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	<title>Arquivos fratura - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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	<title>Arquivos fratura - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Cirurgia de catarata pode reduzir risco de fraturas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Sep 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[catarata]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Melhorar a visão pode reduzir risco de fraturas, segundo estudo publicado em agosto pelo Journal of the American Medical Association (Jama). O foco desse trabalho foi demonstrar que cirurgia de catarata é uma intervenção eficaz para evitar ou reduzir risco de fraturas no quadril e os custos associados às quedas na terceira idade. Esse estudo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Melhorar a visão pode reduzir risco de fraturas, segundo estudo publicado em agosto pelo Journal of the American Medical Association (Jama). O foco desse trabalho foi demonstrar que cirurgia de catarata é uma intervenção eficaz para evitar ou reduzir risco de fraturas no quadril e os custos associados às quedas na terceira idade.</p>
<p>Esse estudo foi tema de reportagem publicada pelo jornal <strong>Tribuna da Bahia</strong>, que informou ainda o resultado conseguido na pesquisa: o risco de fraturas de quadril foi significativamente reduzido em pacientes que fizeram a cirurgia de catarata em comparação com os que não realizaram o procedimento.</p>
<p>Em mais detalhes, o estudo avaliou dados de cerca de 400 mil pacientes que fizeram a cirurgia de catarata, buscando-se a ocorrência de fraturas de quadril no período de até um ano após a cirurgia. As informações coletadas foram então comparadas com a incidência de fratura de quadril em um grupo similar de pacientes, que também tinha catarata, mas ainda não havia feito a cirurgia. E de fato enxergar melhor é eficiente na prevenção das fraturas em geral e não só dos quadris, diz a reumatologista Vera Lucia Szejnfeld, membro da Comissão de Doenças Osteometabólicas e Osteoporose da SBR.</p>
<p>E a eficiência é tão alta, explica Vera, que o resultado na diminuição do risco é semelhante aos observados com alguns medicamentos. “Portanto, pode ser mais fácil fazer uma cirurgia de catarata do que consumir remédios.” E não é só a acuidade visual que deve ser considerada e analisada, salienta Vera, mas também a auditiva, para verificar se há necessidade do uso de aparelho. Ela explica que a audição é fator de equilíbrio e se for deficiente aumenta a possibilidade de quedas.</p>
<p>Assim, ressalta a reumatologista, os médicos estão cientes de que devem avaliar a capacidade de visão e audição do paciente, pois cuidar disso é uma das medidas comuns tomadas contra quedas e fraturas, além de outras como melhorar a densidade óssea com medicamentos, fazer exercícios e algumas relativas a cuidados cotidianos, como evitar tapetes e usar sapatos fechados.</p>
<p>Aliás, falando em cuidados cotidianos, Vera sugere uma medida, simples, mas eficaz: usar um tipo de lingerie que contém almofadinhas que ficam ao redor do quadril e que o protegem em caso de queda. “São laváveis como qualquer lingerie normal e muito eficientes”, salienta Vera.</p>
<p>Jornalista Responsável: Maria Teresa Marques</p>
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		<title>Vitamina D em dose maior que a recomendada reduz risco de fraturas</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/vitamina-d-em-dose-maior-que-a-recomendada-reduz-risco-de-fraturas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Aug 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[dose]]></category>
		<category><![CDATA[fratura]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doses de vitamina D (benéfica à estrutura óssea) maiores do que a recomendada internacionalmente. Eis o que recomenda um estudo realizado em Zurique, na Suíça, que foi tema de notícia veiculada pela revista Veja. Conforme a reportagem, os resultados do estudo mostraram que consumir mais de 20µg (microgramas) ao dia reduz em até 30% o&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doses de vitamina D (benéfica à estrutura óssea) maiores do que a recomendada internacionalmente. Eis o que recomenda um estudo realizado em Zurique, na Suíça, que foi tema de notícia veiculada pela revista <strong>Veja</strong>.</p>
<p>Conforme a reportagem, os resultados do estudo mostraram que consumir mais de 20µg (microgramas) ao dia reduz em até 30% o risco de fraturas. Importante ressaltar que a dose recomendada por autoridades de saúde no mundo, inclusive no Brasil, é de 10 µg a 20 µg ao dia.</p>
<p>Além disso, o estudo demonstra que o risco não se altera com uma quantidade menor do que essa. Foram testadas nesse trabalho cerca de 31 mil pessoas, das quais 91% eram mulheres. A média de idade dos indivíduos era de 76 anos.</p>
<p>Comentando esse estudo, a reumatologista e membro da Comissão de Doenças Osteometabólicas e Osteoporose da SBR, Vera Lucia Szejnfeld, diz que se trata de mais um trabalho que vem confirmar o que já se sabia: a dose recomendada de vitamina D em torno de 20 µg ao dia não é suficiente para reduzir o risco de fratura, principalmente, em idosos. Vera explica que 10 µg a 20 µg correspondem a 400 UI (Unidade Internacional) a 800 UI por dia. “Atualmente, tem-se recomendado doses maiores diárias, em torno de 1000 a 2000 UI, principalmente nos idosos”, diz Vera, explicando que pessoas com mais de 60 anos têm menor concentração sérica  de vitamina D, pois, além de apresentarem baixa exposição solar, a pele já não sintetiza a vitamina D de forma eficiente, sendo necessária a suplementação.</p>
<p>A reumatologista diz ainda que a questão do nível diário de vitamina D necessária tornou-se menos clara desde que, há cerca de seis meses, a Associação Americana de Médicos, dos EUA, anunciou que a dose até 20 µg ao dia seria suficiente. A entidade disse que o nível de vitamina D no sangue deve girar em torno de 20 ng/ml (nanogramas), mas Vera salienta que, há cerca de três anos, tem sido recomendada uma presença maior da vitamina no sangue: em torno de 30 ng/ml, o que obriga a um consumo além de 20 µg por dia.</p>
<p>Aumentar essa dose, diz Vera, foi recentemente recomendado pela Sociedade Americana de Estudos do Metabolismo Ósseo (ASBMR), nos Estados Unidos. Vera ainda ressalta que doses maiores de vitamina D parecem proteger também contra doenças cardiovasculares. Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</p>
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		<title>Ocorrência de fratura no quadril é alta no mundo</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/ocorrencia-de-fratura-no-quadril-e-alta-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jul 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[fratura]]></category>
		<category><![CDATA[quadril]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi publicada no Diário Catarinense uma reportagem que enfoca o grande número de pessoas no Brasil e no mundo que sofrem fratura de quadril. O texto menciona que, no Brasil, são cerca de 100 mil afetados a cada ano e que essa fratura pode ter a morte como consequência. Tal quadro já se transformou em&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi publicada no <strong>Diário Catarinense</strong> uma reportagem que enfoca o grande número de pessoas no Brasil e no mundo que sofrem fratura de quadril. O texto menciona que, no Brasil, são cerca de 100 mil afetados a cada ano e que essa fratura pode ter a morte como consequência. Tal quadro já se transformou em problema de saúde pública que afeta países desenvolvidos e em desenvolvimento, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Comentando o tema, a coordenadora da Comissão de Doenças Osteometabólicas e Osteoporose da SBR, a reumatologista Rosa Maria Pereira, explica que de fato a ocorrência de fratura no quadril, particularmente em idosos é alta no mundo todo. “Está aumentando o número de indivíduos com mais de 60 anos, particularmente nos países desenvolvidos e em desenvolvimento, daí o aumento das fraturas, incluindo o quadril”, diz Rosa. E a ocorrência mais frequente da fratura no quadril, salienta, implica altos custos decorrentes, que, no caso dos idosos, incluem internação  hospitalar por mais tempo e uso de próteses, que são caras.</p>
<p>Além disso, Rosa explica que há fatores relacionados à dependência do idoso em sua vida após a cirurgia: “Sabe-se que 30% dos idosos que sofreram cirurgia terão incapacidade permanente de movimentos e pelo menos 50% irão depender de alguém para o cotidiano”.  Mencionando o risco de óbito, Rosa diz que está entre 10% e 20%.</p>
<p>A morte, diz ela, ocorre em geral por doenças adquiridas durante o largo período em que o idoso fica acamado, que pode provocar infecção pulmonar, urinária, trombose, úlcera na perna, entre outras.</p>
<p><strong>Condições para a fratura</strong></p>
<p>Segundo Rosa, há fatores que podem predispor uma pessoa a ter fratura no quadril e isso envolve, por exemplo, a ocorrência de alguma fratura anterior. Nesse caso, aumenta em quatro vezes o risco de ter nova fratura, no mesmo local ou em outro. Nesse sentido, Rosa informa também que a idade contribui muito para aumento do risco de fraturas: “Após os 50 anos, a cada década aumenta em duas vezes esse risco”.</p>
<p>A baixa densidade óssea é também outro fator que pode levar a alguma fratura, diz Rosa. “Uma pessoa que tem um índice desintométrico de -2, passando a -3 terá risco maior de fratura entrre 1,5 a duas vezes”, diz a reumatologista, enfatizando que pessoas que sofrem de osteoporose, cujo índice de densidade óssea é -2,5, terão então risco ainda maior de fraturas. Diante desse quadro, a recomendação mais importante de Rosa é para os cuidados a serem tomados na prevenção de fraturas em idosos.</p>
<p>Entre as providências, estão tirar os tapetes da casa; dotar o banheiro de barras de ferro para apoio; praticar exercícios de equilíbrio; antes de levantar da cama, permanecer sentado por alguns segundos; e evitar medicações para dormir que tenham efeito muito prolongado, para que o idoso não se levante de madrugada sonolento demais. “Além disso, para quem tem osteoporose, é fundamental cumprir rigorosamente o tratamento dado pelo médico”, salienta Rosa.</p>
<p>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</p>
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		<title>Ingestão excessiva de remédio para tireoide pode aumentar risco de fraturas</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/ingestao-excessiva-de-remedio-para-tireoide-pode-aumentar-risco-de-fraturas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[fratura]]></category>
		<category><![CDATA[tireoide]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo publicado no British Medical Journal constatou que idosos que tomam remédio em excesso para problemas na tireoide correm mais riscos de fraturas ósseas porque o medicamento acelera a perda natural de cálcio nos ossos. O fármaco em questão é a levotiroxina, a versão sintética do hormônio tiroxina, que está indicada para pacientes com&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo publicado no British Medical Journal constatou que idosos que tomam remédio em excesso para problemas na tireoide correm mais riscos de fraturas ósseas porque o medicamento acelera a perda natural de cálcio nos ossos. O fármaco em questão é a levotiroxina, a versão sintética do hormônio tiroxina, que está indicada para pacientes com hipotireoidismo, doença em que a tireoide não produz hormônio suficiente.</p>
<p>A pesquisa foi coordenada por uma equipe de cientistas do Women&#8221;s College Research Institute, no Canadá, e analisou dados de 213.500 pessoas acima dos 70 anos que tomavam levotiroxina.</p>
<p>Conforme a presidente da Comissão de Osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a reumatologista Rosa Pereira, já era sabido que o hipertireoidismo – que, ao contrário do hipotireoidismo, se caracteriza pela produção aumentada de hormônio tireoidiano – pode causar perda de massa óssea. Com a ingestão excessiva da levotiroxina, observa a médica, o resultado acaba sendo o mesmo. Rosa explica que os pesquisadores avaliaram a dose cumulativa do remédio, ou seja, desde a primeira vez em que os pacientes começaram a tomá-lo, e concluiu que doses maiores de levotiroxina elevam o risco de fraturas. Contudo, ela salienta que o estudo canadense não foi o único já realizado com essa constatação.</p>
<p><strong>Monitoração é essencial</strong></p>
<p>O que falta, de fato, diz Rosa, é a monitoração da ingestão da levotiroxina, ou seja, é preciso que o paciente volte periodicamente ao médico para que possa realizar exames dos níveis de hormônio. “E que período será esse só o médico é que irá dizer”, esclarece. Infelizmente, no entanto, há pessoas que fazem as consultas iniciais, mas depois não retornam mais ao consultório para esse acompanhamento.</p>
<p>De acordo com a reumatologista, monitorar o paciente também é essencial porque já se verificou que, com o envelhecimento do indivíduo com hipotireoidismo, a necessidade de hormônio diminui e, por isso, a dose precisa ser readequada. Outra consequência do nível excessivo de levotiroxina são os efeitos físicos, como a fraqueza muscular e a arritmia cardíaca, “que também podem levar a quedas e fraturas”,  lembra Rosa.</p>
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