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	<title>Arquivos articulações - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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	<title>Arquivos articulações - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Impactos da perda de peso e das mudanças metabólicas sobre músculos, ossos e articulações serão discutidos em congresso científico no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 22:44:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que observar a redução do peso corporal na balança, a avaliação do paciente precisa considerar a qualidade dessa perda, incluindo a preservação da massa e da força muscular, a saúde óssea, o risco de fraturas e possíveis repercussões funcionais e articulares, alertam especialistas.   A expansão do uso de novas terapias metabólicas vem&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong><em>Mais do que observar a redução do peso corporal na balança, a avaliação do paciente precisa considerar a qualidade dessa perda, incluindo a preservação da massa e da força muscular, a saúde óssea, o risco de fraturas e possíveis repercussões funcionais e articulares, alertam especialistas.</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A expansão do uso de novas terapias metabólicas vem transformando o tratamento de doenças como obesidade, diabetes e ampliando as possibilidades de controle do peso, especialmente, no que se refere aos medicamentos baseados em agonistas do receptor GLP-1 e os inibidores de SGLT-2.</p>
<p style="font-weight: 400;">Como garantir que os benefícios metabólicos sejam acompanhados da preservação da saúde musculoesquelética será um dos temas da mesa-redonda “Metabolismo e osso: novas fronteiras da fragilidade musculoesquelética” que acontecerá durante o 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia, promovido pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e pela Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR), entre os dias 2 e 5 de setembro, em Curitiba (PR).</p>
<p style="font-weight: 400;">A discussão “Além da glicose: o efeito das novas terapias metabólicas no sistema musculoesquelético”, será conduzida pela reumatologista Dra. Elaine de Azevedo, coordenadora da omissão de Osteoporose e Doenças Osteometabólicas da SBR. A especialista abordará os possíveis impactos da perda de peso e das mudanças metabólicas sobre músculos, ossos e articulações.</p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com a reumatologista, mais do que observar a redução do peso corporal na balança, a avaliação do paciente precisa considerar a qualidade dessa perda, incluindo a preservação da massa e da força muscular, a saúde óssea, o risco de fraturas e possíveis repercussões funcionais e articulares. Apesar da redução do peso desempenhar um papel importante na integridade articular em pacientes com Osteoartrite e de evidências de melhoras no processo inflamatório. Ainda, segundo ela, a preocupação é relevante porque a manutenção da capacidade funcional e da força muscular é fundamental para a autonomia e para a prevenção da fragilidade musculoesquelética”.</p>
<p style="font-weight: 400;">Nesse cenário, medidas preventivas assumem papel estratégico. “Atividade física regular, treinamento de força e ingestão adequada de proteínas podem contribuir para a preservação da massa e da função muscular durante o processo de perda de peso, sempre considerando as características e necessidades individuais de cada paciente”, afirma a reumatologista.</p>
<p style="font-weight: 400;">A discussão reforça, assim, uma mudança de perspectiva alertando que o sucesso das novas terapias metabólicas não deve ser avaliado apenas pela redução da glicemia ou do peso. Para a especialista, compreender essas novas fronteiras é fundamental. “À medida que medicamentos originalmente associados ao controle metabólico passam a integrar cada vez mais o cuidado de pacientes com excesso de peso e alterações metabólicas, cresce também a necessidade de uma abordagem integrada, capaz de equilibrar os benefícios da perda de peso com a manutenção da saúde dos músculos e dos ossos”, ressalta.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Congresso Brasileiro de Reumatologia é o principal evento científico da especialidade no país e reúne médicos, pesquisadores e profissionais da saúde para discutir inovação, diagnóstico, tratamento, políticas públicas e novas perspectivas no cuidado das doenças reumáticas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Doenças reumáticas no Brasil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Estima-se que as doenças reumáticas já afetam mais de 15 milhões de brasileiros. Em geral, provocam muitas dores nos pacientes e representam uma das maiores causas de afastamento do trabalho e de aposentadorias por invalidez. Entre as principais doenças reumáticas estão Artrite Reumatoide, Osteoartrite/Artrose, Espondiloartrites, Artrite Psoriásica, Lombalgia, Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), Fibromialgia, Osteoporose, Gota, Febre Reumática, Vasculites, Doença de Sjögren, Doença de Behçet e Esclerose Sistêmica (ES). Muitas dessas condições estão entre as maiores causas de dor crônica, incapacidade funcional, afastamento do trabalho e perda de qualidade de vida.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) é uma associação civil científica de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 15 de julho de 1949, na cidade do Rio de Janeiro, pelos médicos Herrera Ramos, Waldemar Bianchi, Pedro Nava, Israel Bonomo, Décio Olinto e outros, tendo mantido desde então sua tradição científica, acompanhando e promovendo o desenvolvimento da especialidade no Brasil e com um importante papel também internacional, especialmente entre os países da América Latina. Filiada à Associação Médica Brasileira, conta em torno de 2 mil associados, congrega 26 sociedades regionais estaduais, assessorias e comissões científicas e representações em associações nacionais e internacionais e junto ao Ministério da Saúde.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Serviço</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>43º Congresso Brasileiro de Reumatologia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data: 2 a 5 de setembro de 2026</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Local: Via Soft (Universidade Positivo)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 / Cidade Industrial de Curitiba &#8211; Curitiba (PR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Confira a programação completa no site:  </strong><a href="https://sbr2026.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://sbr2026.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1787783973697000&amp;usg=AOvVaw317kgsd4BI2f6lWVPwBMtm"><strong>https://sbr2026.com.br/</strong></a><strong> .</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>@sociedadereumatologia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>@reumatologinsta</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Mais informações para a imprensa:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assessoria de Comunicação | Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Jô Ribeiro | (11) 97625-2858 | </strong><a href="mailto:jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br">jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Benefício de colágeno às articulações não tem comprovação científica</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/beneficio-de-colageno-as-articulacoes-nao-tem-comprovacao-cientifica-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 16:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[articulações]]></category>
		<category><![CDATA[colágeno]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Osteoartrite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A absorção de colágeno seria um benefício para as articulações, segundo reportagem veiculada na Revista Saúde, em que é recomendado o consumo de alimentação que contenham a matéria-prima de fabricação do colágeno nas células cartilaginosas, que é o condroblasto. Entretanto, o reumatologista Francisco Airton Rocha, membro da comissão de Osteoartrose, da SBR, ressalta que não&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A absorção de colágeno seria um benefício para as articulações, segundo reportagem veiculada na <em>Revista Saúde</em>, em que é recomendado o consumo de alimentação que contenham a matéria-prima de fabricação do colágeno nas células cartilaginosas, que é o condroblasto.</p>
<p>Entretanto, o reumatologista Francisco Airton Rocha, membro da comissão de Osteoartrose, da SBR, ressalta que não há comprovação científica de que o colágeno aja beneficamente nas articulações.</p>
<p>Para esclarecer melhor, Rocha explica como o colágeno se forma no organismo do mesmo jeito que qualquer outra proteína do corpo : “O colágeno, na realidade os colágenos, pois há mais de 20 deles, são formados por processo dentro das células para fabricar proteínas, que são sequências de peptídeos, que por sua vez são cadeias de aminoácidos, que vêm do DNA”, explica Rocha, detalhando ainda que  o colágeno é uma estrutura de tripla hélice, como se fosse uma corda trançada. “Mas há um problema importante: a fibra só é montada completamente fora da célula, significando que não basta produzir colágeno, mas é preciso montá-lo corretamente. Isso é feito fora da célula”, salienta Rocha, dizendo que a  falta de vitamina C impede a estabilização e montagem do colágeno do tecido conjuntivo “e isso é a razão do escorbuto, aquele problema que os marinheiros das caravelas tinham”, diz Rocha.</p>
<p>Sem vitamina C, explica o reumatologista, as estruturas que sustentam alguns tecidos ficam “frouxas” e dessa forma, os dentes se despegam e os vasos se rompem com facilidade, entre outras ocorrências. “Mas os portugueses resolveram isso simplesmente passando a levar alguns limões ou coisa parecida a bordo das caravelas para acrescentar à dieta. Logo, a quantidade de vitamina C que precisamos é ínfima e praticamente ninguém sofre mais disso”, diz Rocha.</p>
<p>Falando especificamente sobre o pretenso benefício do colágeno para as articulações, como afirma a entrevistada da reportagem, Rocha diz que não há nenhum dado científico que mostre que as articulações carecem de colágeno, “a não ser em casos congênitos, quando a pessoa nasce com um problema específico. Mas isso é absurdamente raro”, salienta.</p>
<p>Ainda segundo a reportagem da Revista Saúde, que, após os 30 anos, decresce a produção de colágeno, mas Rocha faz ressalvas quanto a essa afirmação, dizendo que não é ainda clara essa diminuição: “Talvez até caia a produção de colágeno, mas não há nenhum dado de que isso seja a razão de problemas específicos”, diz Rocha, ressaltando que essa relação não deve ser mesmo real, pois o que acontece nos indivíduos com osteoartrite é uma neoformação óssea, com osso de baixa qualidade, com colágeno na sua composição. “Logo, não cai a produção. Pode até ser que ela seja malfeita, mas isso está por ser demonstrado.”</p>
<p><strong>Absorção de aminoácidos</strong></p>
<p>A reportagem menciona ainda que a dose diária ideal  de aminoácidos, formadores de colágeno, é de 10 g, particularmente alimentos de origem animal. Mas Rocha discorda: “Basta, como as nossas mães e avós nos ensinaram, comer para viver e não viver para comer. Qualquer produto de origem animal, vale dizer carne de bicho e não de soja, tem tudo que a gente precisa. Mas mesmo vegetarianos, combinando várias coisas, conseguem ingerir todos os aminoácidos essenciais que, salvo engano, são apenas 20 para a espécie humana”.</p>
<p>Quanto à outra afirmação constante da reportagem, de que é recomendável o consumo de nutrientes  (vitaminas A, C e E; zinco; selênio, etc) que estão em alimentos e que também favorecem a transformação em peptídeos e em colágeno, Rocha só destaca a vitamina C, mesmo assim, salientando novamente que “só faz falta, ou fez,  nas caravelas”. O restante, diz ele, não tem nenhuma comprovação científica.</p>
<p>O recado final de Rocha par o tema é: faça exercícios, namore bastante, pode ler também que ajuda e se alimente para viver. O resto é o imponderável.</p>
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		<title>Substituição de articulações para quem tem osteoatrite</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/substituicao-de-articulacoes-para-quem-tem-osteoatrite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[articulação]]></category>
		<category><![CDATA[articulações]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoartrite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Osteoartrite (ou osteoartrose) foi o tema de reportagem publicada pelo jornal Gazeta do Povo, do Paraná, cujo foco principal foi a realização de cirurgias para substituir articulações. Diz o texto que tem sido alto o número dessas intervenções e há algumas opiniões profissionais de que a baixa qualidade de vida dos pacientes (que acabam tendo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Osteoartrite (ou osteoartrose) foi o tema de reportagem publicada pelo jornal <strong>Gazeta do Povo</strong>, do Paraná, cujo foco principal foi a realização de cirurgias para substituir articulações. Diz o texto que tem sido alto o número dessas intervenções e há algumas opiniões profissionais de que a baixa qualidade de vida dos pacientes (que acabam tendo dificuldade para tarefas cotidianas, como amarrar os sapatos) é que os leva a optar com muita frequência por esse procedimento.</p>
<p>Antes de enfocar esse tema especificamente, é importante falar em mais detalhes sobre essa doença. Segundo um dos membros da Comissão de Osteoartrite da SBR, o reumatologista Francisco Airton Castro da Rocha, a osteoartrite acomete as juntas, particularmente em pessoas acima de 60 anos de idade e é o nome técnico da antigamente chamada osteoartrose. “A mudança de nome, embora sutil, é para refletir que é uma doença com aspecto inflamatório e não puro resultado de desgaste ou degeneração”, explica Rocha, ressaltando que não há causas definidas, mas fatores de risco, como sobrepeso, atividades de sobrecarga das juntas e traumas prévios.</p>
<p>Rocha explica ainda que, como quase todas as doenças que os seres humanos têm (ex. hipertensão, diabetes, asma, cabelo branco, calvície, miopia), a osteoartrite não tem cura. Mas tem tratamento. Falando agora especificamente sobre a cirurgia de substituição de articulações, Rocha explica que o nome técnico é artroplastia. E trata-se de uma cirurgia para colocar uma prótese, substituindo uma articulação que já não cumpre sua função e causa grande sofrimento.</p>
<p>A duração dessas articulações artificiais, segundo o reumatologista, não está definida para as novas próteses, que melhoraram bastante, mas, em média, é de no mínimo dez anos. “Tenho pacientes com mais de 15 anos que puseram e estão sem problemas”, informa Rocha. Sobre o que levanta a reportagem do <strong>Gazeta do Povo</strong>, sobre o alto número de ocorrência desse procedimento, Rocha diz que, quando necessário, deve mesmo ser indicado, pois pode melhorar muito a qualidade de vida do paciente.</p>
<p>“O aumento do número de procedimentos é por várias razões: mais segurança na cirurgia, maior longevidade, melhor controle pós-operatório, maior necessidade de autonomia pelos pacientes, mais treinamento e mais instituições à disposição”, explica.</p>
<p>Rocha cita David Felson , pesquisador de Boston e um dos citados na reportagem: “É um cientista sério e concordo com ele quando diz que a prótese de quadril geralmente dá mais alívio e mais funcionalidade ao paciente”, diz, lamentando não haver ainda estudos bem conduzidos sobre esses resultados no Brasil. Rocha salienta que, quando tem sucesso, a cirurgia resulta em zero dor, com o paciente se movimentando normalmente. E isso ocorre em várias situações. “Eu sou insuspeito para falar, posto que não sou cirurgião e o que posso dizer é que indico com muita cautela, pois há riscos no procedimento per se, além da possibilidade de insucesso”, ressalta.</p>
<p>Jornalista Responsável: Maria Teresa Marques</p>
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