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	<title>Arquivos Doenças Reumáticas - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
	<lastBuildDate>Wed, 31 Aug 2022 04:27:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Doenças Reumáticas - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<item>
		<title>Ler/Dort</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/ler-dort/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Allan Agra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 22:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Reumáticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=11924</guid>

					<description><![CDATA[<p>LER é a sigla para “Lesões por Esforços Repetitivos” e representa um grupo de afecções do sistema musculoesquelético. DORT significa “Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho”. </p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/ler-dort/">Ler/Dort</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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		<img fetchpriority="high" decoding="async" width="497" height="705" src="https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2019/07/Captura-de-tela-2024-11-04-150126.png" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" />	</div>

	<div style="padding: 15px">

	<h3>Download da cartilha</h3>
	<p>Baixe o material sobre LER / DORT em formato PDF
	</p>
	<p>
		<a class="default-btn-shortcode dt-btn dt-btn-s btn-inline-left" href="https://www.reumatologia.org.br/download/ler-dort-a4/?tmstv=1776859836" rel="nofollow"><i class="fa fa-cloud-download" aria-hidden="true"></i> Download do arquivo</a>
	</p>

	</div>
</div>
<div style="clear: both;"></div>






<h3 class="wp-block-heading"><strong>LER é uma doença? </strong></h3>



<p>Não, LER não corresponde a uma doença ou enfermidade. LER é a sigla para “Lesões por Esforços Repetitivos” e representa um grupo de afecções do sistema musculoesquelético. São diversas afecções que apresentam manifestações clínicas distintas e que variam em intensidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Porque a sigla DORT? </strong></h3>



<p>Representa a sigla para “Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho” e foi introduzida para substituir a sigla LER, particularmente por duas razões: primeiro porque a maioria dos trabalhadores com sintomas no sistema musculoesquelético não apresenta evidência de lesão em qualquer estrutura; a outra razão é que além do esforço repetitivo (sobrecarga dinâmica), outros tipos de sobrecargas no trabalho podem ser nocivas para o trabalhador como sobrecarga estática (uso de contração muscular por períodos prolongados para manutenção de postura); excesso de força empregada para execução de tarefas; uso de instrumentos que transmitam vibração excessiva; trabalhos executados com posturas inadequadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os distúrbios mais comuns? </strong></h3>



<p>Os distúrbios osteomusculares ocupacionais mais frequentes são as tendinites (particularmente do ombro, cotovelo e punho), as lombalgias (dores na região lombar) e as mialgias (dores musculares) em diversos locais do corpo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O trabalhador com dor ou outro sintoma é portador de LER ou DORT? </strong></h3>



<p>Não, necessariamente. Sintomas como dor, dormência, formigamento, sensação de pontadas ou agulhadas, diminuição da força, sensação de peso ou cansaço nos membros, inchaço, dificuldade de movimentação, desconforto, entre outros, podem ser decorrentes de diversas condições não relacionadas às sobrecargas biomecânicas no ambiente de trabalho. Muitos distúrbios reumáticos, imunológicos, hormonais, metabólicos, ortopédicos, neurológicos ou infecciosos podem ser responsáveis por sintomas que simulam um distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho. Portanto, faz-se extrema- 13 mente importante procurar o médico para a realização de diagnóstico preciso e de adequada estratégia terapêutica.</p>



<p><strong>Quer saber mais sobre LER/DORT?</strong> Acesse nossa cartilha completa: <a href="https://www.reumatologia.org.br/download/ler-dort-a4/">aqui.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/ler-dort/">Ler/Dort</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Febre Reumática</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/febre-reumatica-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Allan Agra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 22:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Reumáticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=11923</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Febre Reumática é uma doença inflamatória que pode comprometer as articulações, o coração, o cérebro e a pele de crianças de 5 a 15 anos.</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/febre-reumatica-2/">Febre Reumática</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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	<div class="blog-media wf-td alignleft" style="width: 150px;">
		<img decoding="async" width="494" height="702" src="https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2019/07/Captura-de-tela-2024-11-04-150035.png" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" />	</div>

	<div style="padding: 15px">

	<h3>Download da cartilha</h3>
	<p>Baixe o material sobre Febre Reumática em formato PDF
	</p>
	<p>
		<a class="default-btn-shortcode dt-btn dt-btn-s btn-inline-left" href="https://www.reumatologia.org.br/download/febre-reumatica-a4/?tmstv=1776859836" rel="nofollow"><i class="fa fa-cloud-download" aria-hidden="true"></i> Download do arquivo</a>
	</p>

	</div>
</div>
<div style="clear: both;"></div>






<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é a Febre Reumática? </strong></h3>



<p>A Febre Reumática é uma doença inflamatória que pode comprometer as articulações, o coração, o cérebro e a pele de crianças de 5 a 15 anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que causa a Febre Reumática? </strong></h3>



<p>A Febre Reumática é uma reação a uma infecção de garganta por uma bactéria conhecida como estreptococo. Essa infecção de garganta é caracterizada clinicamente por febre, dor de garganta, caroços no pescoço (gânglios aumentados) e vermelhidão intensa, pontos vermelhos ou placas de pus na garganta. A criança, geralmente maior de 3 anos de idade, poderá apresentar a infecção de garganta como qualquer outra criança e, geralmente, uma a duas semanas depois começa a apresentar as queixas da Febre Reumática. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Qualquer criança que tem infecção de garganta pode apresentar Febre Reumática?</strong></h3>



<p>Não. Somente aquelas com predisposição para apresentar a doença. Inúmeras crianças apresentam frequentes infecções de garganta, 7 especialmente nos primeiros anos de vida, porém isto não é suficiente para predispô-las a apresentar a Febre Reumática. A predisposição necessária para apresentar a doença é herdada dos pais e já nasce com a criança. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>É possível saber quem tem essa predisposição?</strong> </h3>



<p>Ainda não. Têm sido feitas pesquisas, tanto aqui no Brasil como em outros países, para sabermos qual o marcador da doença e acreditamos que em pouco tempo teremos resultados animadores.</p>



<p><strong>Quer saber mais sobre a doença?</strong> Acesse nossa cartilha completa sobre Febre Reumática: <a href="https://www.reumatologia.org.br/download/febre-reumatica-a4/">aqui.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/febre-reumatica-2/">Febre Reumática</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Osteoporose</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Allan Agra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 22:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Reumáticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=11925</guid>

					<description><![CDATA[<p>Osteoporose é uma doença que pode atingir todos os ossos do corpo, fazendo com que fiquem fracos e com possibilidade de quebrarem aos mínimos esforços.</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/osteoporose/">Osteoporose</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
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	<div class="blog-media wf-td alignleft" style="width: 150px;">
		<img decoding="async" width="587" height="834" src="https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2019/07/Captura-de-tela-2025-08-29-182614.png" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" />	</div>

	<div style="padding: 15px">

	<h3>Download da cartilha</h3>
	<p>Baixe o material sobre Osteoporose em formato PDF
	</p>
	<p>
		<a class="default-btn-shortcode dt-btn dt-btn-s btn-inline-left" href="https://www.reumatologia.org.br/download/osteoporose-a4/?tmstv=1776859836" rel="nofollow"><i class="fa fa-cloud-download" aria-hidden="true"></i> Download do arquivo</a>
	</p>

	</div>
</div>
<div style="clear: both;"></div>






<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é Osteoporose? </strong></h3>



<p>Osteoporose é uma doença que pode atingir todos os ossos do corpo, fazendo com que fiquem fracos e com possibilidade de quebrarem aos mínimos esforços.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Os principais tipos de Osteoporose são: </strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Osteoporose pós-menopausa: atinge mulheres após a menopausa. Fratura de coluna pode ocorrer. </li>
<li>Osteoporose senil: atinge pessoas com mais de 70 anos. Tanto a fratura de coluna quanto a de quadril podem ocorrer.</li>
<li>Osteoporose secundária: atinge pessoas com doença renal hepática, endócrina, hematológica ou que usam alguns medicamentos, por exemplo, corticoides</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quais são os fatores de risco para Osteoporose?</strong></h3>



<p><strong> </strong>Há um conjunto de fatores que influenciam e favorecem o desenvolvimento da Osteoporose. <br />1. Menopausa: com a interrupção da menstruação, ocorre diminuição dos níveis de estrógeno 7 (hormônio feminino), que é fundamental para manter a massa óssea.<br />2. Envelhecimento: a perda de massa óssea aumenta com a idade. <br />3. Hereditariedade: a Osteoporose é mais frequente em pessoas com antecedentes familiares da doença. <br />4. Dieta pobre em cálcio: o cálcio é fundamental na formação óssea. Sua obtenção a partir da alimentação é imprescindível para prevenir a Osteoporose. <br />5. Excesso de fumo e álcool: tem-se observado maior incidência de Osteoporose entre as pessoas que consomem álcool e fumo em excesso. <br />6. Imobilização prolongada: o exercício físico constitui um importante estímulo para a formação e o fortalecimento dos ossos. Grandes períodos de imobilização e a falta de exercícios podem levar à Osteoporose. <br />7. Medicamentos: alguns medicamentos, como os corticóides, em tratamentos de longa duração, favorecem a redução da massa.</p>



<p><strong>Quer saber mais sobre a doença?</strong> Acesse nossa cartilha completa sobre Osteoporose: <a href="https://www.reumatologia.org.br/download/osteoporose-a4/">aqui</a><a href="http://www.reumatologia.org.br/downloads/cartilhas/CartilhaSBR_A4_ARTRITE%20PSORI%C3%81STICA.pdf">.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/osteoporose/">Osteoporose</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Arterite de Takayasu</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/arterite-de-takayasu-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Allan Agra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 22:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Reumáticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=11920</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um tipo de vasculite (doença em que ocorre inflamação de vasos sanguíneos) de causa desconhecida e que afeta de forma crônica a maior artéria do corpo humano, a aorta, e seus ramos primários.</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/arterite-de-takayasu-2/">Arterite de Takayasu</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="background-color: #f7f7f7; margin-bottom: 30px;">

	<div class="blog-media wf-td alignleft" style="width: 150px;">
		<img loading="lazy" decoding="async" width="390" height="556" src="https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2019/07/Captura-de-tela-2024-10-29-152922.png" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" />	</div>

	<div style="padding: 15px">

	<h3>Download da cartilha</h3>
	<p>Baixe o material sobre Arterite de Takayasu em formato PDF
	</p>
	<p>
		<a class="default-btn-shortcode dt-btn dt-btn-s btn-inline-left" href="https://www.reumatologia.org.br/download/arterite-de-takayasu-a4/?tmstv=1776859836" rel="nofollow"><i class="fa fa-cloud-download" aria-hidden="true"></i> Download do arquivo</a>
	</p>

	</div>
</div>
<div style="clear: both;"></div>






<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que é Arterite de Takayasu?</strong></h3>



<p>A Arterite de Takayasu (AT) é um tipo de vasculite (doença em que ocorre inflamação de vasos sanguíneos) de causa desconhecida e que afeta de forma crônica (isto é, por um período prolongado de tempo, geralmente vários anos) a maior artéria do corpo humano, a aorta, e seus ramos primários. Com o passar do tempo, a AT provoca uma diminuição do calibre das artérias afetadas (fenômeno chamado de estenose) e pode, às vezes, resultar no seu fechamento completo (fato denominado oclusão).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Qual o perfil das pessoas acometidas pela AT?</strong></h3>



<p>São acometidas pessoas de ambos os gêneros, com predomínio feminino em 80 a 90% dos casos. A doença se inicia geralmente na faixa entre 10 e 40 anos de idade, mas persiste por vários anos (evolução crônica) e o diagnóstico pode ocorrer muito tempo depois do início da mesma, já que as alterações mais características se desenvolvem de forma bastante lenta e gradual.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quais os sinais e sintomas?   </strong></h3>



<p>No início da doença podem ocorrer sintomas gerais e pouco específicos (isto é, que ocorrem também em diversas outras doenças); fadiga (cansaço mesmo sem esforços), perda de peso e febre. Mais tarde pode surgir dor nas extremidades, desencadeada pelo seu uso, pois nas artérias já estreitadas pela doença não conseguem mais suprir as quantidades de oxigênio exigidas pelo esforço destas extremidades, fenômeno este conhecido como claudicação.</p>



<p><strong>Quer saber mais sobre a doença?</strong> Acesse nossa cartilha completa sobre Arterite de Takayasu: <a href="https://www.reumatologia.org.br/download/arterite-de-takayasu-a4/">aqui.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/arterite-de-takayasu-2/">Arterite de Takayasu</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Artrite Psoriásica</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/artrite-psoriasica-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Allan Agra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2019 21:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Reumáticas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=11915</guid>

					<description><![CDATA[<p>A artrite psoriásica (APs) é uma forma de artrite que afeta pessoas que possuem psoríase.</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/artrite-psoriasica-2/">Artrite Psoriásica</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="background-color: #f7f7f7; margin-bottom: 30px;">

	<div class="blog-media wf-td alignleft" style="width: 150px;">
		<img loading="lazy" decoding="async" width="470" height="660" src="https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2019/07/Captura-de-tela-2024-11-04-151832.png" class="attachment-full size-full wp-post-image" alt="" />	</div>

	<div style="padding: 15px">

	<h3>Download da cartilha</h3>
	<p>Baixe o material sobre Artrite Psoriásica em formato PDF
	</p>
	<p>
		<a class="default-btn-shortcode dt-btn dt-btn-s btn-inline-left" href="https://www.reumatologia.org.br/download/artrite-psoriasica-a4/?tmstv=1776859836" rel="nofollow"><i class="fa fa-cloud-download" aria-hidden="true"></i> Download do arquivo</a>
	</p>

	</div>
</div>
<div style="clear: both;"></div>






<p>Assista o vídeo e confira mais informações sobre Artrite Psoriásica:</p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio">
<div class="wp-block-embed__wrapper">https://youtu.be/a9-qe16KSOM</div>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading">O que é artrite psoriásica?</h3>



<p>A artrite psoriásica (APs) é uma forma de artrite que afeta pessoas que possuem psoríase. A psoríase caracteriza-se pelo aparecimento de lesões avermelhadas, escamosas, que acometem principalmente joelhos, cotovelos e couro cabeludo. A maioria das pessoas desenvolve psoríase primeiro e depois a artrite, mas em alguns pacientes a artrite pode começar antes das lesões de pele.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando e como ocorre a artrite psoriásica?</h3>



<p>As estatísticas variam de país a país, porém acredita-se que entre 5% e 40% das pessoas que tem psoríase podem ter dor e inflamação das articulações. Assim como na doença da pele, o acometimento articular atinge mais as pessoas da raça branca. Homens e mulheres são afetados igualmente e os países europeus, como Dinamarca, Suécia e Rússia, são os mais atingidos. Existe um componente genético bastante forte na APs. A psoríase desenvolve-se em aproximadamente 50% dos irmãos de pessoas com esta doença quando ambos os pais são afetados; em 16% quando somente um pai tem psoríase; e em 8%, quando nenhum dos pais é afetado.</p>



<p><strong>Quer saber mais sobre a doença?</strong> Acesse nossa cartilha completa sobre Artrite Psoriásica: <a href="http://www.reumatologia.org.br/downloads/cartilhas/CartilhaSBR_A4_ARTRITE%20PSORI%C3%81STICA.pdf">aqui.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/doencas-reumaticas/artrite-psoriasica-2/">Artrite Psoriásica</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Resolução CFM que define ozonioterapia como prática experimental no País é publicada no Diário Oficial</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/resolucao-cfm-que-define-ozonioterapia-como-pratica-experimental-no-pais-e-publicada-no-diario-oficial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensasbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2018 18:48:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[ozonioterapia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=8857</guid>

					<description><![CDATA[<p>A edição do Diário Oficial de 10 de julho de 2018 publicou a Resolução CFM nº 2.181/2018, que define a ozonioterapia como um procedimento que pode ser realizado apenas em caráter experimental. A entrada em vigor dessa Resolução reforça a proibição aos médicos de prescreverem procedimentos desse tipo fora dos padrões estabelecidos pelo CFM. A&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/resolucao-cfm-que-define-ozonioterapia-como-pratica-experimental-no-pais-e-publicada-no-diario-oficial/">Resolução CFM que define ozonioterapia como prática experimental no País é publicada no Diário Oficial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A edição do Diário Oficial de 10 de julho de 2018 publicou a Resolução CFM nº 2.181/2018, que define a ozonioterapia como um procedimento que pode ser realizado apenas em caráter experimental.</p>
<p>A entrada em vigor dessa Resolução reforça a proibição aos médicos de prescreverem procedimentos desse tipo fora dos padrões estabelecidos pelo CFM. A decisão veio após a análise de uma série de estudos e trabalhos científicos sobre o tema. A ozonioterapia é uma técnica que utiliza a aplicação de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio, por diversas vias de administração, com finalidade terapêutica.</p>
<p>Em dezembro do ano passado, um grupo de 55 entidades médicas e científicas – dentre elas, a SBR &#8211; divulgou uma nota pública onde critica a tramitação de um projeto de lei no Congresso Nacional que autoriza a prescrição da ozonioterapia como tratamento médico de caráter complementar em todo o território nacional. Saiba mais em: <a href="http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=27716:2018-07-09-15-34-31&amp;catid=3">http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=27716:2018-07-09-15-34-31&amp;catid=3</a></p>
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		<title>O Olhar do Paciente</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/o-olhar-do-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensasbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2018 13:59:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notas técnicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[AR]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Reumáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gruparj Petrópolis lança pesquisa online &#8220;O Olhar do Paciente&#8221;, aberta a todos pacientes, acima de 18 anos, previamente diagnosticados com alguma doença reumática e residentes no Brasil. A pesquisa se propõe a ser a mais completa e ampla sobre a jornada de pacientes reumáticos. Apoio dos grupos Arur Uberlândia E Região, Grupal &#8211; Grupo de Pacientes Artríticos de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Gruparj Petrópolis lança pesquisa online &#8220;O Olhar do Paciente&#8221;, aberta a todos pacientes, acima de 18 anos, previamente diagnosticados com alguma doença reumática e residentes no Brasil. A pesquisa se propõe a ser a mais completa e ampla sobre a jornada de pacientes reumáticos. Apoio dos grupos Arur Uberlândia E Região, Grupal &#8211; Grupo de Pacientes Artríticos de Porto Alegre e Psoríase Brasil. Para saber mais e participar da pesquisa, acesse <a href="http://www.gruparjpetropolis.com/pesquisa">http://www.gruparjpetropolis.com/pesquisa</a></p>
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		<title>Conselho Nacional de Saúde recomenda a reativação da Câmara Técnica de Reumatologia, pelo Ministério da Saúde</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/conselho-nacional-de-saude-recomenda-reativacao-da-camara-de-especialidades-de-reumatologia-pelo-ministerio-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensasbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Apr 2018 19:29:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Biológicos]]></category>
		<category><![CDATA[biossimilares]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Técnica de Reumatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Reumatologista]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os membros do Conselho Nacional de Saúde (CNS), em sua 304a. reunião, ocorrida em 12 de abril de 2018, recomendaram a reativação da Câmara Técnica de Reumatologia – além da implantação da Política Nacional de Atenção às Pessoas com Doenças Reumáticas, o cumprimento das coberturas dos PCDTs (Protocolos Clínicos de Diretrizes Terapêuticas) e a regulamentação&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os membros do Conselho Nacional de Saúde (CNS), em sua 304a. reunião, ocorrida em 12 de abril de 2018, recomendaram a reativação da Câmara Técnica de Reumatologia – além da implantação da Política Nacional de Atenção às Pessoas com Doenças Reumáticas, o cumprimento das coberturas dos PCDTs <em>(Protocolos Clínicos de Diretrizes Terapêuticas)</em> e a regulamentação da intercambiabilidade entre medicamentos biológicos e biossimilares.</p>
<p>A reativação da Câmara Técnica em Reumatologia é uma reivindicação desta Sociedade, assim como dos grupos de apoio a pacientes reumáticos. Em sua argumentação em defesa da Câmara Técnica de Reumatologia, os membros do CNS lembram que as doenças reumáticas acometem cerca de 15 milhões de pessoas no Brasil, com destaque para evidências dos usuários do SUS de que uma consulta com reumatologista pode demorar quase cinco anos de espera, de acordo com dados do próprio Ministério da Saúde.</p>
<p>O CSN é formado por 48 conselhos titulares, entre representantes de entidades e movimentos sociais de usuários do SUS, de entidades profissionais de saúde, da comunidade cientifica, prestadores de serviços em saúde e Governo Federal.  É competência do Conselho, dentre outras, aprovar o orçamento da saúde assim como, acompanhar a sua execução orçamentária. Também cabe ao CNS a responsabilidade de aprovar a cada quatro anos o Plano Nacional de Saúde.</p>
<p>Para a íntegra da ata da 304a. reunião do CNS, acesse <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/conselho-nacional-de-saude-recomenda-reativacao-da-camara-de-especialidades-de-reumatologia-pelo-ministerio-da-saude/attachment/recomendacao-do-cns-para-reativacao-da-camara-tecnica-de-reumatologia/" rel="attachment wp-att-8636">Recomendação do CNS para Reativação da Câmara Técnica de Reumatologia</a></p>
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		<title>O Pulmão e as Doenças Reumáticas</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/o-pulmao-e-as-doencas-reumaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2016 02:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças Reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações ao Paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Pulmão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoria: Dr. Aquiles Camelier &#8211; Pneumologista / SP 05/05/2005 As doenças reumáticas (ou doenças do tecido conjuntivo) são um grupo de doenças heterogêneas, cujo processo de instalação baseia-se em inflamações causadas por uma desregulação do sistema imune, responsável pelas defesas do nosso organismo. Dentre as doenças do tecido conjuntivo estão a Artrite Reumatóide, Lupus Eritematoso&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoria: Dr. Aquiles Camelier &#8211; Pneumologista / SP<br />
05/05/2005</p>
<p>As doenças reumáticas (ou doenças do tecido conjuntivo) são um grupo de doenças heterogêneas, cujo processo de instalação baseia-se em inflamações causadas por uma desregulação do sistema imune, responsável pelas defesas do nosso organismo.<br />
Dentre as doenças do tecido conjuntivo estão a Artrite Reumatóide, Lupus Eritematoso Sistêmico, Esclerose Progressiva Sistêmica, Dermatopoliomiosite, Síndrome de Sjoegren e Espondilite Anquilosante, dentre outras. Estes grupos de doenças ainda não têm uma causa completamente definida pela ciência e, atualmente, acredita-se que exista um processo multifatorial, com fatores genéticos, constitucionais e ambientais envolvidos no seu desenvolvimento.</p>
<p>A maioria destas doenças se manifesta com sintomas clínicos de dor ou rigidez em articulação das mãos,joelhos, coluna e outras, podendo também existir nódulos subcutâneos, inflamação ocular, aumento dos linfonodos, pericardite (inflamação do coração), aumento do baço, febre e outros. Embora a Artrite Reumatóide tenha sido descrita por Landre-Beauvais em 1800 (com uma provável menção anterior por Sydenham em 1676), a associação entre essa doença e o acometimento dos pulmões foi descoberta somente em 1948 por Ellman e Ball. O aparecimento de doença pulmonar (Fibrose Pulmonar) e da Artrite Reumatóide parece ser mais comum em homens do que em mulheres (na taxa de 3 homens/1mulher), principalmente naqueles cuja doença reumática tem começo tardio.</p>
<p>Os sintomas existentes nos indivíduos com Fibrose Pulmonar e as Doenças Reumáticas ( em particular Artrite Reumatóide) são a falta de ar ao esforço ou em repouso, tosse seca e, menos freqüentemente, dor torácica, febre e pequenas perdas de sangue com a tosse (também chamadas hemoptises).Estes sintomas podem aparecer sozinhos ou em associação. Não se pode afirmar com precisão quando exatamente estes sintomas costumam aparecer, sendo que geralmente os sintomas articulares de mãos e pernas precedem os sintomas pulmonares, mas são descritos casos com aparecimento simultâneo da doença articular e pulmonar. Em 1/5 dos casos os sintomas pulmonares são os primeiros a aparecerem. Os sintomas pulmonares podem aparecer antes de qualquer alteração ao exame radiológico do tórax, mas também existem casos de pessoas sem sintomas respiratórios e com exames radiológicos pulmonares alterados.</p>
<p>Como a apresentação clínica destas doenças pode ser um tanto confusa inicialmente, o que se recomenda é que as pessoas portadoras de doenças reumáticas estejam em acompanhamento médico regular, e ao aparecimento de sintomas como a fadiga, falta de ar ao esforço ou em repouso, tosse seca ou outra mudança, notifiquem os seus médicos, e estes os encaminharão ao Pnemologista, se necessário.</p>
<p>Os exames habitualmente utilizados pelo Pneumologista para esclarecimento da Fibrose Pulmonar associada às doenças reumáticas são o raio X de tórax, espirometria, oximetria de pulso e/ou gasometria arterial (medida da oxigenação no sangue arterial), medida da difusão de monóxido de carbono (DLCO), tomografia computadorizada do tórax. Em alguns casos a biópsia pulmonar pode ser indicada, procedimento este que atualmente causa pouco incômodo, sendo de baixo risco, que pode ser entretanto de grande valia para aumentar o sucesso no tratamento. Também podem ser realizados testes de exercícios supervisionado com medidas de consumo de oxigênio (ergoespirometria ou testes de exercício cardiopulmonar), existentes apenas em alguns centros do Brasil.</p>
<p>Para o tratamento existe uma série de medicamentos disponíveis para controle da doença pulmonar, como os corticosteróides (cortisonas),a ciclofosfamida, azatioprina e metotrexate, dentre outros que devem ser administrados sempre com a supervisão do Pneumologista.<br />
Ao lado do tratamento medicamentoso para as doenças estáveis e que ainda causarem sintomas limitantes às atividades da vida diária é recomendado o Programa de Reabilitação Pulmonar que, comprovadamente, reduz a falta de ar, aumenta a tolerância às atividades físicas e melhora a sensação de bem-estar destas pessoas. Em resumo, ninguém melhor do que o seu médico para lhe ajudar a ter uma boa saúde e uma excelente qualidade de vida!<br />
Crédito: Dr. Aquiles Camelier – Pneumologista / SP53</p>
<p>Última atualização (05/05/2005)</p>
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