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	<title>Arquivos reumatologia - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
	<lastBuildDate>Fri, 21 Aug 2026 12:42:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos reumatologia - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Telemedicina e inteligência artificial ampliam as possibilidades de monitoramento da artrite reumatoide</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/press-releases/telemedicina-e-inteligencia-artificial-ampliam-as-possibilidades-de-monitoramento-da-artrite-reumatoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 12:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Monitorização remota da atividade da doença pode acelerar o controle e a remissão, além de reduzir em cerca de 60% a necessidade de consultas presenciais O acompanhamento da artrite reumatoide (AR) impulsionada pelo avanço da telemedicina, da inteligência artificial e das ferramentas digitais de monitorização remota será um dos destaques no 43º Congresso Brasileiro de&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/press-releases/telemedicina-e-inteligencia-artificial-ampliam-as-possibilidades-de-monitoramento-da-artrite-reumatoide/">Telemedicina e inteligência artificial ampliam as possibilidades de monitoramento da artrite reumatoide</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong><em>Monitorização remota da atividade da doença pode acelerar o controle e a remissão, além de reduzir em cerca de 60% a necessidade de consultas presenciais</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O acompanhamento da artrite reumatoide (AR) impulsionada pelo avanço da telemedicina, da inteligência artificial e das ferramentas digitais de monitorização remota será um dos destaques no 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia. O evento, promovido pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e pela Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR), será realizado entre os dias 2 e 5 de setembro, em Curitiba (PR).</p>
<p style="font-weight: 400;">A incorporação dessas tecnologias será discutida na mesa-redonda “Artrite reumatoide: uma nova eRA – IA, telemedicina e monitorização remota da atividade da doença” apresentada pelo reumatologista Dr. André Xenofonte Cartaxo Sampaio, membro da comissão de Centros de Terapia Assistida e diretor da SBR. Segundo o especialista, diferentes estudos clínicos mostram que a utilização da telemedicina associada à monitorização remota por meio de ePROMs (Patient-Reported Outcome Measures eletrônicos) apresentam resultados comparáveis aos do acompanhamento presencial convencional, além de reduzir em cerca de 60% o número de consultas presenciais anuais.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Essas ferramentas permitem que o próprio paciente informe regularmente sintomas, limitações funcionais e outros indicadores relacionados à atividade da doença, fornecendo ao médico dados para acompanhar a evolução da artrite reumatoide de maneira mais contínua”, afirma ele. A estratégia busca estabelecer metas terapêuticas claras e ajustar o tratamento de acordo com a resposta do paciente, favorecer o controle da doença e contribuir para uma remissão mais rápida, especialmente entre pacientes com artrite reumatoide em fase inicial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Apesar dos avanços, a implementação da assistência remota também apresenta desafios. Acesso à tecnologia, literacia digital, integração entre diferentes sistemas e softwares e treinamento das equipes de saúde são alguns dos fatores que precisam ser considerados para que o modelo funcione de maneira eficiente e segura. Outro ponto de atenção é o monitoramento laboratorial de pacientes em tratamento com medicamentos que exigem exames periódicos para avaliação de segurança e que continuam necessitando de monitorização laboratorial regular e rigorosa.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Mais do que substituir a consulta presencial, a proposta da medicina digital é ampliar as possibilidades de acompanhamento. A combinação entre consultas presenciais quando necessárias, monitorização remota, dados relatados pelo próprio paciente e novas ferramentas de inteligência artificial pode tornar o cuidado da artrite reumatoide mais contínuo, participativo e orientado por metas, sem abrir mão da segurança clínica”, completa Dr. André Xenofonte.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Congresso Brasileiro de Reumatologia é o principal evento científico da especialidade no país e reúne médicos, pesquisadores e profissionais da saúde para discutir inovação, diagnóstico, tratamento, políticas públicas e novas perspectivas no cuidado das doenças reumáticas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong><strong>Doenças reumáticas no Brasil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Estima-se que as doenças reumáticas já afetam mais de 15 milhões de brasileiros. Em geral, provocam muitas dores nos pacientes e representam uma das maiores causas de afastamento do trabalho e de aposentadorias por invalidez. Entre as principais doenças reumáticas estão Artrite Reumatoide, Osteoartrite/Artrose, Espondiloartrites, Artrite Psoriásica, Lombalgia, Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), Fibromialgia, Osteoporose, Gota, Febre Reumática, Vasculites, Doença de Sjögren, Doença de Behçet e Esclerose Sistêmica (ES). Muitas dessas condições estão entre as maiores causas de dor crônica, incapacidade funcional, afastamento do trabalho e perda de qualidade de vida.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Serviço</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>43º Congresso Brasileiro de Reumatologia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data: 2 a 5 de setembro de 2026</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Local: Via Soft (Universidade Positivo)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 / Cidade Industrial de Curitiba &#8211; Curitiba (PR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Confira a programação completa no site:  </strong><a href="https://sbr2026.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://sbr2026.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1787401683764000&amp;usg=AOvVaw1c0Rdg8z8LZyGlWexe_Z4j"><strong>https://sbr2026.com.br/</strong></a><strong> .</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>@sociedadereumatologia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>@reumatologinsta</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) é uma associação civil científica de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 15 de julho de 1949, na cidade do Rio de Janeiro, pelos médicos Herrera Ramos, Waldemar Bianchi, Pedro Nava, Israel Bonomo, Décio Olinto e outros, tendo mantido desde então sua tradição científica, acompanhando e promovendo o desenvolvimento da especialidade no Brasil e com um importante papel também internacional, especialmente entre os países da América Latina. Filiada à Associação Médica Brasileira, conta em torno de 2 mil associados, congrega 26 sociedades regionais estaduais, assessorias e comissões científicas e representações em associações nacionais e internacionais e junto ao Ministério da Saúde.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Mais informações para a imprensa:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assessoria de Comunicação | Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Jô Ribeiro | (11) 97625-2858 | </strong><a href="mailto:jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br">jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br</a></p>
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		<title>SBR emite parecer contrário à regulamentação de ozonioterapia como tratamento complementar para artrite reumatoide</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/sbr-emite-parecer-contrario-a-regulamentacao-de-ozonioterapia-como-tratamento-complementar-para-artrite-reumatoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Allan Agra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 13:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[carta]]></category>
		<category><![CDATA[ozonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[reumatologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em carta aberta à Comissão de Assuntos Sociais  (CAS), do Senado Federal,  e a entidades médicas e setoriais, a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) se manifestou contrária à adoção da ozonioterapia como terapia complementar ao tratamento de artrite reumatoide (AR), pois não há evidência científica suficiente sobre sua segurança e eficácia a longo prazo. A legalização da prescrição&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/sbr-emite-parecer-contrario-a-regulamentacao-de-ozonioterapia-como-tratamento-complementar-para-artrite-reumatoide/">SBR emite parecer contrário à regulamentação de ozonioterapia como tratamento complementar para artrite reumatoide</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em carta aberta à Comissão de Assuntos Sociais  (CAS), do Senado Federal,  e a entidades médicas e setoriais, a <strong>Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) </strong>se manifestou contrária à adoção da<strong> ozonioterapia como terapia complementar ao tratamento de artrite reumatoide</strong> (AR), pois não há evidência científica suficiente sobre sua segurança e eficácia a longo prazo. A legalização da prescrição da ozonoterapia será objeto de consulta pública, prevista para ser iniciada ainda neste mês de outubro, por solicitação, por requerimento, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO).</p>
<p>Na carta assinada pelo presidente da entidade, Dr. Georges Christopoulos, e endossada pelo seu diretor científico, José Tupinambá, e pela Comissão Científica em AR, coordenada por Dra. Licia Mota, a SBR pondera que não há estudos suficientes que demonstrem a eficácia dessa alternativa de tratamento para a artrite reumatoide, como não são conhecidos os seus potenciais efeitos lesivos a longo prazo.</p>
<p>Em minucioso levantamento bibliográfico sobre o tema, foram encontradas poucas referências científicas que justifiquem a adoção da ozonoterapia como ferramenta eficaz e segura para o tratamento da AR – desses, somente um foi realizado em humanos e numa população restrita (30 pacientes). O levantamento bibliográfico abrangeu publicações existentes nas bases MEDLINE, SciELO, PubMed e EMBASE até setembro de 2017. Para a íntegra da carta encaminhada às autoridades, <a href="https://www.reumatologia.org.br/downloads/pdf/Parecer-Ozonioterapia-outubro-2017.pdf" target="_blank" rel="noopener">acesse aqui.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/sbr-emite-parecer-contrario-a-regulamentacao-de-ozonioterapia-como-tratamento-complementar-para-artrite-reumatoide/">SBR emite parecer contrário à regulamentação de ozonioterapia como tratamento complementar para artrite reumatoide</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
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		<title>Aplicações do Ultrassom em Reumatologia</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/aplicacoes-do-ultrassom-em-reumatologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2016 02:04:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações ao Paciente]]></category>
		<category><![CDATA[reumatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ultrassom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoria: Comissão de Imagens 18/04/2011 Nos últimos anos, ocorreram muitos avanços na reumatologia com os novos medicamentos, exames laboratoriais e de imagem, entre esses o ultrassom tornou-se uma importante ferramenta no manejo das doenças reumáticas. O ultrassom apresenta algumas vantagens em relação a outras técnicas de imagem como: a ausência de exposição à radiação ionizante,&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Autoria: Comissão de Imagens<br />
18/04/2011</div>
<p>Nos últimos anos, ocorreram muitos avanços na reumatologia com os novos medicamentos, exames laboratoriais e de imagem, entre esses o ultrassom tornou-se uma importante ferramenta no manejo das doenças reumáticas.</p>
<p>O ultrassom apresenta algumas vantagens em relação a outras técnicas de imagem como: a ausência de exposição à radiação ionizante, relativo baixo custo, capacidade de formar imagens em diferentes planos e quantificação de anormalidades em articulações e tecidos moles. Além disso, tem rápida execução e pode ser repetido com freqüência. Dessa forma, torna-se um exame ideal para a prática do reumatologista.</p>
<p>Sabe-se que a detecção de inflamação articular é essencial para o diagnóstico e tratamento da artrite reumatóide. A realização do ultrassom permite a detecção de inflamações articulares não diagnosticadas durante o exame clínico, especialmente em pequenas articulações de mãos e pés, que são as mais acometidas na artrite reumatóide. Dessa forma, é considerado um exame importante para o diagnóstico recente da doença.</p>
<p>Outra importante aplicação do ultrassom é na avaliação de erosões ósseas, sendo essa indicação já bem estabelecida como uma vantagem em relação a radiografia convencional. Além de alterações ósseas a avaliação do dano da cartilagem articular também é uma vantagem desse exame em relação a outros exames de imagem com a visualização direta da cartilagem.<br />
Além do diagnóstico preciso e precoce das alterações inflamatórias e do dano articular, o exame de ultrassom é capaz de monitorar a doença possibilitando assim um tratamento mais eficiente.</p>
<p>Além das utilizações do ultrassom para a avaliação do paciente reumatóide, é o exame de eleição para a detecção de tendinites e bursites, assim como recente a importância do ultrassom no diagnóstico de entesites periféricas, sendo também já evidenciada sua vantagem em comparação ao exame clínico.</p>
<p>A realização do exame de ultrassom para guiar a aplicação de medicamentos nas infiltrações articulares, periarticulares como tendinites e bursites é de grande importância, pois a melhor visualização orienta um melhor posicionamento das agulhas no local da aplicação.</p>
<p>Outras aplicações do uso do ultrassom já estão sendo pesquisadas como a avaliação da osteoartrite de joelhos, da pele na esclerodermia e das vasculites de grandes e pequenos vasos. Portanto, além dos já conhecidos benefícios outras aplicações do ultrassom podem ser futuramente inseridas na prática reumatológica.<br />
Dessa forma, o ultrassom tornou-se uma realidade para o reumatologista, decorrente das múltiplas possibilidades dessa modalidade de imagem nas doenças reumáticas.</p>
<p>Comissão de Imagem da Socidedade Brasileira de Reumatologia</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="separador_linha"></div>
<p>Última atualização (18/04/2011)</p>
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