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	<title>Arquivos tireoide - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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	<title>Arquivos tireoide - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Ingestão excessiva de remédio para tireoide pode aumentar risco de fraturas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[fratura]]></category>
		<category><![CDATA[tireoide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado no British Medical Journal constatou que idosos que tomam remédio em excesso para problemas na tireoide correm mais riscos de fraturas ósseas porque o medicamento acelera a perda natural de cálcio nos ossos. O fármaco em questão é a levotiroxina, a versão sintética do hormônio tiroxina, que está indicada para pacientes com&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo publicado no British Medical Journal constatou que idosos que tomam remédio em excesso para problemas na tireoide correm mais riscos de fraturas ósseas porque o medicamento acelera a perda natural de cálcio nos ossos. O fármaco em questão é a levotiroxina, a versão sintética do hormônio tiroxina, que está indicada para pacientes com hipotireoidismo, doença em que a tireoide não produz hormônio suficiente.</p>
<p>A pesquisa foi coordenada por uma equipe de cientistas do Women&#8221;s College Research Institute, no Canadá, e analisou dados de 213.500 pessoas acima dos 70 anos que tomavam levotiroxina.</p>
<p>Conforme a presidente da Comissão de Osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a reumatologista Rosa Pereira, já era sabido que o hipertireoidismo – que, ao contrário do hipotireoidismo, se caracteriza pela produção aumentada de hormônio tireoidiano – pode causar perda de massa óssea. Com a ingestão excessiva da levotiroxina, observa a médica, o resultado acaba sendo o mesmo. Rosa explica que os pesquisadores avaliaram a dose cumulativa do remédio, ou seja, desde a primeira vez em que os pacientes começaram a tomá-lo, e concluiu que doses maiores de levotiroxina elevam o risco de fraturas. Contudo, ela salienta que o estudo canadense não foi o único já realizado com essa constatação.</p>
<p><strong>Monitoração é essencial</strong></p>
<p>O que falta, de fato, diz Rosa, é a monitoração da ingestão da levotiroxina, ou seja, é preciso que o paciente volte periodicamente ao médico para que possa realizar exames dos níveis de hormônio. “E que período será esse só o médico é que irá dizer”, esclarece. Infelizmente, no entanto, há pessoas que fazem as consultas iniciais, mas depois não retornam mais ao consultório para esse acompanhamento.</p>
<p>De acordo com a reumatologista, monitorar o paciente também é essencial porque já se verificou que, com o envelhecimento do indivíduo com hipotireoidismo, a necessidade de hormônio diminui e, por isso, a dose precisa ser readequada. Outra consequência do nível excessivo de levotiroxina são os efeitos físicos, como a fraqueza muscular e a arritmia cardíaca, “que também podem levar a quedas e fraturas”,  lembra Rosa.</p>
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