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	<title>Arquivos Osteoporose - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Nov 2017 00:32:08 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Osteoporose - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<item>
		<title>Prevenção para Osteoporose</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/prevencao-para-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2016 02:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações ao Paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoria: Prevenção para Osteoporose 05/05/2005 Exponha-se ao sol da manhã regularmente. Não fume. Evite o consumo de café e bebidas alcoólicas. Exercite-se, principalmente através de caminhadas e exercícios que requeiram força muscular. Tenha uma alimentação rica em cálcio e vitamina D. O leite e seus derivados são as melhores fontes, mesmo desengordurados. O ideal é&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="autoria">Autoria: Prevenção para Osteoporose<br />
05/05/2005</div>
<ul>
<li>Exponha-se ao sol da manhã regularmente.</li>
<li>Não fume.</li>
<li>Evite o consumo de café e bebidas alcoólicas.</li>
<li>Exercite-se, principalmente através de caminhadas e exercícios que requeiram força muscular.</li>
<li>Tenha uma alimentação rica em cálcio e vitamina D. O leite e seus derivados são as melhores fontes, mesmo desengordurados.</li>
<li>O ideal é ingerir de 800 a 1.200 mg/cálcio por dia.</li>
</ul>
<p>Alimentos Ricos em Cálcio:</p>
<table border="1" width="400" cellspacing="0" cellpadding="1" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc"><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Alimento (100g)</span></strong></td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc"><strong><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Cálcio (mg)</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Amêndoa</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">254</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Brócolis, flores cruas</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">400</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Brócolis, folhas</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">513</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Bolo de trigo</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">217</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Couve-manteiga</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">330</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Castanha do Pará</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">172</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Coalhada</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">490</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Farinha láctea</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">260</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Farinha de peixe</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">4610</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Farinha de soja</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">324</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Feijão branco miúdo</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">476</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Flocos de cereais</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">550</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Leite condensado</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">262</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Leite de cabra</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">200</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Leite de vaca desnatado</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">124</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Leite integral</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">909</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Leite em pó desnatado</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">1500</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Queijo minas frescal</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">685</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Queijo parmesão</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">1357</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Queijo prato</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">1023</td>
</tr>
<tr>
<td align="left" bgcolor="#99ffcc">Sardinha em conserva com azeite</td>
<td align="center" bgcolor="#99ffcc">402</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;<br />
O que fazer para prevenir quedas?</p>
<ul>
<li>Não deixe fios de telefone e televisão expostos. Prenda-os bem.</li>
<li>Não deixe animais soltos pela casa.</li>
<li>Use chinelos e sapatos confortáveis, com solado anti-derrapante.</li>
<li>Evite usar calçados de salto alto e com solado liso.</li>
<li>Amarrar os cordões dos sapatos quando sentado.</li>
<li>Tenha piso anti-derrapante na cozinha e banheiro, banco de plástico dentro do box para lavar os pés sentados e ducha móvel.</li>
<li>Não use tapetes e pisos escorregadios em casa.</li>
<li>Use tapetes de borracha no banheiro.</li>
<li>Ter carrinho com rodas para levar alimentos à mesa.</li>
<li>Instale o interruptor da luz próximo à cama.</li>
<li>Tenha uma lanterna no criado-mudo.</li>
<li>Quando acordar à noite, espere alguns minutos antes de se levantar para ir ao banheiro ou tomar água, principalmente se está usando algum remédio que provoca tontura, tais como anti-depressivos, anti-hipertensivo, ansiolíticos, analgésicos, etc&#8230;</li>
<li>É comum sentir tontura ao levantar-se rápido, portanto tome cuidado!</li>
<li>As estantes devem estar bem presas na parede e no chão, pois podem servir de ponto de apoio quando a pessoa escorrega.</li>
<li>Deixe sempre um copo d&#8221;água próximo à cama, assim como número de telefones de emergência.</li>
<li>Não ande em locais pouco iluminados e com chão molhado.</li>
<li>Instale luz interna nos guarda-roupas para facilitar a localização dos objetos.</li>
<li>Os cabideiros devem ficar a cerca de 1,5 metro de altura.</li>
<li>O caminho entre seu quarto e o banheiro deve ser muito bem iluminado, pois e nesse trajeto que ocorre o maior número de quedas em idosos.</li>
<li>As portas devem ser leves, com maçanetas grandes.</li>
<li>Uma boa visão é fundamental para o bom equilíbrio, portanto visite com freqüência seu oftalmologista.</li>
<li>A altura da cama deve ser 55 à 65 cm, assim como de poltronas, e sofás. A bancada da pia deve ficar entre 80 e 90 cm do chão.</li>
<li>Coloque corrimões e barras de apoio próximos à cama, ao vaso sanitário e dentro do box do banheiro.</li>
</ul>
<p>NÃO ESQUEÇA: As quedas são mais freqüentes à noite!</p>
<p>OLHE BEM ONDE PISA! TENHA BOM SENSO!</p>
<p>Crédito:<br />
Dr. Geoges Christopoulos &#8211; Reumatologista/AL</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Osteoporose na Infância</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/osteoporose-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2016 02:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações ao Paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoria: SBR 04/04/2011 1. O que é osteoporose? A osteoporose é a perda de massa óssea, isto é, a diminuição da densidade do osso (diminuição do conteúdo de cálcio) e ocorre devido a vários fatores. Dependendo do nível desta diminuição, o osso pode ficar mais fraco e susceptível a fratura. 2. A criança e adolescente&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoria: SBR<br />
04/04/2011</p>
<p><strong>1. O que é osteoporose?</strong></p>
<p>A osteoporose é a perda de massa óssea, isto é, a diminuição da densidade do osso (diminuição do conteúdo de cálcio) e ocorre devido a vários fatores. Dependendo do nível desta diminuição, o osso pode ficar mais fraco e susceptível a fratura.</p>
<p><strong>2. A criança e adolescente podem ter osteoporose?</strong></p>
<p>Sim, a criança e o adolescente podem ter osteoporose se apresentarem fatores de risco para isso. Raramente, a osteoporose pode se manifestar mesmo sem razão para tal.</p>
<p><strong>3. Qual a composição do osso?</strong></p>
<p>O cálcio desempenha importante papel no crescimento e desenvolvimento normal dos ossos e dentes. O principal local de armazenamento do cálcio são os ossos. Além do cálcio e outros minerais, o osso contém também células formadoras e destruidoras de osso (osteoblastos e osteoclastos).</p>
<p><strong>4. Quais são as causas da osteoporose na infância?</strong></p>
<p>A osteoporose pode ser primária (quando não há uma causa evidente de perda de densidade óssea) e secundária (quando é decorrente de doenças gastrintestinais, reumáticas, renais, pulmonares, endócrinas, alergia ao leite de vaca, intolerância à lactose, uso de certos medicamentos e imobilização prolongada). Os principais exemplos de osteoporose primária são a osteogênese imperfeita e a osteoporose juvenil idiopática. A osteogênese imperfeita tem maior incidência em certas famílias, se manifesta precocemente e leva a perda importante de estatura decorrente das fraturas. A osteoporose juvenil idiopática costuma surgir na pré-adolescência ou adolescência e a perda da massa óssea pode durar por quatro a seis anos, levando ao aparecimento de fraturas.</p>
<p><strong>5. Quais são os sintomas da osteoporose?</strong></p>
<p>A osteoporose é assintomática, a menos que ocorram fraturas, que são raras na infância. Queixas de dor são geralmente associadas a fraturas e raramente à forma primária da doença.</p>
<p><strong>6. Quando suspeitar de osteoporose?</strong></p>
<p>Deve-se pensar em osteoporose nas crianças e adolescentes com baixa ingestão de cálcio, com fraturas de repetição, com história familiar de osteoporose, com alteração na radiografia e com fatores de risco como presença de doenças crônicas e uso de medicamentos (como o corticóide) que baixam a densidade óssea.</p>
<p><strong>7. Qual o exame que diagnostica a osteoporose?</strong></p>
<p>O exame que diagnostica a osteoporose é a densitometria óssea. Este exame é indolor, de rápida execução (cerca de 20 minutos) e tem pouca exposição à irradiação. Erros de diagnóstico podem ocorrer quando a técnica não é adequada ou não se leva em conta o sexo, idade ou estatura da criança. Esse exame está indicado em crianças e adolescentes com os fatores de risco descritos no item 6. A radiografia nem sempre está alterada e só mostra perda de densidade óssea nos casos mais avançados.</p>
<p><strong>8. Existe tratamento para osteoporose?</strong></p>
<p>Uma vez diagnosticada a osteoporose, o tratamento deve ser iniciado. As principais medidas são:<br />
&#8211; eliminação de fatores de risco como café, álcool, fumo e sedentarismo<br />
&#8211; exposição ao sol<br />
&#8211; exercícios físicos<br />
&#8211; ingestão de leite e derivados<br />
&#8211; uso de cálcio e vitamina D<br />
&#8211; eventualmente uso de outras drogas</p>
<p><strong>9. Como prevenir a osteoporose?</strong></p>
<p>É durante a infância e principalmente na adolescência que se previne a osteoporose da menopausa e terceira idade. Deve-se estimular a ingestão de grande quantidade de leite e derivados, evitar fatores de risco e praticar exercícios físicos que requeiram força muscular. Dependendo da idade a necessidade de cálcio é variável.</p>
<p>COMISSÃO DE REUMATOLOGIA PEDIÁTRICA<br />
Última atualização (04/04/2011)</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cuidados dietéticos na prevenção e no tratamento da perda óssea</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/cuidados-dieteticos-na-prevencao-e-no-tratamento-da-perda-ossea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2014 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[ossos]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[perda óssea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A osteoporose é considerada a epidemia silenciosa do século XX, com uma grande incidência populacional mundial, sendo que de 40% a 70 % dos casos são diagnosticados após uma fratura por fragilidade dos ossos, tanto massa óssea mais mole assim como dos ossos corticais mais duros. No Brasil, com cerca de 22 milhões de idosos (acima&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A osteoporose é considerada a epidemia silenciosa do século XX, com uma grande incidência populacional mundial, sendo que de 40% a 70 % dos casos são diagnosticados após uma fratura por fragilidade dos ossos, tanto massa óssea mais mole assim como dos ossos corticais mais duros. No Brasil, com cerca de 22 milhões de idosos (acima de 60 anos em 2014), 2/3 da população sofrem de fragilidade óssea do idoso, por perda da massa óssea total. Cerca de 45 % tem osteopenia densitométrica e 14 % tem osteoporose.</p>
<p><strong>Prevenção</strong></p>
<p>Na prevenção da perda óssea que deve ser iniciada logo após a primeira infância, quando o metabolismo ósseo pode acarretar ganhos ou perdas, os exercícios físicos contra a gravidade e principalmente uma dieta adequada a ser iniciada precocemente, são da máxima importância</p>
<p><strong>Alimentos</strong></p>
<p>Leite e laticínios (leite de vaca, leite de cabra,iogurte), queijos não curados (tipo minas-branco), peixes, principalmente de águas profundas (salmão livre ou em cativeiro, cherne, congrio, badejo) e verduras e legumes ricos em carotenóides devem se tornar presentes na alimentação diária. Leite sem gorduras &#8211;    3 a 4 copos de 250 ml ao dia ·</p>
<p><strong>Exercícios físicos</strong> (caminhadas, com halteres) 40 min a 60 min 3 x  emana</p>
<p><strong>Exposição ao sol</strong> &#8211; durante 20 min a 30 min. Entre 10h e 12 h –diária (para formação da vitamina D ) ·       Alimentos que contenham cálcio, ferro cálcio e vitamina D.</p>
<p><strong>Cuidados dietéticos:</strong> Além dos alimentos já mencionados, vamos indicar alimentos ricos em cálcio, vitamina D e vitamina A. Os alimentos chamados de “carotenoides” são da máxima importância na prevenção e no tratamento da perda óssea por possível fragilidade do arcabouço esquelético. Os carotenoides são os alimentos existentes nas verduras e leguminosas de cores vivas (amarelo, vermelho,verde).</p>
<p>Existem vegetais coloridos, mais de 900 tipos, e que o nosso organismo transforma em vitamina quando ingeridos , que contêm substâncias contra radicais livres e têm também minerais, necessários ao nosso organismo. Os carotenoides são importantes não somente pelos elementos minerais que contêm, mas também por agirem na fotossíntese. Contêm betacaroteno, alfacaroteno, licopeno, zexaxantina e principalmente a criptoxantina , sendo que esta última, além de antioxidante, é precursora da vitamina A em nosso organismo.  Trabalhos recentes demonstram que a criptoxantina tem ação de bloqueio sobre o rank-l (fator kappa pertencente à família dos TNFs)que estimula ação do osteoclasto na reabsorção óssea.</p>
<p>Em idosos, esta vitamina A tem efeito protetor da perda óssea. Tais trabalhos mostram que a utilização de carotenoides na alimentação diária por nove anos reduziu em indivíduos acima dos 60 anos, ou seja de idosos, a porcentagem de fraturas e diminuiu acentuadamente a perda óssea, evitando as fraturas por fragilidade óssea. Aos idosos que têm “ síndrome metabólica”, aumento do peso, hipercolesterolemia, hipertriglicidemia, propensão ao diabetes tipo 2, a dieta denominada do”dieta do mediterâneo”, com carotenoides, incluindo vegetais e frutas, uso de óleo de oliva, prolonga a vida e diminui o colesterol circulante. Evitam assim os acidentes tromboembólicos por aterosclerose. As verduras com folhas escuras (couve, brocolis, espinafre) são ricas, além dos carotenoides, de ferro e cálcio, úteis na prevenção e no tratamento da osteopenia e da osteoporose. Trabalhos na universidade de Berna na Suíça mostram que a ingestão de 1 gr de cebola (melhor cozida) ao dia vai a longo prazo diminuir a reabsorção óssea.</p>
<p>A cebola, assim como o alho, teve sua origem na Índia, sendo que, independentemente de sua coloração, contém queratina e tem ação antioxidante. Uma cebola contém 875 ml de água e proteínas úteis ao nosso organismo.   A cebola contem ainda sulfureto de Alil que não deixa elevar o colesterol circulante. A imunidade celular tem uma melhora acentuada com o uso dos carotenoides e da cebola. Para o indivíduo acima dos 60 anos de idade, os carotenoides, a cebola, as verduras de folhas escuras, associados ao uso de leite e laticínios, irão melhorar a qualidade de vida e prevenir a perda óssea. A musculatura do idoso que apresenta “sarcopenia’ (em 14% a 45% destes) irá melhorar com exercícios físicos e alimentação, usando os elementos acima citados. Discute-se ação da creatina industrial  como medicamento ativo na perda muscular dos idosos. A qualidade é essencial para uma vida ativa e saudável. A prevenção com alimentos, exercícios e exposição solar devem fazer parte da conduta preventiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa detecta baixo conhecimento sobre osteoporose no Brasil</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/pesquisa-detecta-baixo-conhecimento-sobre-osteoporose-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Oct 2012 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de cálcio pelo brasileiro está abaixo do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Registrado por uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso) e realizada pelo Ibope, esse fato é um dos que compõem um quadro perigoso em relação a prevenção e cuidados contra a osteoporose, doença que&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de cálcio pelo brasileiro está abaixo do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Registrado por uma pesquisa encomendada pela Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso) e realizada pelo Ibope, esse fato é um dos que compõem um quadro perigoso em relação a prevenção e cuidados contra a osteoporose, doença que fragiliza os ossos.</p>
<p>A pesquisa Firme Forte Osteoporose 2012, divulgada na última semana, durante a campanha de prevenção contra a doença, levanta outro dado preocupante: entre as mulheres, as mais propensas a sofrer do mal, menos de 20% consomem a quantidade recomendada de leite e derivados diariamente. Entre as mulheres mais jovens o quadro é ainda mais preocupante: nem 10% consomem três porções de leite e derivados diariamente, que é a quantidade mínima recomendada.</p>
<p>O levantamento do Ibope identificou também que a prevenção primária da doença ainda é falha: metade da população que conhece a osteoporose (51%) considera que a prevenção deve ser iniciada somente na fase adulta. Apenas 33% responderam que se deve prevenir a osteoporose desde a infância.</p>
<p>Entre as mulheres mais velhas (mais de 45 anos de idade) o conhecimento da doença ainda é superficial: sabem que é no osso e que precisa tomar cálcio;  desconhecem que é silenciosa,  a maioria acredita que causa dor (96%); nem todas (40%) sabem que pode levar à morte; Só 39% já fizeram exame para detectar a doença. Com relação ao último item, entre as mulheres com 45 anos ou mais, somente 39% já realizaram exame para detectar a doença.</p>
<p>A pesquisa do Ibope ouviu 1.008 mulheres com idade a partir dos 45 anos nas principais regiões metropolitanas do país;  e  2.002 entrevistados em todo o país numa amostra representativa nacional, com homens e mulheres acima de 16 anos de idade. Sobre a doença Osteoporose, que significa literalmente ‘osso poroso’, é uma doença progressiva de perda de massa óssea e deterioração esquelética na qual os ossos tornam-se frágeis e têm maior probabilidade de sofrer fraturas.</p>
<p>Frequentemente a doença se desenvolve de forma imperceptível durante vários anos, sem sintomas ou dor, até a ocorrência de uma fratura.   Fraturas em pessoas com ossos enfraquecidos ocorrem frequentemente após uma queda. Entretanto, elas também podem resultar de um esforço ou um impacto de menor intensidade durante as atividades cotidianas.</p>
<p>Qualquer osso pode ser afetado, mas as fraturas mais comuns ocorrem no punho, na coluna e no quadril. Fraturas na coluna são conhecidas como fraturas vertebrais.   Frequentemente fraturas levam à dor crônica, incapacidade e piora da qualidade de vida. As fraturas do quadril em particular quase sempre exigem hospitalização e cirurgias de grande porte e estão até associadas com maior risco de morte.</p>
<p>A boa notícia é que agora a osteoporose é uma condição altamente tratável e, com uma combinação de mudanças no estilo de vida e tratamento médico adequado o risco de fraturas pode ser reduzido.  A osteoporose pode afetar pessoas de todas as idades, mas é muito mais comum em homens e mulheres mais velhos. Quase 75% das fraturas de quadril, coluna e punho ocorrem entre pessoas com 65 anos ou mais. Mulheres são mais suscetíveis a ter osteoporose porque elas perdem densidade óssea mais rapidamente à medida que seus níveis de estrógeno caem nos anos seguintes à menopausa.</p>
<p>Site da campanha: www.sejafirmeforte.com.br</p>
<p>Jornalista Responsável: Maria Teresa Marques</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Veja por que muitas mulheres largam o tratamento contra a osteoporose</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/veja-por-que-muitas-mulheres-largam-tratamento-contra-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma reportagem publicada recentemente pelo Portal HD informou que existe baixa adesão das mulheres ao tratamento contra a osteoporose, doença que fragiliza os ossos. Metade desiste ainda no primeiro ano, diz o texto, que aponta como principais motivos desse fato a pouca disponibilidade de exames de densitometria óssea na rede pública e o custo do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reportagem publicada recentemente pelo <strong>Portal HD</strong> informou que existe baixa adesão das mulheres ao tratamento contra a osteoporose, doença que fragiliza os ossos. Metade desiste ainda no primeiro ano, diz o texto, que aponta como principais motivos desse fato a pouca disponibilidade de exames de densitometria óssea na rede pública e o custo do tratamento, que fica em torno de R$ 1,3 mil por paciente ao ano.</p>
<p>A reumatologista e membro da Comissão de Osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), Vera Lucia Szejnfeld, conta que o dado sobre a desistência de 50% das pacientes é conhecido da área médica e frequentemente relatado em congressos da área. Entretanto, ela esclarece que isso se refere às mulheres que usam bisfosfonatos orais diários. &#8220;Quando se utilizam bisfosfonatos mensais ou semanais, cai para 30% a desistência no primeiro ano&#8221;, afirma.</p>
<p>Com relação à densitometria óssea, prossegue Vera, não é só a pouca disponibilidade dos exames a razão da baixa adesão, mas a falta de continuidade: &#8220;Há estudos que mostraram que as pacientes que têm condições de repetir a densitometria e de ver os números melhorarem aderem melhor ao tratamento, porque o que ocorre na osteoporose é semelhante ao que ocorre com o colesterol ou a glicemia&#8221;, compara. Entretanto, há outras razões para a desistência, fora a insuficiência de exames ósseos, como o já mencionado alto custo do tratamento, os efeitos colaterais e a dosagem do medicamento.</p>
<p>Vera diz que devem ainda ser consideradas a educação e a informação que tem a paciente, assim como suas comorbidades &#8211; ou seja, a presença de uma ou mais doenças, além da osteoporose, que podem alterar o efeito de interesse no estudo &#8211; e outras medicações que ela venha a usar. &#8220;Se a pessoa tem muitas comorbidades e utiliza várias outros medicamentos, é claro que a adesão ao tratamento da osteoporose vai ser baixa, pois muitas vezes ela larga a medicação porque o custo é limitante&#8221;, entende Vera. Como se não bastasse, lembra a reumatologista, a osteoporose é uma doença silenciosa, que não dói nem acarreta deformidades, o que também leva as pacientes a aderir menos à terapêutica.</p>
<p><strong>Cortisona </strong></p>
<p>A reportagem do <strong>Portal HD</strong> ainda menciona a cortisona como um medicamento que predispõe à fragilidade óssea. Vera explica que o uso de corticosteroides isoladamente ou para o tratamento de enfermidades reumatológicas, como lúpus e artrite reumatoide, acarreta mesmo o aparecimento da osteoporose. &#8220;O corticosteroide tem várias ações sobre o metabolismo ósseo, destacando-se a redução da formação óssea&#8221;, assinala a médica.</p>
<p>Qualquer que seja sua causa, no entanto, a osteoporose não tem cura, como, aliás, acontece com várias outras doenças, sublinha Vera. &#8220;Mas tem tratamento clínico que controla as possíveis alterações que podem aparecer&#8221;, destaca a reumatologista, acrescentando que a prevenção é a melhor terapia, centrada em dieta rica em cálcio, sol e exercícios. &#8220;Além disso, a introdução precoce de medicamentos que reduzam a reabsorção óssea ou que aumentem a formação óssea é também muito importante&#8221;, arremata.</p>
<p><strong>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</strong></p>
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		<title>Embora bem-vindos, alimentos saudáveis não mudam a evolução da artrite reumatoide</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/embora-bem-vindos-alimentos-saudaveis-nao-mudam-a-evolucao-da-artrite-reumatoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[AR]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidados na alimentação foram citados em reportagem feita pela revista Kairos, do mês de novembro, como eficientes para diminuir o número de crises da artrite reumatoide, doença que cursa com inflamação das articulações, causando dor e inchaço local. Diz o texto publicado que tais cuidados também reduziriam a probabilidade de retorno da atividade da doença.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cuidados na alimentação foram citados em reportagem feita pela revista <strong>Kairos</strong>, do mês de novembro, como eficientes para diminuir o número de crises da artrite reumatoide, doença que cursa com inflamação das articulações, causando dor e inchaço local.</p>
<p>Diz o texto publicado que tais cuidados também reduziriam a probabilidade de retorno da atividade da doença. A chave seria a adoção de uma dieta “anti-inflamatória”, centrada no consumo de alimentos com propriedades antioxidantes, gorduras saudáveis, como ômega-3, e fibras.</p>
<p>No entanto, a coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a reumatologista Licia Maria Henrique da Mota, garante não há nenhuma evidência científica de que exista uma dieta capaz de promover esse efeito anti-inflamatório. “Na verdade, modificações na alimentação não interferem na evolução da artrite reumatoide”, sublinha.</p>
<p>Por outro lado, Licia aproveita para lembrar que pacientes com essa doença devem manter uma dieta equilibrada e rica em cálcio, com o consumo de leite e seus derivados. A justificativa, segundo a médica, é a de que esse grupo tem risco aumentado de desenvolver osteoporose, mal que torna os ossos mais frágeis e sujeitos a fraturas.</p>
<p><strong>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</strong></p>
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		<title>Hidroginástica tem nova modalidade para combater osteoporose</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/hidroginastica-tem-nova-modalidade-para-combater-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[hidroginástica]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hidroginástica mais intensa e mais rápida que a tradicional, batizada de HidrOS. Esse foi o tema de uma reportagem da Folha de S.Paulo que apresentou essa nova modalidade, cujo objetivo é trazer benefícios para ossos e músculos, aos idosos, particularmente, com vistas a combater a osteoporose, doença que ataca a estrutura óssea. O texto destaca&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hidroginástica mais intensa e mais rápida que a tradicional, batizada de HidrOS. Esse foi o tema de uma reportagem da <strong>Folha de S.Paulo</strong> que apresentou essa nova modalidade, cujo objetivo é trazer benefícios para ossos e músculos, aos idosos, particularmente, com vistas a combater a osteoporose, doença que ataca a estrutura óssea.</p>
<p>O texto destaca uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) com dois grupos de 44 mulheres com osteopenia – um estágio inicial da osteoporose – na pós-menopausa, justamente com o propósito de testar os resultados da HidrOS. Um dos grupos não fez atividades físicas regulares e o outro se exercitou na piscina por uma hora, três vezes por semana. Ambos receberam suplementação de cálcio e vitamina D.</p>
<p>Os resultados mostraram que o grupo que praticou a HidrOS apresentou aumento na força dos quadris e nos músculos da coluna. No outro, não houve mudanças significativas. Na prática de hidroginástica tradicional – sem impacto, de baixa intensidade e com atividades mais recreacionais –, tais benefícios nunca foram efetivamente comprovados por estudos.</p>
<p>Mas esses resultados não surpreenderam o reumatologista e pesquisador da Unifesp Marcelo Pinheiro, pois, segundo ele, de fato a hidroginástica tradicional enfatiza basicamente o condicionamento cardiorrespiratório, o ganho de amplitude de movimentos e a ausência de impacto, o que não é suficiente para fornecer benefícios à densidade e à resistência óssea.</p>
<p>Ele explica ainda que o ideal, na prática de exercícios na piscina, é que eles envolvam aparelhos, como cama elástica, pesos ou pedalinhos, que, aí sim, beneficiariam ossos e músculos. “Entretanto, a maioria das academias não oferece esses complementos e alguns pacientes não podem utilizá-los devido a limitações articulares, como dor em joelhos, em quadris ou na coluna”, pondera.</p>
<p><strong>HydrA</strong></p>
<p>Pinheiro comenta ainda outra pesquisa realizada pela Disciplina de Reumatologia da Unifesp, da qual participou, também envolvendo um tipo diferente de hidroginástica, desta vez chamada de HydRA, mas feita com pacientes com artrite reumatoide, enfermidade que causa inflamação nas articulações. O reumatologista conta que a educadora física Usmary Sardinha estudou o efeito da HydRA em cem mulheres com a doença, que praticaram a modalidade três vezes por semana, durante 50 minutos/sessão, durante 16 semanas.</p>
<p>As pacientes foram divididas em três grupos: um que se exercitou dentro da água, outro que realizou a ginástica fora da água e um grupo controle, que não fez exercício algum. Após o término do estudo, houve ganho significativo da força muscular em membros inferiores, bem como melhora da dor e da inflamação das articulações, da capacidade funcional e do bem-estar nos praticantes da hidroginástica.</p>
<p>O método foi considerado eficaz e seguro, sem eventos adversos. Mas Pinheiro ressalta que é recomendável uma avaliação cardiológica e clínica antes de praticar a HydRA.</p>
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		<title>Fito-hormônios não podem ser considerados para tratar a osteoporose</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/fito-hormonios-nao-podem-ser-considerados-para-tratar-a-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[fito-hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em reportagem deste mês sobre saúde de mulheres após os 40 anos, o Guia da Farmácia aborda o que seria uma alternativa à reposição hormonal tradicional. Trata-se dos chamados fito-hormônios, substâncias derivadas de plantas medicinais que teriam resultados semelhantes ao tratamento com estrogênio ou progesterona, ingeridos pelas mulheres particularmente a partir da menopausa. Plantas como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em reportagem deste mês sobre saúde de mulheres após os 40 anos, o <strong>Guia da Farmácia</strong> aborda o que seria uma alternativa à reposição hormonal tradicional. Trata-se dos chamados fito-hormônios, substâncias derivadas de plantas medicinais que teriam resultados semelhantes ao tratamento com estrogênio ou progesterona, ingeridos pelas mulheres particularmente a partir da menopausa.</p>
<p>Plantas como a soja e a linhaça são apontadas como algumas das que possuem propriedades de reposição hormonal, cujos benefícios incluiriam aumento da massa óssea, o que as tornaria preventivas da osteoporose, doença que enfraquece os ossos. Entretanto, quem for a um reumatologista com a ideia de falar em fito-hormônios como opção de tratamento vai ouvir uma negativa, já que, segundo Vera Lucia Szejnfeld, reumatologista e membro da Comissão de Osteoporose da SBR, essas substâncias não são sequer consideradas como forma de tratamento da osteoporose pela falta de comprovação científica de seus benefícios.</p>
<p>Vera Lucia conta que, de fato, alguns estudos epidemiológicos realizados em mulheres asiáticas que consomem típicas dietas ricas em fitoestrogênios sugerem que estes tenham efeito benéfico sobre o esqueleto. Mas os resultados dos estudos clínicos controlados são controvertidos e não confirmam tal ação sobre a massa óssea, tanto na pré-menopausa como na pós-menopausa. “Embora as mulheres ocidentais continuem a ingerir alimentos ricos em soja e suplementos com o grão, os dados publicados são inconsistentes e não provam a eficácia dessa alternativa sobre a perda de massa óssea”, sublinha a médica.</p>
<p>O fato é que, na lista de medicações usadas no mundo contra a osteoporose, não há nenhuma menção a fito-hormônios, diz Vera Lucia. Além disso, continua, o uso de tais substâncias não é aprovado por nenhum órgão regulador, a exemplo da Anvisa, no Brasil, e da FDA, nos EUA. Então, no que se refere à reposição hormonal, uma das formas de tratamento da doença, o caminho é a ingestão de estrogênio e progesterona, “estes, sim, com benefícios mais do que comprovados por estudos científicos”, salienta a reumatologista.</p>
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		<title>Gordura visceral pode ser caminho para a osteoporose</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/gordura-visceral-pode-ser-caminho-para-a-osteoporose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[gordura visceral]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[visceral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Harvard relacionou o acúmulo de gordura na região mais profunda do abdome à maior probabilidade de sofrer de osteoporose, doença que fragiliza os ossos. Na pesquisa, feita com mulheres de diferentes pesos corporais na pré-menopausa, constatou-se que aquelas que tinham maior acúmulo de gordura visceral – presente&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Harvard relacionou o acúmulo de gordura na região mais profunda do abdome à maior probabilidade de sofrer de osteoporose, doença que fragiliza os ossos. Na pesquisa, feita com mulheres de diferentes pesos corporais na pré-menopausa, constatou-se que aquelas que tinham maior acúmulo de gordura visceral – presente nos órgãos localizados na região do abdome, como fígado e intestinos – apresentaram mais risco de ter densidade mineral óssea mais baixa, o que pode levar à osteoporose. As conclusões, entretanto, não mostraram de forma significativa essa mesma associação quando considerada a gordura abdominal, ou seja, aquela que se encontra logo abaixo da pele.</p>
<p>A presidente da Comissão de Osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a reumatologista Rosa Pereira, destaca o fato de todas as participantes terem sido submetidas a um exame de imagem conhecido como espectroscopia por ressonância magnética, que permitiu que os pesquisadores medissem os depósitos de gordura com precisão, incluindo o encontrado na medula óssea, responsável pela diferenciação celular.</p>
<p>“As mulheres com mais gordura visceral tinham também aumento de gordura na medula óssea e, consequentemente, menos células que originariam células ósseas”, explica a médica. Nessas pacientes, portanto, a medula produzia mais células adiposas, de gordura, do que ósseas – daí a maior probabilidade de surgir a osteoporose. Segundo Rosa, essa relação já tinha sido demonstrada com o uso de um fármaco para tratar o diabetes – as tiazolidionas –, com o qual se observou aumento do risco de fraturas nos pacientes.</p>
<p>“Foi constatado que a droga estimulava o desenvolvimento de células adiposas na medula, em detrimento das ósseas”, conta ela. A medicação acabou sendo retirada de circulação por conta deste efeito colateral. Apesar da estreita correlação entre gordura visceral e osteoporose, a reumatologista pondera que, usualmente, a doença é mais comum em pessoas com pouca gordura corpórea. “Na prática, observamos que quem é mais gordo tem menos probabilidade de desenvolver problemas ósseos”, assinala a médica. “Basta reparar que pessoas com osteoporose são magras e apresentam, em geral, um aspecto frágil”, continua. Rosa avisa, porém, que, muito mais do que a gordura, são os músculos que funcionam como melhor proteção à estrutura óssea. Para fortalecer os ossos, então, a ordem é malhar.</p>
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		<title>Azeitonas e azeite na prevenção da perda de massa óssea</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/azeitonas-e-azeite-na-prevencao-da-perda-de-massa-ossea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[antioxidante]]></category>
		<category><![CDATA[azeite]]></category>
		<category><![CDATA[azeitona]]></category>
		<category><![CDATA[massa óssea]]></category>
		<category><![CDATA[oleuropeína]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ingestão de cálcio foi, por muito tempo, citada como a grande responsável pelo combate à osteoporose, doença que fragiliza os ossos e abre riscos de fratura. Mas agora se sabe que há um outro aliado nessa batalha, presente no azeite de oliva extravirgem e na azeitona. Trata-se da oleuropeína, que foi alvo de um&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ingestão de cálcio foi, por muito tempo, citada como a grande responsável pelo combate à osteoporose, doença que fragiliza os ossos e abre riscos de fratura. Mas agora se sabe que há um outro aliado nessa batalha, presente no azeite de oliva extravirgem e na azeitona. Trata-se da oleuropeína, que foi alvo de um estudo da Universidade de Córdoba, na Espanha, cujo resultado revelou que essa substância aumenta a quantidade de osteoblastos, justamente as células que fabricam ossos novos e que, em pessoas mais idosas, têm produtividade reduzida.</p>
<p>Conforme explica a reumatologista Vera Lúcia Szejnfeld, membro da Comissão de Osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a azeitona tem alto teor de ácidos graxos monoinsaturados e possui diversos minerais em sua composição, como cálcio, fósforo, potássio, magnésio, enxofre e cloro. “E é também rica em polifenóis, substâncias químicas vegetais com fortes propriedades antioxidantes”, adiciona Vera.</p>
<p>A oleuropeína é o principal composto fenólico presente nas folhas e no fruto da oliveira, continua. Ao prevenir oxidações biológicas, os polifenóis, entre os quais a oleuropeína, reduzem a formação de radicais livres. “E são estes que causam dano celular, inclusive aos osteoblastos, tornando-se os grandes vilões do envelhecimento e das doenças crônico-degenerativas, como a osteoporose”, assinala a reumatologista.</p>
<p>A possibilidade de combater a osteoporose ingerindo azeitonas ou utilizando algumas colheres de azeite de oliva parece muito atraente, no entender de Vera. “Mas é importante ressaltar que todos esses estudos foram realizados em animais de laboratório e, até o momento, não há evidências de que isso realmente ocorra em seres humanos”.  De qualquer forma, a especialista cita outras pesquisas que mostraram ser a incidência de osteoporose na Europa mais baixa nos países mediterrâneos. “Entre os fatores ambientais que poderiam justificar essa diferença encontra-se a tradicional dieta do Mediterrâneo, rica em frutas e vegetais e associada à alta ingestão de azeitonas e azeite”, sublinha.</p>
<p>Nesses países, estima-se que a ingestão de azeite de oliva varie entre 30 g e 50 g diários por pessoa, ou seja, aproximadamente 1,16 mg de oleuropeína/dia. Contudo, outros fatores podem influenciar o tecido ósseo, como características genéticas, exposição ao sol, atividade física e hábitos de vida. “Por isso, não parece prudente responsabilizar apenas a dieta mediterrânea pelas diferenças de densidade óssea encontradas nas diversas populações”, observa Vera. Mesmo assim, vale a pena acrescentar o azeite e a azeitona ao cardápio. “A ingestão moderada desses alimentos, além de ter ação anti-inflamatória e antioxidante, possivelmente exerce alguma influência sobre o tecido ósseo, aumentando a formação óssea e reduzindo o acúmulo de gorduras na medula”, sustenta a médica.</p>
<p>O único cuidado atende pelo nome de parcimônia no consumo. A principal restrição nutricional do fruto da oliveira decorre de seu método de conservação, que usa salmoura, o que aumenta muito seu teor de sódio. “Por isso, a azeitona deve ser consumida com moderação, principalmente por pacientes hipertensos”, afirma Vera.</p>
<p>A recomendação da reumatologista é comer 50 gramas, ou 10 unidades, por dia. Outro senão está no valor calórico. A cota diária de azeitonas sugerida pela médica tem 110 calorias e uma única colher de sopa de azeite de oliva (10 g) soma 90 calorias. Parece pouco, mas, se uma salada for regada com cinco colheres de sopa de azeite, serão nada menos que 450 calorias a mais numa única refeição. A ideia é boa, porém pede cautela. Provável ação da oleuropeína sobre a célula progenitora presente na medula óssea</p>
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