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	<title>Arquivos joelho - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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	<title>Arquivos joelho - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Tenha cuidado com os joelhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[joelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidados com os joelhos. Esse foi o tema da última edição da Revista Saúde, que elenca várias dicas de como proteger essa importante articulação, que sofre impacto num simples caminhar. Com mais detalhes, o reumatologista e coordenador da Comissão de Coluna Vertebral da SBR, Marcos Renato de Assis, explica tudo o que envolve os joelhos,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cuidados com os joelhos. Esse foi o tema da última edição da <strong>Revista Saúde</strong>, que elenca várias dicas de como proteger essa importante articulação, que sofre impacto num simples caminhar. Com mais detalhes, o reumatologista e coordenador da Comissão de Coluna Vertebral da SBR, Marcos Renato de Assis, explica tudo o que envolve os joelhos, começando pelo básico. O que são os joelhos? “São articulações entre as pernas e as coxas que suportam grande parte do peso corporal e são fundamentais à deambulação e às trocas posturais”, explica.</p>
<p>Quanto à formação do joelho, Assis dá detalhes: cada um deles compreende fundamentalmente a parte inferior do osso da coxa (côndilos femurais), a parte superior do osso da perna (a epífise com o platô tibial), a patela (pequeno osso que fica na parte da frente do joelho), meniscos (que auxiliam no acoplamento dos ossos e no amortecimento de cargas), ligamentos e cápsula articular (que colaboram na estabilidade da articulação), além de músculos e tendões. “É fácil notar que sua maior amplitude de movimento é para flexão-extensão (dobrar e esticar), mas o joelho permite a movimentação em mais de um plano, sendo as rotações muito importantes em situações distintas como mudar de direção, adaptar-se a terrenos irregulares, em gestos esportivos e de lazer como algumas danças, por exemplo.”</p>
<p><strong>Prática de exercícios</strong></p>
<p>Para quem pratica exercícios físicos, diz Assis, é preciso considerar que a pressão a que os joelhos são submetidos não se relaciona apenas ao peso corporal, mas à posição da articulação, ao estado das estruturas periarticulares, ao nível de condicionamento físico e às condições de outras articulações que interferem no seu funcionamento. “Assim, atividades físicas que são adequadas a um indivíduo podem ser muito lesivas a outro, portanto, a progressão de exercícios físicos deve atender à melhora gradual nas condições físicas daquela pessoa”.</p>
<p>Caminhada e corrida, diz Assis, têm sido muito estimuladas devido às amplas vantagens que oferecem na promoção e manutenção da saúde em diversos aspectos, “mas é importante lembrar de questões como nível de aptidão física individual, dose e ritmo dos exercícios, calçados e pisos adequados para que a ocorrência de lesões não venha substituir o saudável pelo inoportuno sofrimento”. Para a população em geral, Assis diz que os exercícios físicos adequados e regulares são as melhores ferramentas de prevenção às lesões de modo geral, seja por fortalecimento, melhora da percepção do corpo e do equilíbrio ou por facilitar a nutrição da cartilagem embebida pelo líquido sinovial (líquido do interior da articulação). Entretanto, o reumatologista salienta que existem os cuidados ergonômicos, também conhecidos em reabilitação como “proteção articular”, que visam a poupar cartilagens e ossos bem como diversas estruturas envolvidas na mobilidade e estabilidade. E isso pode incluir a escolha de calçados, o jeito de trabalhar, a maneira de parar em pé, de agachar-se ou de levantar.</p>
<p>“Mas o que muita gente ignora é que a osteoartrite, causa importante de “desgaste dos joelhos” principalmente com o passar dos anos, não diz respeito apenas à carga sobre joelhos, mas à saúde num sentido mais amplo”, salienta, adicionando que a artrose relaciona-se com muitos fatores de risco cardiovascular, como obesidade, hipertensão, diabetes e sedentarismo. Segundo Assis, muitos sabem que a imobilidade ou pouco uso articular podem agravar essas condições, “mas também se deve saber que esses mesmos fatores são risco para que a cartilagem se torne insuficiente, condição que conhecemos como artrose”. Lesões e Tratamento Problemas em meniscos e ligamentos são comuns, segundo Assis, muitas vezes associados a traumas, tendo tratamento variável conforme gravidade e demanda do indivíduo.</p>
<p>“A osteoartrite, também conhecida como artrose, é bastante comum, e se torna mais frequente com o avanço da idade. Em alguns casos a osteoartrite pode se manifestar de modo muito inflamatório, mas é importante fazer um bom diagnóstico diferencial”, salienta, ressaltando que se deve ter atenção para a ocorrência de artrites cuja progressão leva a sérios danos articulares que culminam com uma artrose avançada, ao passo que com diagnóstico precoce frequentemente podem ter uma ótima evolução. No caso de a articulação não oferecer mínimas condições funcionais,e a dor é de difícil tratamento com os recursos disponíveis, diz o reumatologista, pode ser necessária a substituição por prótese, “considerando-se obviamente outras condições de saúde do paciente”.</p>
<p>Assis acha importante salientar que há vários tipos de artrite: a reumatoide, uma das mais conhecidas; a séptica, com potencial de destruição muito rápido; a psoriásica, frequentemente subdiagnosticada; entre várias outras. “O diagnóstico preciso seguido do tratamento precoce é fundamental para garantir a remissão da inflamação, manter estrutura e função, evitando sequelas, dores crônicas, incapacidade e cirurgias”, explica Assis, salientando que, nestes contextos, contar com o atendimento do reumatologista desde as fases iniciais amplia muitas as possibilidades de sucesso no tratamento.</p>
<p>Jornalista Responsável: Maria Teresa Marques</p>
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		<title>Exercícios orientados beneficiam quem tem artrose no joelho</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/exercicios-orientados-beneficiam-quem-tem-artrose-no-joelho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Artrose]]></category>
		<category><![CDATA[exercício]]></category>
		<category><![CDATA[joelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo feito recentemente na Austrália dá nova luz a uma questão antiga e polêmica: a atividade física prejudica ou beneficia quem tem artrose no joelho? A resposta surpreendeu: a prática de exercícios não só não faz mal a essa articulação, como também ajuda a mantê-la saudável, podendo até mesmo beneficiar a cartilagem. Mesmo estando&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo feito recentemente na Austrália dá nova luz a uma questão antiga e polêmica: a atividade física prejudica ou beneficia quem tem artrose no joelho? A resposta surpreendeu: a prática de exercícios não só não faz mal a essa articulação, como também ajuda a mantê-la saudável, podendo até mesmo beneficiar a cartilagem. Mesmo estando associada a aumento de osteófitos, uma formação óssea anormal, a atividade física bem orientada melhora os músculos e não leva a danos articulares.</p>
<p>Realizado pela Monash University, em Melbourne, e publicado pela Medicine Science in Sports &amp; Exercise, o trabalho consistiu numa revisão de 28 estudos sobre atividade física e osteoartrite no joelho, a denominação hoje utilizada para citar a artrose. Ao todo, as pesquisas envolveram 10 mil pessoas, com idades entre 45 e 79 anos, e analisaram os efeitos de esportes como corrida e futebol sobre essa articulação.</p>
<p>O reumatologista Francisco Airton Castro da Rocha, presidente da Comissão de Osteoartrite da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), entende que os pesquisadores concluíram que as estruturas articulares são afetadas de forma diferente pela atividade física. “Vendo criticamente, pode-se dizer que os exercícios, no mínimo, não prejudicam as articulações, particularmente os que não impõem carga adicional ao peso do indivíduo, que são aeróbicos e que não provocam dor ou desconforto a quem os pratica”, enfatiza, acrescentado que, entre as atividades claramente benéficas, estão as praticadas em água, sobretudo a hidroterapia.</p>
<p>Além disso, o médico ressalta que há evidências de que pessoas mais aptas fisicamente – ou seja, que se exercitam com regularidade – respondem melhor aos tratamentos medicamentosos para osteoartrite e apresentam uma recuperação mais rápida de lesões sofridas e de cirurgias, como a colocação de próteses. Considerando a relação exercício/osteoartrite, Rocha recomenda que os pacientes com esse tipo de reumatismo busquem fazer atividade física regular, sob orientação médica e também de fisioterapeutas e educadores físicos, no intuito de que a abordagem multidisciplinar os ajude nesse aspecto não medicamentoso, que é fundamental para a busca da melhora de sua qualidade de vida. “E nem sequer estamos considerando aqui o benefício adicional, proporcionado pelo exercício, do convívio e da interação com outras pessoas, particularmente em idosos”, adiciona</p>
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