futuros, a reumatologista recomenda hábitos saudáveis de vida, incluindo dieta balanceada e atividade física regular. “São providências de extrema importância para quem tem artrite reumatoide”, sublinha.</p>
<p><strong>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</strong></p>
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