<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos sbr - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
	<atom:link href="https://www.reumatologia.org.br/assuntos/sbr/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.reumatologia.org.br/assuntos/sbr/</link>
	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
	<lastBuildDate>Wed, 27 May 2026 17:48:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://www.reumatologia.org.br/site/wp-content/uploads/2017/10/favicon-152x152-150x150.png</url>
	<title>Arquivos sbr - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
	<link>https://www.reumatologia.org.br/assuntos/sbr/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Curitiba sedia o 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia com foco em medicina personalizada e terapias de precisão</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/press-releases/curitiba-sedia-o-43o-congresso-brasileiro-de-reumatologia-com-foco-em-medicina-personalizada-e-terapias-de-precisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 17:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Press Releases]]></category>
		<category><![CDATA[sbr]]></category>
		<category><![CDATA[SBR2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=28075</guid>

					<description><![CDATA[<p>Principal encontro científico da reumatologia na América Latina reunirá especialistas do Brasil e do exterior para debater avanços no diagnóstico e tratamento das doenças reumáticas, autoimunes e raras, que afetam mais de 15 milhões de brasileiros. A programação multidisciplinar destacará temas como saúde mental, envelhecimento, medicina personalizada e inteligência artificial aplicada à prática clínica.  &#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/press-releases/curitiba-sedia-o-43o-congresso-brasileiro-de-reumatologia-com-foco-em-medicina-personalizada-e-terapias-de-precisao/">Curitiba sedia o 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia com foco em medicina personalizada e terapias de precisão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><strong><em>Principal encontro científico da reumatologia na América Latina reunirá especialistas do Brasil e do exterior para debater avanços no diagnóstico e tratamento das doenças reumáticas, autoimunes e raras, que afetam mais de 15 milhões de brasileiros. A programação multidisciplinar destacará temas como saúde mental, envelhecimento, medicina personalizada e inteligência artificial aplicada à prática clínica.</em></strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Entre os dias 2 e 5 de setembro, Curitiba será sede do 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia. Promovido pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e a Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR), o evento é o principal encontro científico da especialidade na América Latina reunindo médicos, pesquisadores, profissionais da saúde e estudantes de diversas regiões do Brasil e do exterior para discutir os avanços mais recentes no diagnóstico, tratamento e cuidado integral das doenças reumáticas.</p>
<p style="font-weight: 400;">A edição de 2026 terá como destaque uma programação científica multidisciplinar, conectando inovação tecnológica, medicina personalizada, envelhecimento populacional, saúde mental, imunologia, prevenção e qualidade de vida. “O congresso também amplia o debate sobre os impactos sistêmicos das doenças reumáticas, abordando desde riscos cardiovasculares e fragilidade óssea até sofrimento psíquico, sedentarismo e doenças autoimunes raras na infância”, afirma Dr. José Eduardo Martinez, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">“Contamos com uma programação científica multidisciplinar excepcional nesta edição do evento, elaborada com absoluta dedicação, reunindo os maiores nomes da reumatologia internacional e do cenário brasileiro, entre médicos, pesquisadores e professores. Esperamos que cada conferência, mesa-redonda e atividade social contribua para o crescimento profissional e pessoal dos participantes”, destaca Dra. Carolina Müller, presidente do Congresso e da Sociedade Paranaense de Reumatologia (SPR).</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Especialistas vindos de países como Alemanha, França, Reino Unido, Turquia, Colômbia e Filipinas participarão do congresso, fortalecendo o intercâmbio científico internacional, além de renomados conferencistas do Brasil, que discutirão os mais recentes avanços da especialidade em uma programação diversificada e dinâmica. A programação completa do evento está disponível em <a href="https://sbr2026.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://sbr2026.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1779989912939000&amp;usg=AOvVaw0LoacdBxl-l1Q7vG4WNNoe">https://sbr2026.com.br/</a> .</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Para a diretora científica da Sociedade Brasileira de Reumatologia, Dra. Licia Mota, um dos principais avanços dos eventos promovidos pela entidade é a consolidação de uma programação científica multidisciplinar. “A integração entre diferentes especialidades é fundamental para o manejo das doenças reumáticas autoimunes e crônicas”, ressalta a especialista.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Entre os muitos destaques da programação está a mesa-redonda “Artrite reumatoide além das articulações: riscos e comorbidades”, que discutirá como a doença inflamatória pode afetar diferentes sistemas do organismo, aumentando o risco cardiovascular, a ocorrência de osteoporose, fadiga crônica, depressão e outras condições associadas. Outro tema destacado será a Conferência Nacional “Vacinação nas doenças reumáticas imunomediadas: Recomendações da SBR 2025”, dedicada às estratégias de imunização de pacientes imunossuprimidos, com especialistas que discutirão a segurança vacinal, prevenção de infecções e atualização dos protocolos recomendados.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A interface entre reumatologia e infectologia também ganha protagonismo na programação com a mesa-redonda “Flare ou fake? infecções que mimetizam doenças reumáticas” abordará situações clínicas em que infecções podem ser confundidas com atividade inflamatória das doenças autoimunes, um desafio frequente na prática médica. Complementando o tema, o ReumaFights “Pensando em infecção, o corticoide é o maior vilão?” promoverá um debate sobre o papel dos corticosteroides no aumento do risco infeccioso em pacientes reumáticos.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">O congresso também abrirá espaço para discussões sobre medicina personalizada e terapias de precisão. No ReumaFights “Biomarcadores guiando a escolha e a manutenção do biológico”, especialistas debaterão como marcadores laboratoriais e moleculares vêm auxiliando a tomada de decisão terapêutica, permitindo tratamentos mais individualizados e eficazes. Questões relacionadas ao comportamento e ao estilo de vida também estarão no centro das discussões científicas. O SBR Talks “Sedentarismo, o pesadelo da modernidade – estratégias de combate” discutirá os impactos da inatividade física sobre inflamação, dor, perda muscular e incapacidade funcional. Já a Roda Viva “Dor crônica e sofrimento psíquico: abordagem prática” abordará a relação entre dor persistente, ansiedade, depressão, distúrbios do sono e qualidade de vida, reforçando a importância do cuidado multidisciplinar.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A inovação tecnológica terá abordagem especial no painel “O futuro é agora”, reunindo especialistas para debater aplicações de realidade aumentada, inteligência artificial, impressão biológica e o conceito de “gêmeos digitais” na prática clínica. Entre os temas apresentados estarão “O Reumatologista em realidade aumentada: da contagem articular ao algoritmo”, “Antes da infusão, a simulação: o conceito de gêmeos digitais já se aplica à reumatologia?” e “Articulações sob medida: da visão em 3D à impressão biológica”. O painel também discutirá os impactos da relação entre médico, inteligência artificial e paciente na medicina contemporânea.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Da pediatria aos desafios do envelhecimento</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">De acordo com a diretora científica da Sociedade Paranaense de Reumatologia, Dra. Sinara da Silva Freitas, os desafios relacionados ao envelhecimento e à saúde óssea terão espaço relevante na programação científica nesta edição do congresso. A especialista chama atenção para a mesa-redonda “Metabolismo e Osso: Novas Fronteiras da Fragilidade Musculoesquelética” e o SBR Talks “Ossos em Construção: Hábitos que Definem a Fragilidade”, que discutirão prevenção da osteoporose, perda muscular, hábitos de vida e estratégias para redução de fraturas relacionadas à fragilidade, tema cada vez mais importante diante do envelhecimento da população brasileira.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Também como um dos grandes núcleos de maior interesse científico e social desta edição está a reumatologia pediátrica. A Conferência Nacional “O que o reumatologista pediátrico precisa conhecer sobre transtornos psiquiátricos?” discutirá os impactos emocionais e psicológicos das doenças crônicas em crianças e adolescentes. A especialista chama atenção para o curso pré-congresso “Atualização em vasculites pediátricas primárias raras”, que reunirá especialistas para debater doenças autoimunes graves e pouco frequentes, como granulomatose com poliangiíte, doença de Behçet e poliarterite nodosa, condições que exigem diagnóstico precoce e acompanhamento altamente especializado.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">O congresso contará com a participação de especialistas como Dr. Jose Paulo Lorenzo (Filipinas), Dr.Laurent Arnaud (França), Dr.Carlos Enrique Toro Gutierrez (Colômbia), Dr.Xenofon Baraliakos (Alemanha), Dr.Gary Moore (Reino Unido) e Dra. Fatma Alibaz-Oner (Turquia), fortalecendo o intercâmbio científico internacional e aproximando a produção brasileira das principais tendências globais da especialidade.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">Além das conferências, mesas-redondas e debates científicos, o 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia contará com apresentações de trabalhos científicos, fóruns, premiações, atividades multidisciplinares e ações voltadas à educação continuada e atualização médica.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ao todo, serão 39 mesas redondas, 10 conferências internacionais, 31 conferências nacionais, 12 Roda Viva, 10 SBR Talks, 12 Reumafights, 14 Temas livres (dentro de conferências) e 12 cursos pré-congresso.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Programação paralela:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Encontro Nacional de Pacientes Reumáticos 2026</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">No dia 2 de setembro, o Congresso Brasileiro de Reumatologia abrirá espaço para a realização do <strong>11º Encontro Nacional de Pacientes</strong> e do <strong>63º Curso de Educação em Saúde sobre Doenças Crônicas</strong>, eventos específicos, <strong>gratuitos,</strong> e voltados <strong>a pacientes, familiares,</strong> profissionais de saúde e o público em geral,  para apresentar e discutir informações atuais e de qualidade, esclarecer dúvidas e orientar pacientes reumáticos nas suas mais diversas condições e doenças, além de foco em comunicar dados para fomentar políticas públicas.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;">A abertura do <strong>11º Encontro Nacional de Pacientes</strong> será conduzida pelo presidente da SBR, Dr. José Eduardo Martinez, e pela coordenadora da Comissão de Relação com Pacientes da SBR, Dra. Wanda Heloisa Ferreira.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Premiação</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O evento trará ainda as premiações aos médicos, pesquisadores e cientistas com:</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PRÊMIO LUIZ VERZTMAN</strong> &#8211; ao melhor trabalho sobre Reumatologia, de autores nacionais, natos ou naturalizados, e igualmente programados e executados no Brasil</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PRÊMIO WILLIAM CHAHADE</strong> – ao melhor trabalho sobre Reumatologia, de jovens autores nacionais (com até dez anos de formação), natos ou naturalizados, e igualmente programados e executados no Brasil. Será concedido em duas categorias, Área Clínica e Área Básica.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>PRÊMIO PEDRO NAVA &#8211;</strong> ao autor brasileiro, nato ou naturalizado, que mais tenha se destacado no biênio que anteceda o Congresso Brasileiro de Reumatologia realizado em anos pares, relativamente à publicação de livros, artigos em periódicos brasileiros e estrangeiros, e em edição de livros sobre assuntos científicos na área de Reumatologia.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Doenças reumáticas no Brasil</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Estima-se que as doenças reumáticas já afetam mais de 15 milhões de brasileiros. Em geral, provocam muitas dores nos pacientes e representam uma das maiores causas de afastamento do trabalho e de aposentadorias por invalidez. Entre as principais doenças reumáticas estão Artrite Reumatoide, Osteoartrite/Artrose, Espondiloartrites, Artrite Psoriásica, Lombalgia, Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), Fibromialgia, Osteoporose, Gota, Febre Reumática, Vasculites, Doença de Sjögren, Doença de Behçet e Esclerose Sistêmica (ES). Muitas dessas condições estão entre as maiores causas de dor crônica, incapacidade funcional, afastamento do trabalho e perda de qualidade de vida.</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong>Serviço</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>43º Congresso Brasileiro de Reumatologia</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data</strong>: 2 a 5 de setembro de 2026</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Local:</strong> Via Soft (Universidade Positivo)</p>
<p style="font-weight: 400;">Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 / Cidade Industrial de Curitiba &#8211; Curitiba (PR)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Programação completa no site e inscrições:</strong>  <a href="https://sbr2026.com.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://sbr2026.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1779989912939000&amp;usg=AOvVaw0LoacdBxl-l1Q7vG4WNNoe">https://sbr2026.com.br/</a> .</p>
<p style="font-weight: 400;">@sociedadereumatologia</p>
<p style="font-weight: 400;">@reumatologinsta</p>
<p style="font-weight: 400;">
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Sobre a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) é uma associação civil científica de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em 15 de julho de 1949, na cidade do Rio de Janeiro, pelos médicos Herrera Ramos, Waldemar Bianchi, Pedro Nava, Israel Bonomo, Décio Olinto e outros, tendo mantido desde então sua tradição científica, acompanhando e promovendo o desenvolvimento da especialidade no Brasil e com um importante papel também internacional, especialmente entre os países da América Latina. Filiada à Associação Médica Brasileira, conta em torno de 2 mil associados, congrega 26 sociedades regionais estaduais, assessorias e comissões científicas e representações em associações nacionais e internacionais e junto ao Ministério da Saúde.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Mais informações para a imprensa:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assessoria de Comunicação | Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR)</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Jô Ribeiro | (11) 97625-2858 | </strong><a href="mailto:jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br">jo.ribeiro@finestracomunicacao.com.br</a></p>
<p style="font-weight: 400;">
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/press-releases/curitiba-sedia-o-43o-congresso-brasileiro-de-reumatologia-com-foco-em-medicina-personalizada-e-terapias-de-precisao/">Curitiba sedia o 43º Congresso Brasileiro de Reumatologia com foco em medicina personalizada e terapias de precisão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome da Fadiga Crônica Pós-Covid</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/sbrnamidia/sindrome-da-fadiga-cronica-pos-covid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[imprensasbr]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2020 18:02:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SBR na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[sbr]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/?p=14127</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dr. José Roberto Provenza, Presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, concedeu entrevista sobre aSíndrome da Fadiga Crônica, por quase 18 minutos, para o Jornal da Rede Alesp, principal canal de comunicação entre a sociedade e o Parlamento Paulista. Assista!</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/sbrnamidia/sindrome-da-fadiga-cronica-pos-covid/">Síndrome da Fadiga Crônica Pós-Covid</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dr. José Roberto Provenza, Presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, concedeu entrevista sobre a<br>Síndrome da Fadiga Crônica, por quase 18 minutos, para o Jornal da Rede Alesp, principal canal de comunicação entre a sociedade e o Parlamento Paulista. Assista!</p>



<p></p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe  id="_ytid_15779"  width="1200" height="675"  data-origwidth="1200" data-origheight="675" src="https://www.youtube.com/embed/tIo-t5rVRr4?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;hl=pt_BR&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;disablekb=0&#038;" class="__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload" title="YouTube player"  allow="fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen data-no-lazy="1" data-skipgform_ajax_framebjll=""></iframe><span itemprop="video" itemscope itemtype="http://schema.org/VideoObject"><meta itemprop="embedUrl" content="https://www.youtube.com/embed/tIo-t5rVRr4"><meta itemprop="name" content="Dr. José Roberto Provenza, fala sobre a síndrome da fadiga crônica pós-covid 19"><meta itemprop="description" content="Em entrevista virtual ao Jornal da Rede Alesp desta quarta-feira 02/ 09/ 2020. Dr. José Roberto Provenza, Presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, fala sobre a síndrome da fadiga crônica pós- covid 19."><meta itemprop="thumbnailUrl" content="https://i.ytimg.com/vi/tIo-t5rVRr4/0.jpg"><meta itemprop="duration" content="PT18M"><meta itemprop="uploadDate" content="2020-09-02T15:03:26Z"></span>
</div></figure>



<p></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/sbrnamidia/sindrome-da-fadiga-cronica-pos-covid/">Síndrome da Fadiga Crônica Pós-Covid</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SBR e Pfizer anunciam finalistas de prêmio jornalístico</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/3-premio-jornalismo-sbr-e-pfizer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Allan Agra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 15:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[finalistas]]></category>
		<category><![CDATA[jornalístico]]></category>
		<category><![CDATA[prêmio]]></category>
		<category><![CDATA[reumáticas]]></category>
		<category><![CDATA[sbr]]></category>
		<category><![CDATA[votação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/site/?p=358</guid>

					<description><![CDATA[<p>Até 16 de outubro próximo, estará aberta a votação popular para escolha das matérias vencedoras do 3º Prêmio SBR e Pfizer de Jornalismo – Doenças Reumáticas, uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) em parceria com a Pfizer. A premiação foi criada para valorizar reportagens que contribuam com a missão de levar ao público informações&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/3-premio-jornalismo-sbr-e-pfizer/">SBR e Pfizer anunciam finalistas de prêmio jornalístico</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Até 16 de outubro próximo, estará aberta a votação popular para escolha das matérias vencedoras do <strong>3º Prêmio SBR e Pfizer de Jornalismo – Doenças Reumáticas</strong>, uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) em parceria com a Pfizer. A premiação foi criada para valorizar reportagens que contribuam com a missão de levar ao público informações de qualidade sobre as <a href="https://www.reumatologia.org.br/site/doencas/">doenças reumáticas</a>.</p>
<p>Dos 42 trabalhos inscritos, foram selecionados 11 finalistas. Desses, serão eleitos seis vencedores, dois em cada uma das três categorias (mídia impressa, eletrônica e on-line). Os primeiros colocados receberão, individualmente, R$ 6 mil líquidos, além de troféu e certificado de premiação. Para os segundos colocados de cada categoria a premiação será de R$ 3 mil líquidos, além do certificado. No total, serão entregues R$ 27 mil líquidos em prêmios.Para votar e conhecer as matérias finalistas, acesse o portal <a href="http://www.premiojornalismosbrpfizer.com.br">www.premiojornalismosbrpfizer.com.br</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/3-premio-jornalismo-sbr-e-pfizer/">SBR e Pfizer anunciam finalistas de prêmio jornalístico</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SBR emite parecer contrário à regulamentação de ozonioterapia como tratamento complementar para artrite reumatoide</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/noticias/sbr-emite-parecer-contrario-a-regulamentacao-de-ozonioterapia-como-tratamento-complementar-para-artrite-reumatoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Allan Agra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 13:53:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias gerais]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[carta]]></category>
		<category><![CDATA[ozonioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[reumatologia]]></category>
		<category><![CDATA[sbr]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.reumatologia.org.br/site/?p=292</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em carta aberta à Comissão de Assuntos Sociais  (CAS), do Senado Federal,  e a entidades médicas e setoriais, a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) se manifestou contrária à adoção da ozonioterapia como terapia complementar ao tratamento de artrite reumatoide (AR), pois não há evidência científica suficiente sobre sua segurança e eficácia a longo prazo. A legalização da prescrição&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/sbr-emite-parecer-contrario-a-regulamentacao-de-ozonioterapia-como-tratamento-complementar-para-artrite-reumatoide/">SBR emite parecer contrário à regulamentação de ozonioterapia como tratamento complementar para artrite reumatoide</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em carta aberta à Comissão de Assuntos Sociais  (CAS), do Senado Federal,  e a entidades médicas e setoriais, a <strong>Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) </strong>se manifestou contrária à adoção da<strong> ozonioterapia como terapia complementar ao tratamento de artrite reumatoide</strong> (AR), pois não há evidência científica suficiente sobre sua segurança e eficácia a longo prazo. A legalização da prescrição da ozonoterapia será objeto de consulta pública, prevista para ser iniciada ainda neste mês de outubro, por solicitação, por requerimento, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO).</p>
<p>Na carta assinada pelo presidente da entidade, Dr. Georges Christopoulos, e endossada pelo seu diretor científico, José Tupinambá, e pela Comissão Científica em AR, coordenada por Dra. Licia Mota, a SBR pondera que não há estudos suficientes que demonstrem a eficácia dessa alternativa de tratamento para a artrite reumatoide, como não são conhecidos os seus potenciais efeitos lesivos a longo prazo.</p>
<p>Em minucioso levantamento bibliográfico sobre o tema, foram encontradas poucas referências científicas que justifiquem a adoção da ozonoterapia como ferramenta eficaz e segura para o tratamento da AR – desses, somente um foi realizado em humanos e numa população restrita (30 pacientes). O levantamento bibliográfico abrangeu publicações existentes nas bases MEDLINE, SciELO, PubMed e EMBASE até setembro de 2017. Para a íntegra da carta encaminhada às autoridades, <a href="https://www.reumatologia.org.br/downloads/pdf/Parecer-Ozonioterapia-outubro-2017.pdf" target="_blank" rel="noopener">acesse aqui.</a></p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/noticias/sbr-emite-parecer-contrario-a-regulamentacao-de-ozonioterapia-como-tratamento-complementar-para-artrite-reumatoide/">SBR emite parecer contrário à regulamentação de ozonioterapia como tratamento complementar para artrite reumatoide</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SBR &#8211; Nota técnica febre amarela 2 &#8211; Atualização</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/sbr-nota-tecnica-febre-amarela-2-atualizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2017 16:44:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[febre amarela]]></category>
		<category><![CDATA[sbr]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://reumatologia.org.br/www/?p=5526</guid>

					<description><![CDATA[<p>Frente às novas recomendações do Ministério da Saúde (MS) para indicação e utilização da vacina FA, houve necessidade de atualizar e reforçar as orientações para o manejo dos pacientes com doenças reumáticas em uso de DMARDs  sintéticos ou biológicos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já recomenda que os países deem prioridade de imunização em&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/sbr-nota-tecnica-febre-amarela-2-atualizacao/">SBR &#8211; Nota técnica febre amarela 2 &#8211; Atualização</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Frente às novas recomendações do Ministério da Saúde (MS) para indicação e utilização da vacina FA, houve necessidade de atualizar e reforçar as orientações para o manejo dos pacientes com doenças reumáticas em uso de DMARDs  sintéticos ou biológicos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já recomenda que os países deem prioridade de imunização em áreas de riscos, onde a população está atualmente ameaçada pelo vírus da febre amarela e que uma dose seria suficiente para esta proteção. (1)</p>
<p><strong>Quem precisa</strong><strong> ser vacinado</strong><strong> neste momento:</strong></p>
<ul>
<li>Toda a população que reside ou que se desloque para regiões silvestres, rurais ou de mata em áreas com recomendação de vacina (ACRV) rotina ou caráter especial de alto risco no momento deve imunizar-se. <strong>(Figura 1)</strong></li>
</ul>
<ul>
<li>A dose única da vacina será adotada em todo o território nacional a partir de abril. A dose única atende às orientações da OMS. A dose de reforço não é mais recomendada por considerar que a imunidade protetora desenvolve-se dentro de 30 (trinta) dias para cerca de 99% das pessoas que recebem uma dose de vacina para febre amarela.</li>
<li>Aqueles que já receberam uma dose, considerem-se vacinados.</li>
</ul>
<p><strong>FIGURA 1</strong>&#8211;<strong>MAPA DAS ÁREAS COM RECOMENDAÇÃO DE VACINAÇÃO NESTE MOMENTO:</strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-5531" src="http://reumatologia.org.br//wp-content/uploads/2017/04/vacinacao.png" alt="" width="813" height="551" /></p>
<p><strong>Observações importantes:</strong></p>
<ol>
<li>Devido à natureza dinâmica dos dados epidemiológicos, locais que não figuram no mapa acima como ACRV estão em alerta e realizando vacinação mais intensiva. Por esse motivo, é necessário examinar a situação epidemiológica atual da região antes da decisão sobre vacinação específica.</li>
<li>O Ministério da Saúde (MS) informou que um Plano de Contingência para Fracionamento das doses de febre amarela já foi elaborado e será utilizado em ações estratégicas para imunizar um maior número de pessoas. O efeito é o mesmo da dose comum e o que muda é a duração da imunidade, que passa a ser de um ano no mínimo. Salienta ainda que, para viajantes internacionais, a dose fracionada não é recomendada e não é aceita para emissão do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia(CIVP).</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> A vacina porém é contraindicada para os seguintes grupos: </strong></p>
<ul>
<li>Pacientes com imunodeficiência primária ou adquirida;</li>
<li>Indivíduos com imunossupressão secundária à doença ou terapias;</li>
<li>Imunossupressoras (quimioterapia, radioterapia, corticoides em doses elevadas);</li>
<li><strong>Pacientes em uso de medicações antimetabólicas ou medicamentos modificadores do curso da doença (Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Rituximabe);</strong><strong> </strong></li>
<li>Transplantados e pacientes com doença oncológica em quimioterapia;</li>
<li>Indivíduos que apresentaram reação de hipersensibilidade grave ou doença neurológica após dose prévia da vacina;</li>
<li>Indivíduos com reação alérgica grave ao ovo; pacientes com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma).</li>
</ul>
<p><strong><u>IMPORTANTE  PARA O REUMATOLOGISTA!!!</u></strong></p>
<p>A vacina para a FA, por ser composta de vírus vivo atenuado, constitui uma <strong>CONTRAINDICAÇAO</strong> para a sua utilização em pacientes sob terapia imunossupressora, inclusive contempladas na última nota técnica do MS.</p>
<p>Em situações nas quais haja a necessidade da vacina perante situação epidemiológica de alto risco, orienta-se suspender o tratamento com imunossupressores antes de administrar a vacina, variando o grau de imunossupressão conferida pela medicação em uso, conforme descrito na <strong>Tabela 1</strong>. Após quatro semanas da vacinação, as medicações podem ser reintroduzidas.</p>
<p><strong>TABELA 1: BIOLÓGICOS &#8211; INTERVALO DE 4 MEIAS VIDAS DE DESCONTINUIDADE PARA UTILIZAÇÃO DE VACINAS VIVAS ATENUADAS.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<table width="624">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2" width="124">Infliximabe</td>
<td width="436">Anti TNF-a</td>
<td width="64"></td>
</tr>
<tr>
<td width="436">DII,  AR, EA, AP, Psoríase</td>
<td>9 dias</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="124">Etanercepte</td>
<td width="436">Anti TNF-a</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td width="436">AR, AIJ, AP, EA, Psoríase</td>
<td>5 dias</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="124">Golimumabe</td>
<td width="436">Anti-TNF-a</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td width="436">AR, EA, AP</td>
<td>14 dias</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="3" width="124">Certolizumabe</td>
<td width="436">Anti-TNF-a</td>
<td width="64">14 dias</td>
</tr>
<tr>
<td width="436">AR, dça Crohn, AP, EA</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="124">Adalimumabe</td>
<td width="436">Anti TNF-a</td>
<td>14 dias</td>
</tr>
<tr>
<td width="436">AR, EA, AP, DII, Psoríase</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="124">Abatacepte</td>
<td width="436">CTLA4</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td width="436">AR, AIJ                              14 dias</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="124">Belimumabe</td>
<td width="436">Anti-blis</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td width="436">LES</td>
<td> 21 dias</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="124">Ustequinumabe</td>
<td width="436">Anti-L-23</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td width="436">AP e Psoríase</td>
<td>21 dias</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="124">Canaquinumabe</td>
<td width="436">Anti-IL-1</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td width="436">CAPS</td>
<td>21 dias</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="124">Tocilizumabe</td>
<td width="436">Anti-IL-6</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td width="436">AR, AIJ sistêmica</td>
<td>13 dias</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" width="124">Secuquinumabe</td>
<td width="436">Anti-IL- 17</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td width="436">Psoríase, AP, EA</td>
<td>21 dias</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>DII: Doença Inflamatória Intestinal, AR: Artrite Reumatoide, AP: Artrite Psoriásica, LES: Lúpus Eritematoso Sistêmico, AIJ: Artrite Idiopática Juvenil,  CAPS: criopirinopatias, EA: Espondiloartrite Axial</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências</strong></p>
<ol>
<li><a href="http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/28003-febre-amarela-brasil-adota-dose-unica-da-vacina-por-recomendacao-da-oms">http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/28003-febre-amarela-brasil-adota-dose-unica-da-vacina-por-recomendacao-da-oms</a></li>
<li> Nota Informativa n˚94,de 2017/CGPNI/DEVIT/SVS/MST, abril/2017</li>
</ol>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/sbr-nota-tecnica-febre-amarela-2-atualizacao/">SBR &#8211; Nota técnica febre amarela 2 &#8211; Atualização</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuide da postura para ler em tablets e celulares</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/cuide-da-postura-para-ler-em-tablets-e-celulares-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 16:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[celulares]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna Vertebral]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão]]></category>
		<category><![CDATA[sbr]]></category>
		<category><![CDATA[tablets]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://reumatologia.com.br/www/?p=1711</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há cuidados a tomar com a postura nesses manuseios, pois caso contrário a coluna vertebral pode sofrer, diz  membro da Comissão de Coluna Vertebral da SBR, o reumatologista Marcos Renato de Assis. Atualmente, como sabemos, é inevitável passar horas diárias manuseando celulares e tablets, por conta da importância que esses dispositivos ganharam na vida cotidiana.&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/cuide-da-postura-para-ler-em-tablets-e-celulares-2/">Cuide da postura para ler em tablets e celulares</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há cuidados a tomar com a postura nesses manuseios, pois caso contrário a coluna vertebral pode sofrer, diz  membro da Comissão de Coluna Vertebral da SBR, o reumatologista Marcos Renato de Assis.</p>
<p><span id="more-1711"></span></p>
<p>Atualmente, como sabemos, é inevitável passar horas diárias manuseando celulares e tablets, por conta da importância que esses dispositivos ganharam na vida cotidiana. Porém, é preciso cuidado com a postura nesses manuseios, pois caso contrário a coluna vertebral pode sofrer.</p>
<p>E foi esse o tema de reportagem publicada pelo jornal <em>Folha de S. Paulo</em>, que levantou alguns danos possíveis à coluna para quem não tem atenção à postura na leitura. Entre os problemas que podem surgir está citada a hipolordose, fruto de desgaste do disco intervertebral amortecedor (que fica entre cada vértebra da coluna)</p>
<p>Segundo a reportagem,o celular é a pior opção, em termos de postura e especialistas recomendam que a leitura nesse aparelho não ultrapasse 20 minutos seguidos.</p>
<p>Falando sobre o tema, o coordenador da Comissão de Coluna Vertebral da SBR, o reumatologista Marcos Renato de Assis, que lordose é a curvatura da coluna, normal na região cervical e lombar, cuja concavidade aponta para trás, ou seja, a curvatura que se faz ao se curvar a cabeça para trás. “A redução dessa curvatura pode se associar a problemas”, esclarece.</p>
<p>Assis reconhece que esses dispositivos, como tablets e celulares, são um enorme avanço em relação ao acesso a diversas informações com rapidez e mobilidade e passaram a ser usados com grande frequência. E, segundo ele, provavelmente um dos maiores problemas, já demonstrado em trabalhos científicos, é a falta de atenção em outras atividades que ocorre com algumas pessoas que tentam fazer simultanemente atividades que não são compatíveis, como dirigir um automóvel.</p>
<p>Além desse cuidado básico, que preserva a segurança do indivíduo, o reumatolgista cita que em uma leitura prolongada o texto deve ter tamanho e posicionamento adequados, seja pelo ajuste da tela de um computador fixo ou pelo uso de suportes para livros, celulares e tablets. Na verdade, os dois últimos dispositivos caracterizam-se por serem portáteis e muitas vezes não são usados com suporte que deixe o usuário em uma posição confortável. Apesar da tela de um celular não ser convidativa para uso prolongado muitos acabam se habituando a ler e postar mensagens por longo tempo.</p>
<p>Em teoria, explica  o reumatologista, é mais fácil posicionar um tablet com suporte específico do que um livro, “mas na sua ausência podem-se tentar outros tipos de apoio que facilitem a leitura e permitam o bom posicionamento da cabeça”.  E mais, diz Assis: deve-se evitar o uso desses equipamentos sem pausas. “Um intervalo entre as tarefas permite ao indivíduo relaxar e fazer alongamentos”, salienta.</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/cuide-da-postura-para-ler-em-tablets-e-celulares-2/">Cuide da postura para ler em tablets e celulares</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Benefício de colágeno às articulações não tem comprovação científica</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/beneficio-de-colageno-as-articulacoes-nao-tem-comprovacao-cientifica-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2016 16:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[articulações]]></category>
		<category><![CDATA[colágeno]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Osteoartrite]]></category>
		<category><![CDATA[sbr]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://reumatologia.com.br/www/?p=1707</guid>

					<description><![CDATA[<p>A absorção de colágeno seria um benefício para as articulações, segundo reportagem veiculada na Revista Saúde, em que é recomendado o consumo de alimentação que contenham a matéria-prima de fabricação do colágeno nas células cartilaginosas, que é o condroblasto. Entretanto, o reumatologista Francisco Airton Rocha, membro da comissão de Osteoartrose, da SBR, ressalta que não&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/beneficio-de-colageno-as-articulacoes-nao-tem-comprovacao-cientifica-2/">Benefício de colágeno às articulações não tem comprovação científica</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A absorção de colágeno seria um benefício para as articulações, segundo reportagem veiculada na <em>Revista Saúde</em>, em que é recomendado o consumo de alimentação que contenham a matéria-prima de fabricação do colágeno nas células cartilaginosas, que é o condroblasto.</p>
<p>Entretanto, o reumatologista Francisco Airton Rocha, membro da comissão de Osteoartrose, da SBR, ressalta que não há comprovação científica de que o colágeno aja beneficamente nas articulações.</p>
<p>Para esclarecer melhor, Rocha explica como o colágeno se forma no organismo do mesmo jeito que qualquer outra proteína do corpo : “O colágeno, na realidade os colágenos, pois há mais de 20 deles, são formados por processo dentro das células para fabricar proteínas, que são sequências de peptídeos, que por sua vez são cadeias de aminoácidos, que vêm do DNA”, explica Rocha, detalhando ainda que  o colágeno é uma estrutura de tripla hélice, como se fosse uma corda trançada. “Mas há um problema importante: a fibra só é montada completamente fora da célula, significando que não basta produzir colágeno, mas é preciso montá-lo corretamente. Isso é feito fora da célula”, salienta Rocha, dizendo que a  falta de vitamina C impede a estabilização e montagem do colágeno do tecido conjuntivo “e isso é a razão do escorbuto, aquele problema que os marinheiros das caravelas tinham”, diz Rocha.</p>
<p>Sem vitamina C, explica o reumatologista, as estruturas que sustentam alguns tecidos ficam “frouxas” e dessa forma, os dentes se despegam e os vasos se rompem com facilidade, entre outras ocorrências. “Mas os portugueses resolveram isso simplesmente passando a levar alguns limões ou coisa parecida a bordo das caravelas para acrescentar à dieta. Logo, a quantidade de vitamina C que precisamos é ínfima e praticamente ninguém sofre mais disso”, diz Rocha.</p>
<p>Falando especificamente sobre o pretenso benefício do colágeno para as articulações, como afirma a entrevistada da reportagem, Rocha diz que não há nenhum dado científico que mostre que as articulações carecem de colágeno, “a não ser em casos congênitos, quando a pessoa nasce com um problema específico. Mas isso é absurdamente raro”, salienta.</p>
<p>Ainda segundo a reportagem da Revista Saúde, que, após os 30 anos, decresce a produção de colágeno, mas Rocha faz ressalvas quanto a essa afirmação, dizendo que não é ainda clara essa diminuição: “Talvez até caia a produção de colágeno, mas não há nenhum dado de que isso seja a razão de problemas específicos”, diz Rocha, ressaltando que essa relação não deve ser mesmo real, pois o que acontece nos indivíduos com osteoartrite é uma neoformação óssea, com osso de baixa qualidade, com colágeno na sua composição. “Logo, não cai a produção. Pode até ser que ela seja malfeita, mas isso está por ser demonstrado.”</p>
<p><strong>Absorção de aminoácidos</strong></p>
<p>A reportagem menciona ainda que a dose diária ideal  de aminoácidos, formadores de colágeno, é de 10 g, particularmente alimentos de origem animal. Mas Rocha discorda: “Basta, como as nossas mães e avós nos ensinaram, comer para viver e não viver para comer. Qualquer produto de origem animal, vale dizer carne de bicho e não de soja, tem tudo que a gente precisa. Mas mesmo vegetarianos, combinando várias coisas, conseguem ingerir todos os aminoácidos essenciais que, salvo engano, são apenas 20 para a espécie humana”.</p>
<p>Quanto à outra afirmação constante da reportagem, de que é recomendável o consumo de nutrientes  (vitaminas A, C e E; zinco; selênio, etc) que estão em alimentos e que também favorecem a transformação em peptídeos e em colágeno, Rocha só destaca a vitamina C, mesmo assim, salientando novamente que “só faz falta, ou fez,  nas caravelas”. O restante, diz ele, não tem nenhuma comprovação científica.</p>
<p>O recado final de Rocha par o tema é: faça exercícios, namore bastante, pode ler também que ajuda e se alimente para viver. O resto é o imponderável.</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/beneficio-de-colageno-as-articulacoes-nao-tem-comprovacao-cientifica-2/">Benefício de colágeno às articulações não tem comprovação científica</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
