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	<title>Arquivos Coluna Vertebral - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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		<title>Cuide da postura para ler em tablets e celulares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 16:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
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		<category><![CDATA[Coluna Vertebral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há cuidados a tomar com a postura nesses manuseios, pois caso contrário a coluna vertebral pode sofrer, diz  membro da Comissão de Coluna Vertebral da SBR, o reumatologista Marcos Renato de Assis. Atualmente, como sabemos, é inevitável passar horas diárias manuseando celulares e tablets, por conta da importância que esses dispositivos ganharam na vida cotidiana.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há cuidados a tomar com a postura nesses manuseios, pois caso contrário a coluna vertebral pode sofrer, diz  membro da Comissão de Coluna Vertebral da SBR, o reumatologista Marcos Renato de Assis.</p>
<p><span id="more-1711"></span></p>
<p>Atualmente, como sabemos, é inevitável passar horas diárias manuseando celulares e tablets, por conta da importância que esses dispositivos ganharam na vida cotidiana. Porém, é preciso cuidado com a postura nesses manuseios, pois caso contrário a coluna vertebral pode sofrer.</p>
<p>E foi esse o tema de reportagem publicada pelo jornal <em>Folha de S. Paulo</em>, que levantou alguns danos possíveis à coluna para quem não tem atenção à postura na leitura. Entre os problemas que podem surgir está citada a hipolordose, fruto de desgaste do disco intervertebral amortecedor (que fica entre cada vértebra da coluna)</p>
<p>Segundo a reportagem,o celular é a pior opção, em termos de postura e especialistas recomendam que a leitura nesse aparelho não ultrapasse 20 minutos seguidos.</p>
<p>Falando sobre o tema, o coordenador da Comissão de Coluna Vertebral da SBR, o reumatologista Marcos Renato de Assis, que lordose é a curvatura da coluna, normal na região cervical e lombar, cuja concavidade aponta para trás, ou seja, a curvatura que se faz ao se curvar a cabeça para trás. “A redução dessa curvatura pode se associar a problemas”, esclarece.</p>
<p>Assis reconhece que esses dispositivos, como tablets e celulares, são um enorme avanço em relação ao acesso a diversas informações com rapidez e mobilidade e passaram a ser usados com grande frequência. E, segundo ele, provavelmente um dos maiores problemas, já demonstrado em trabalhos científicos, é a falta de atenção em outras atividades que ocorre com algumas pessoas que tentam fazer simultanemente atividades que não são compatíveis, como dirigir um automóvel.</p>
<p>Além desse cuidado básico, que preserva a segurança do indivíduo, o reumatolgista cita que em uma leitura prolongada o texto deve ter tamanho e posicionamento adequados, seja pelo ajuste da tela de um computador fixo ou pelo uso de suportes para livros, celulares e tablets. Na verdade, os dois últimos dispositivos caracterizam-se por serem portáteis e muitas vezes não são usados com suporte que deixe o usuário em uma posição confortável. Apesar da tela de um celular não ser convidativa para uso prolongado muitos acabam se habituando a ler e postar mensagens por longo tempo.</p>
<p>Em teoria, explica  o reumatologista, é mais fácil posicionar um tablet com suporte específico do que um livro, “mas na sua ausência podem-se tentar outros tipos de apoio que facilitem a leitura e permitam o bom posicionamento da cabeça”.  E mais, diz Assis: deve-se evitar o uso desses equipamentos sem pausas. “Um intervalo entre as tarefas permite ao indivíduo relaxar e fazer alongamentos”, salienta.</p>
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		<title>Mitos e verdades sobre dores na coluna vertebral</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/mitos-e-verdades-sobre-dores-na-coluna-vertebral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna Vertebral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dor na coluna, um mal muito comum, de que muito se fala. Porém, justamente por isso, há afirmações que correspondem à verdade e outras que não. O jornal Diário Catarinense publicou uma lista de dez mitos e verdades sobre isso, fornecida por uma fisioterapeuta. Entre os mitos, estão algumas afirmações, como: colchões mais duros são&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dor na coluna, um mal muito comum, de que muito se fala. Porém, justamente por isso, há afirmações que correspondem à verdade e outras que não.</p>
<p><span id="more-1032"></span>O jornal <strong>Diário Catarinense</strong> publicou uma lista de dez mitos e verdades sobre isso, fornecida por uma fisioterapeuta. Entre os mitos, estão algumas afirmações, como: colchões mais duros são melhores (evidências científicas mostram que não é exatamente assim); a dor piora com a idade (revisão de vários estudos concluiu que a dor não piora necessariamente após os 60 anos); ficar na cama e repousar não é a providência ideal para reduzir a dor, a não ser em fase aguda.</p>
<p>Nas verdades, está, por exemplo, que sobrepeso contribui para sofrer de dor nas costas; que fisioterapia pode ajudar; e que a dor vem de dentro da cabeça. Comentando este último item, o coordenador da Comissão de Coluna Vertebral da SBR, Marcos Renato de Assis, diz que todas as dores são percebidas no cérebro, mas suas origens podem ser imensamente variáveis e por vezes impossíveis de serem precisadas. “Em certas situações, as dores são amplificadas por outros fatores, incluindo sedentarismo, obesidade ou problemas emocionais”, explica Assis, salientando que o importante é explicar com cuidado essas associações.</p>
<p>“A ideia de que a dor vem da cabeça do paciente como se ele a tivesse inventado deve ser combatida, pois gera constrangimento, revolta e insatisfação em quem sofre de dor.” Diagnóstico Assis acrescenta ainda um outro item na lista dos mitos: “preciso de um exame elaborado para saber porque tenho dor na coluna”.</p>
<p>Algumas situações diz o reumatologista, podem exigir a realização de exames mais sofisticados, como uma ressonância magnética, para confirmação diagnóstica, mas na maior parte das vezes é a conversa e o exame físico que delimitam o diagnóstico. “Mesmo a solicitação de um exame deve ser sempre apoiada em boa avaliação clínica para que se possa fazer uma interpretação adequada dos resultados dos exames e correlacionar com as manifestações do paciente”, ressalta.</p>
<p>Quanto ao repouso, Assis diz que se deve se limitar ao mínimo possível e que há evidências antigas de que o repouso, quando possível, não deve ultrapassar a dois dias de duração. Além disso, facilita a cronificação da dor lombar por atrofia muscular. Com relação às dores agudas, diz Assis, resolvem-se espontaneamente na maioria dos casos, portanto o tratamento deve proporcionar alívio sintomático e reduzir os riscos recidiva e cronificação, tendo-se o cuidado de não agravar o problema.</p>
<p>No tema dos exercícios, é importante estimular a vida ativa e as atividades físicas e de lazer regulares. Porém, salienta Assis, com as devidas restrições em momentos de crise e tomando-se cuidado com o tipo de postura e movimento. “Por vezes o sujeito necessita  alterar seus hábitos, mudar de tarefa ou mudar a maneira de realizar a tarefa, modificando local, instrumental ou gestos. Com tantas opções de tarefas laborais, atividades de entretenimento e esportes deve se encontrar o que mais se adapta ao indivíduo, ponderando-se sua segurança.”</p>
<p>Finalmente, quanto à fisioterapia, Assis explica que os recursos mais úteis são as orientações e treinamentos de postura e movimento (chamadas proteção articular e conservação de energia) e a cinesioterapia – ou exercícios ativos – que são utilizados assim que ultrapassada a fase aguda.</p>
<p>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</p>
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