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	<title>Arquivos fito-hormônio - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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		<title>Fito-hormônios não podem ser considerados para tratar a osteoporose</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[fito-hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Osteoporose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em reportagem deste mês sobre saúde de mulheres após os 40 anos, o Guia da Farmácia aborda o que seria uma alternativa à reposição hormonal tradicional. Trata-se dos chamados fito-hormônios, substâncias derivadas de plantas medicinais que teriam resultados semelhantes ao tratamento com estrogênio ou progesterona, ingeridos pelas mulheres particularmente a partir da menopausa. Plantas como&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em reportagem deste mês sobre saúde de mulheres após os 40 anos, o <strong>Guia da Farmácia</strong> aborda o que seria uma alternativa à reposição hormonal tradicional. Trata-se dos chamados fito-hormônios, substâncias derivadas de plantas medicinais que teriam resultados semelhantes ao tratamento com estrogênio ou progesterona, ingeridos pelas mulheres particularmente a partir da menopausa.</p>
<p>Plantas como a soja e a linhaça são apontadas como algumas das que possuem propriedades de reposição hormonal, cujos benefícios incluiriam aumento da massa óssea, o que as tornaria preventivas da osteoporose, doença que enfraquece os ossos. Entretanto, quem for a um reumatologista com a ideia de falar em fito-hormônios como opção de tratamento vai ouvir uma negativa, já que, segundo Vera Lucia Szejnfeld, reumatologista e membro da Comissão de Osteoporose da SBR, essas substâncias não são sequer consideradas como forma de tratamento da osteoporose pela falta de comprovação científica de seus benefícios.</p>
<p>Vera Lucia conta que, de fato, alguns estudos epidemiológicos realizados em mulheres asiáticas que consomem típicas dietas ricas em fitoestrogênios sugerem que estes tenham efeito benéfico sobre o esqueleto. Mas os resultados dos estudos clínicos controlados são controvertidos e não confirmam tal ação sobre a massa óssea, tanto na pré-menopausa como na pós-menopausa. “Embora as mulheres ocidentais continuem a ingerir alimentos ricos em soja e suplementos com o grão, os dados publicados são inconsistentes e não provam a eficácia dessa alternativa sobre a perda de massa óssea”, sublinha a médica.</p>
<p>O fato é que, na lista de medicações usadas no mundo contra a osteoporose, não há nenhuma menção a fito-hormônios, diz Vera Lucia. Além disso, continua, o uso de tais substâncias não é aprovado por nenhum órgão regulador, a exemplo da Anvisa, no Brasil, e da FDA, nos EUA. Então, no que se refere à reposição hormonal, uma das formas de tratamento da doença, o caminho é a ingestão de estrogênio e progesterona, “estes, sim, com benefícios mais do que comprovados por estudos científicos”, salienta a reumatologista.</p>
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