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	<title>Arquivos Infância - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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	<title>Arquivos Infância - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Osteoporose na Infância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2016 02:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações ao Paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autoria: SBR 04/04/2011 1. O que é osteoporose? A osteoporose é a perda de massa óssea, isto é, a diminuição da densidade do osso (diminuição do conteúdo de cálcio) e ocorre devido a vários fatores. Dependendo do nível desta diminuição, o osso pode ficar mais fraco e susceptível a fratura. 2. A criança e adolescente&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Autoria: SBR<br />
04/04/2011</p>
<p><strong>1. O que é osteoporose?</strong></p>
<p>A osteoporose é a perda de massa óssea, isto é, a diminuição da densidade do osso (diminuição do conteúdo de cálcio) e ocorre devido a vários fatores. Dependendo do nível desta diminuição, o osso pode ficar mais fraco e susceptível a fratura.</p>
<p><strong>2. A criança e adolescente podem ter osteoporose?</strong></p>
<p>Sim, a criança e o adolescente podem ter osteoporose se apresentarem fatores de risco para isso. Raramente, a osteoporose pode se manifestar mesmo sem razão para tal.</p>
<p><strong>3. Qual a composição do osso?</strong></p>
<p>O cálcio desempenha importante papel no crescimento e desenvolvimento normal dos ossos e dentes. O principal local de armazenamento do cálcio são os ossos. Além do cálcio e outros minerais, o osso contém também células formadoras e destruidoras de osso (osteoblastos e osteoclastos).</p>
<p><strong>4. Quais são as causas da osteoporose na infância?</strong></p>
<p>A osteoporose pode ser primária (quando não há uma causa evidente de perda de densidade óssea) e secundária (quando é decorrente de doenças gastrintestinais, reumáticas, renais, pulmonares, endócrinas, alergia ao leite de vaca, intolerância à lactose, uso de certos medicamentos e imobilização prolongada). Os principais exemplos de osteoporose primária são a osteogênese imperfeita e a osteoporose juvenil idiopática. A osteogênese imperfeita tem maior incidência em certas famílias, se manifesta precocemente e leva a perda importante de estatura decorrente das fraturas. A osteoporose juvenil idiopática costuma surgir na pré-adolescência ou adolescência e a perda da massa óssea pode durar por quatro a seis anos, levando ao aparecimento de fraturas.</p>
<p><strong>5. Quais são os sintomas da osteoporose?</strong></p>
<p>A osteoporose é assintomática, a menos que ocorram fraturas, que são raras na infância. Queixas de dor são geralmente associadas a fraturas e raramente à forma primária da doença.</p>
<p><strong>6. Quando suspeitar de osteoporose?</strong></p>
<p>Deve-se pensar em osteoporose nas crianças e adolescentes com baixa ingestão de cálcio, com fraturas de repetição, com história familiar de osteoporose, com alteração na radiografia e com fatores de risco como presença de doenças crônicas e uso de medicamentos (como o corticóide) que baixam a densidade óssea.</p>
<p><strong>7. Qual o exame que diagnostica a osteoporose?</strong></p>
<p>O exame que diagnostica a osteoporose é a densitometria óssea. Este exame é indolor, de rápida execução (cerca de 20 minutos) e tem pouca exposição à irradiação. Erros de diagnóstico podem ocorrer quando a técnica não é adequada ou não se leva em conta o sexo, idade ou estatura da criança. Esse exame está indicado em crianças e adolescentes com os fatores de risco descritos no item 6. A radiografia nem sempre está alterada e só mostra perda de densidade óssea nos casos mais avançados.</p>
<p><strong>8. Existe tratamento para osteoporose?</strong></p>
<p>Uma vez diagnosticada a osteoporose, o tratamento deve ser iniciado. As principais medidas são:<br />
&#8211; eliminação de fatores de risco como café, álcool, fumo e sedentarismo<br />
&#8211; exposição ao sol<br />
&#8211; exercícios físicos<br />
&#8211; ingestão de leite e derivados<br />
&#8211; uso de cálcio e vitamina D<br />
&#8211; eventualmente uso de outras drogas</p>
<p><strong>9. Como prevenir a osteoporose?</strong></p>
<p>É durante a infância e principalmente na adolescência que se previne a osteoporose da menopausa e terceira idade. Deve-se estimular a ingestão de grande quantidade de leite e derivados, evitar fatores de risco e praticar exercícios físicos que requeiram força muscular. Dependendo da idade a necessidade de cálcio é variável.</p>
<p>COMISSÃO DE REUMATOLOGIA PEDIÁTRICA<br />
Última atualização (04/04/2011)</p>
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		<title>Esclerodermia na Infância</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/esclerodermia-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2016 02:16:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Esclerodermia]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações ao Paciente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ESCLERODERMIA LOCALIZADA 1. O que é esclerodermia? É uma palavra de origem grega que significa “pele dura” (skleros = duro e dermis = pele). A pele torna-se espessada, dura e brilhante. A esclerodermia juvenil constitui um grupo heterogêneo de doenças cuja característica principal é o espessamento cutâneo em crianças menores de 16 anos. 2. Como&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>ESCLERODERMIA LOCALIZADA</p>
<p><strong>1. O que é esclerodermia?</strong></p>
<p>É uma palavra de origem grega que significa “pele dura” (skleros = duro e dermis = pele). A pele torna-se espessada, dura e brilhante. A esclerodermia juvenil constitui um grupo heterogêneo de doenças cuja característica principal é o espessamento cutâneo em crianças menores de 16 anos.</p>
<p><strong>2. Como é classificada a esclerodermia?</strong></p>
<p>Há dois tipos de esclerodermia: a forma localizada e a sistêmica. Na esclerodermia localizada a doença está restrita a pele e ao tecido subcutâneo. Em alguns casos pode existir envolvimento do músculo e osso. Na esclerodermia sistêmica (como o próprio nome indica), além do envolvimento cutâneo, os órgãos internos também estão acometidos. Sendo assim, diferentes sintomas podem estar presentes de acordo com o órgão lesado: dificuldade respiratória (coração e pulmões), pressão alta (rins), azia e dificuldade para engolir (esôfago e estômago). Nesse texto, abordaremos apenas a esclerodermia localizada. É importante ressaltar que a forma localizada NÃO evolui para a forma sistêmica.</p>
<p><strong>3. Qual o tipo de esclerodermia mais comum em pediatria?</strong></p>
<p>A forma mais comum em pediatria é a esclerodermia localizada. Acredita-se que seja pelo menos dez vezes mais freqüente do que a forma sistêmica (mais comum no adulto). Uma vez que é raro haver envolvimento significativo dos órgãos internos na esclerodermia localizada, é extremamente importante que pais e responsáveis entendam o tipo de esclerodermia que o seu filho apresenta, pois em caso de informações distorcidas obtidas através de terceiros ou da internet nem sempre essas informações condizem com a realidade do seu filho.</p>
<p><strong>4. É uma doença freqüente?</strong></p>
<p>Não. A esclerodermia é uma doença rara. Estima-se que 3 casos ocorrem por ano para cada 100.000 pessoas. Como na maioria das doenças reumatológicas, as meninas são mais acometidas do que os meninos.</p>
<p><strong>5. Qual a sua causa?</strong></p>
<p>É uma doença inflamatória crônica de provável origem autoimune, o que significa que o sistema imunológico da criança reage contra ele mesmo. Uma vez instalado a inflamação na pele leva a inchaço e produção de tecido fibroso.</p>
<p><strong>6. É uma doença hereditária?</strong></p>
<p>Não. Embora alguns membros da mesma família podem ser acometidos.</p>
<p><strong>7. Tem relação com alimentação? É contagiosa?</strong></p>
<p>Não tem nenhuma relação com qualquer tipo de alimento porventura ingerido. Não é uma doença infecciosa, sendo assim as crianças não precisam ficar isoladas.</p>
<p><strong>8. Essas manchas causam dor local? Coçam?</strong></p>
<p>Essas lesões são indolores e não coçam.</p>
<p><strong>9. Que outras alterações podem estar presentes?</strong></p>
<p>Outras queixas comuns são a perda de pelos no local das manchas e diminuição das pregas normais da pele. Às vezes os pais notam que a criança quase não transpira.</p>
<p><strong>10. Como as manchas aparecem distribuídas pelo corpo?</strong></p>
<p>Elas podem apresentar aspecto oval ou arredondado (nesse caso chamamos de morféia) com o centro pálido e periferia com halo avermelhado, serem apenas uma mancha ou várias, de localização preferencial no tronco. Outra forma de apresentação, chamada de linear, pois o seu trajeto desenha uma linha, atinge geralmente um membro (superior ou inferior) de maior extensão em relação à morféia e em alguns casos pode estender para músculo e osso causando deformidades significantes. Às vezes a forma linear pode afetar a face e o couro cabeludo. A forma linear é mais comum do que a morféia.</p>
<p><strong>11. Como saber se uma mancha na pele é esclerodermia?</strong></p>
<p>O diagnóstico de certeza é feito através de uma pequena biópsia da lesão que pode ser realizada em qualquer idade pelo dermatologista.</p>
<p><strong>12. Qual é o tratamento para a esclerodermia localizada?</strong></p>
<p>O tratamento tem por objetivo controlar, o mais cedo possível, a inflamação, e tem pouco efeito no tecido que já está com fibrose (cicatriz); além de evitar o aparecimento de novas lesões e a progressão de lesões já existentes. Quando a inflamação desaparece, o organismo é capaz de reabsorver alguma parte do tecido fibroso e a pele pode voltar a ficar mais suave. Geralmente para a morféia pode-se usar tratamento tópico com hidratantes e creme de corticóide. Mas para a morféia generalizada (várias placas) e para a forma linear o tratamento com medicações (geralmente por via oral) faz-se necessário. Os medicamentos mais utilizados são os corticóides (prednisona e prednisolona) e o metotrexato, sendo este último de uso prolongado.</p>
<p><strong>13. A fisioterapia é necessária?</strong></p>
<p>Os exercícios localizados podem ser indicados quando as lesões se estendem sobre as articulações e diminuem a amplitude do movimento. Se a junta não for mobilizada pode ocorrer uma contratura com limitação dos movimentos. Nos casos em que a perna é afetada, pode acontecer um comprimento desigual da mesma, levando à alteração da marcha com maior pressão nas costas e quadris. Estes defeitos podem ser evitados colocando uma palmilha no sapato.</p>
<p><strong>14. Qual é a evolução à longo prazo da doença?</strong></p>
<p>Geralmente a morféia deixa apenas marcas na pele. A esclerodermia linear pode deixar a criança com graves problemas devido à atrofia dos músculos e à diminuição do crescimento dos ossos, além de que pode provocar deformidades nas articulações.</p>
<p><strong>15. Quem trata essa doença: o reumatologista ou o dermatologista?</strong></p>
<p>O profissional ideal para tratar essa doença é aquele que tem experiência, pois não são todos os médicos que conhecem bem a doença e as medicações recomendadas para o seu tratamento. O reumatologista pediátrico é, geralmente, o profissional mais experiente no manuseio desses pacientes.</p>
<p>COMISSÃO DE REUMATOLOGIA PEDIÁTRICA</p>
<p>Última atualização (04/04/2011)</p>
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