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	<title>Arquivos pesquisa - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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	<title>Arquivos pesquisa - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Pesquisa detecta baixo conhecimento sobre osteoporose no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de cálcio pelo brasileiro está abaixo do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Registrado por uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso) e realizada pelo Ibope, esse fato é um dos que compõem um quadro perigoso em relação a prevenção e cuidados contra a osteoporose, doença que&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de cálcio pelo brasileiro está abaixo do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Registrado por uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso) e realizada pelo Ibope, esse fato é um dos que compõem um quadro perigoso em relação a prevenção e cuidados contra a osteoporose, doença que fragiliza os ossos.</p>
<p>A pesquisa Firme Forte Osteoporose 2012, divulgada na última semana, durante a campanha de prevenção contra a doença, levanta outro dado preocupante: entre as mulheres, as mais propensas a sofrer do mal, menos de 20% consomem a quantidade recomendada de leite e derivados diariamente. Entre as mulheres mais jovens o quadro é ainda mais preocupante: nem 10% consomem três porções de leite e derivados diariamente, que é a quantidade mínima recomendada.</p>
<p>O levantamento do Ibope identificou também que a prevenção primária da doença ainda é falha: metade da população que conhece a osteoporose (51%) considera que a prevenção deve ser iniciada somente na fase adulta. Apenas 33% responderam que se deve prevenir a osteoporose desde a infância.</p>
<p>Entre as mulheres mais velhas (mais de 45 anos de idade) o conhecimento da doença ainda é superficial: sabem que é no osso e que precisa tomar cálcio;  desconhecem que é silenciosa,  a maioria acredita que causa dor (96%); nem todas (40%) sabem que pode levar à morte; Só 39% já fizeram exame para detectar a doença. Com relação ao último item, entre as mulheres com 45 anos ou mais, somente 39% já realizaram exame para detectar a doença.</p>
<p>A pesquisa do Ibope ouviu 1.008 mulheres com idade a partir dos 45 anos nas principais regiões metropolitanas do país;  e  2.002 entrevistados em todo o país numa amostra representativa nacional, com homens e mulheres acima de 16 anos de idade. Sobre a doença Osteoporose, que significa literalmente ‘osso poroso’, é uma doença progressiva de perda de massa óssea e deterioração esquelética na qual os ossos tornam-se frágeis e têm maior probabilidade de sofrer fraturas.</p>
<p>Frequentemente a doença se desenvolve de forma imperceptível durante vários anos, sem sintomas ou dor, até a ocorrência de uma fratura.   Fraturas em pessoas com ossos enfraquecidos ocorrem frequentemente após uma queda. Entretanto, elas também podem resultar de um esforço ou um impacto de menor intensidade durante as atividades cotidianas.</p>
<p>Qualquer osso pode ser afetado, mas as fraturas mais comuns ocorrem no punho, na coluna e no quadril. Fraturas na coluna são conhecidas como fraturas vertebrais.   Frequentemente fraturas levam à dor crônica, incapacidade e piora da qualidade de vida. As fraturas do quadril em particular quase sempre exigem hospitalização e cirurgias de grande porte e estão até associadas com maior risco de morte.</p>
<p>A boa notícia é que agora a osteoporose é uma condição altamente tratável e, com uma combinação de mudanças no estilo de vida e tratamento médico adequado o risco de fraturas pode ser reduzido.  A osteoporose pode afetar pessoas de todas as idades, mas é muito mais comum em homens e mulheres mais velhos. Quase 75% das fraturas de quadril, coluna e punho ocorrem entre pessoas com 65 anos ou mais. Mulheres são mais suscetíveis a ter osteoporose porque elas perdem densidade óssea mais rapidamente à medida que seus níveis de estrógeno caem nos anos seguintes à menopausa.</p>
<p>Site da campanha: www.sejafirmeforte.com.br</p>
<p>Jornalista Responsável: Maria Teresa Marques</p>
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		<title>Alongamentos não evitam lesões, mas nem por isso devem ser ignorados</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/alongamentos-nao-evitam-lesoes-mas-nem-por-isso-devem-ser-ignorados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
		<category><![CDATA[alongamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa divulgada na semana passada pela Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos concluiu que alongamentos não previnem lesões durante a prática de exercícios. O estudo, executado pela Universidade George Washington, dividiu cerca de 3 mil atletas, acostumados a correr 16 quilômetros por semana, em dois grupos. Um deles fez alongamentos antes da corrida e o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa divulgada na semana passada pela Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos concluiu que alongamentos não previnem lesões durante a prática de exercícios. O estudo, executado pela Universidade George Washington, dividiu cerca de 3 mil atletas, acostumados a correr 16 quilômetros por semana, em dois grupos. Um deles fez alongamentos antes da corrida e o outro não alongou o corpo.</p>
<p>Em ambos, porém, a proporção de indivíduos que sofreu lesões foi da mesma ordem: 16%. Na verdade, a pesquisa acaba por confirmar algo que não é novidade no meio médico, conforme explica o reumatologista Fábio Jennings: “De fato, já se sabe que alongar não evita lesões, mas isso não significa que alongamentos sejam inúteis”. A prática consta de um programa mais completo de exercícios, antes ou depois da atividade física, e não pode ser ignorada, especialmente pelos pacientes reumáticos.</p>
<p>Por outro lado, Jennings observa que alguns aspectos da pesquisa tornam seu resultado apenas parcial. Um deles é ter utilizado somente um grupo específico de atletas – os corredores –, quando seria preciso levar em consideração as necessidades de mais tipos de esportista. O outro é o tempo de acompanhamento dos dois grupos: três meses, o que ele considera “muito curto”.</p>
<p>Além disso, diz o reumatologista, seria mais correto que uma pesquisa como essa envolvesse um programa de exercícios completo, contemplando a avaliação preliminar de três parâmetros indispensáveis: força muscular, condicionamento aeróbico e flexibilidade. “Cada um desses fatores tem maior ou menor importância na indicação do alongamento, dependendo das necessidades da pessoa”, assinala o médico. Se for, por exemplo, um indivíduo que pratica ginástica olímpica, a flexibilidade será muito importante e, consequentemente, o alongamento. Já para alguém que queira fazer exercícios para perder peso, a prioridade deve estar no desenvolvimento da capacidade aeróbica. “Saber as necessidades individuais e distribuí-las entre esses três parâmetros é o caminho para a prescrição de exercícios”, enfatiza Jennings.</p>
<p>Isso é ainda mais relevante para os que sofrem de doenças reumáticas, uma vez que elas limitam gradualmente a amplitude dos movimentos. “Nesses casos, um exame biomecânico revela que partes do esqueleto precisam ser mais trabalhadas”, explica o reumatologista, reiterando que, para esse grupo, os alongamentos são fundamentais. Vale lembrar que a regra clássica para alongar o corpo é fazer três séries de 30 segundos. “Quando ficar desconfortável, não se deve avançar, mas, sim, parar na posição pelos 30 segundos”, orienta o médico, que também não recomenda recorrer à ajuda de terceiros, pelo risco de lesão. “É sempre melhor o alongamento ativo, que a pessoa realiza sozinha”, sublinha.</p>
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