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	<title>Arquivos Exercícios - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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	<title>Arquivos Exercícios - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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		<title>Vício da malhação é apontado como tão prejudicial quanto o sedentarismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[malhação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vício de Malhar Existe? Vício da malhação e problemas que podem advir dele foram tema de reportagem publicada no site Metropoli, cujo texto enfatiza que os prejuízos aos viciados podem ser no mesmo nível dos sedentários. Em casos mais extremos, diz a reportagem, o indivíduo pode desenvolver um transtorno denominado vigorexia, que o faz se&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vício de Malhar Existe? Vício da malhação e problemas que podem advir dele foram tema de reportagem publicada no site Metropoli, cujo texto enfatiza que os prejuízos aos viciados podem ser no mesmo nível dos sedentários. Em casos mais extremos, diz a reportagem, o indivíduo pode desenvolver um transtorno denominado vigorexia, que o faz se achar mais magro ou fraco do que é, enquanto seus músculos incham.</p>
<p>E sobre isso fala o reumatologista Fabio Jennings, membro da Comissão de Reabilitação da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR). Para começar, ele acha que o termo &#8220;vício de malhação&#8221; está inadequado para o conteúdo da reportagem. Segundo Jennings, a vigorexia refere-se mais a uma alteração da imagem corporal do que à dependência psicológica de exercitar. A reportagem do site diz também que se pode fazer uma checagem no corpo pelo espelho, para verificar se há ocorrência de vigorexia. Mas, segundo Jennings, não é tão simples assim: “Só o fato de não estar tão contente com a imagem corporal ao se olhar no espelho não diagnostica a vigorexia”, ressalta.</p>
<p>A vigorexia, explica o reumatologista, vem associada a características psicológicas. Existem critérios diagnósticos que devem ser preenchidos para a identificação da desordem e tal diagnóstico deve ser dado por um médico especializado. Predisposição Em mais detalhes, vigorexia, diz o reumatologista, é a desordem em que o indivíduo fica obcecado com a ideia de que não tem massa muscular o suficiente.</p>
<p>Jennings explica ainda que estudos identificaram alguns fatores predisponentes à vigorexia, como ser do sexo masculino e morar em áreas urbanas.  “Geralmente em pessoas insatisfeitas com a imagem corporal e com baixa autoestima e o maior risco é que, na maioria dos casos, a condição é associada ao uso indiscriminado de drogas anabolizantes.” Mas o vício de malhar existe? Jennings diz que não há definição desse vício, “mas entendo que se refere à dependência física e psicológica ao exercício físico, o que não é obrigatoriamente um fato negativo”, explica. Também não existe uma frequência definida para um &#8220;viciado&#8221;, segundo Jennings: “Indivíduos podem normalmente fazer exercícios sete dias na semana, sem efeitos negativos e não serem &#8220;viciados&#8221;.</p>
<p>Atletas profissionais treinam várias horas todos os dias, e não são viciados”, diz, salientando que o  limite de dose a partir do qual o exercício passa a ser prejudicial é individual “e, por isso, a orientação e prescrição têm que ser desenhadas após uma avaliação prévia”. Quanto aos riscos de fazer exercício demais, o reumatologista cita principalmente lesões de sobrecarga no aparelho locomotor como as tendinopatias, bursopatias e as fraturas de estresse. “Mais graves são os eventos cardíacos, como as arritmias, que podem até determinar morte em indivíduos jovens”, salienta.</p>
<p>Falando sobre eventual uso de suplementos alimentares, Jennings explica que, desde que consumidos com a orientação de um profissional da área, não são perigosos. “Os suplementos são substâncias que complementam a alimentação e são indicados quando se tem uma ingesta deficiente de algum nutriente ou quando há uma demanda excessiva (no caso dos atletas de alto rendimento). Eles ajudam a melhorar a performance durante a prática esportiva e os objetivos atingidos. “Podem ser perigosos se ingeridos em excesso pois podem sobrecarregar os rins e o fígado”, explica, ressaltando que suplementos são diferentes de anabolizantes: “Anabolizantes são derivados de hormônios esteroides e não são nutrientes”.</p>
<p><strong>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</strong></p>
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		<title>Paciente com artrite reumatoide deve seguir programa de exercícios físicos</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/paciente-com-artrite-reumatoide-deve-seguir-programa-de-exercicios-fisicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Dec 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[AR]]></category>
		<category><![CDATA[artrite reumatoide]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[paciente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um texto publicado no portal Atmosfera Feminina há alguns dias trouxe orientações para as pacientes com artrite reumatoide, doença crônica que causa inflamação nas articulações devido a um desequilíbrio no sistema imunológico, gerando dor e inchaço local. O artigo recomenda a aplicação de gelo ou calor para aliviar o desconforto nas juntas e dá ênfase&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um texto publicado no portal <strong>Atmosfera Feminina</strong> há alguns dias trouxe orientações para as pacientes com artrite reumatoide, doença crônica que causa inflamação nas articulações devido a um desequilíbrio no sistema imunológico, gerando dor e inchaço local.</p>
<p>O artigo recomenda a aplicação de gelo ou calor para aliviar o desconforto nas juntas e dá ênfase para a necessidade de praticar exercícios físicos, ponderando que o repouso está indicado apenas para as crises de dores agudas.</p>
<p>As orientações do texto são corroboradas pela coordenadora da Comissão de Artrite Reumatoide da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a reumatologista Licia Maria Henrique da Mota: “A pessoa que tem artrite reumatoide pode e deve praticar atividade física, sobretudo para a manutenção do condicionamento cardiovascular”, salienta a médica, acrescentando que é preciso manter o fortalecimento da musculatura como um todo, pois os músculos dão sustentação às articulações.</p>
<p>A atividade física escolhida por esse grupo de pacientes, porém, só não pode ser exaustiva nem causar impacto, avisa Licia. “O melhor mesmo é que o médico, em conjunto com um fisioterapeuta ou educador físico, prescreva um programa específico de exercícios após avaliação cuidadosa de cada caso”, assinala. A recomendação de repouso, lembra ela, só vale para os períodos de atividade da doença, isto é, durante momentos de crise.</p>
<p>Em relação à aplicação de gelo e calor nas articulações doloridas, a reumatologista diz que não há consenso sobre o tema. “Em geral, o gelo pode ser mais útil na fase aguda da inflamação, enquanto o calor parece funcionar mais na fase crônica, mas a percepção individual é muito variável”, explica. Na dúvida, convém ficar com a opção que oferece mais alívio.</p>
<p><strong>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</strong></p>
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		<title>Saiba o que é a tríade da mulher atleta</title>
		<link>https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/saiba-o-que-e-a-triade-da-mulher-atleta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Nov 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[atleta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A revista Corredores S/A trouxe, neste mês, um artigo sobre a tríade da mulher atleta, que consiste na inter-relação entre a disponibilidade energética – que resulta da energia proveniente da ingestão alimentar menos aquela que é despendida durante o exercício –, a função menstrual e a densidade mineral óssea. Segundo o texto, isoladas ou combinadas,&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/saiba-o-que-e-a-triade-da-mulher-atleta/">Saiba o que é a tríade da mulher atleta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.reumatologia.org.br">Sociedade Brasileira de Reumatologia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A revista <strong>Corredores S/A</strong> trouxe, neste mês, um artigo sobre a tríade da mulher atleta, que consiste na inter-relação entre a disponibilidade energética – que resulta da energia proveniente da ingestão alimentar menos aquela que é despendida durante o exercício –, a função menstrual e a densidade mineral óssea.</p>
<p>Segundo o texto, isoladas ou combinadas, essas três condições podem impactar significativamente na saúde das atletas. Explicando melhor a tríade, o reumatologista e membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) Fabio Jennings diz que se trata de um conceito já antigo e bem conhecido pela comunidade médica que lida com mMedicina esportiva. “Como a disponibilidade energética, a menstruação e a massa óssea caminham juntas na mulher, a ocorrência de alterações em qualquer um desses itens pode afetar outros”, assinala Jennings.</p>
<p>A falta de hormônios femininos, por exemplo, ocasiona uma baixa massa óssea. As consequências de alguma desarmonia nesse contexto são numerosas, de acordo com o reumatologista, incluindo infecções de repetição, baixo rendimento no esporte, emagrecimento excessivo, alterações de humor e fraturas de estresse.</p>
<p>O cuidado, segundo ele, é evitar desequilíbrio nesses três elementos, o que pode ser causado por ausência regular de menstruação, a chamada amenorreia, por baixa massa óssea para a idade, levando a reações de estresse e até a fraturas, e por distúrbios alimentares – às vezes até anorexia, caracterizada por uma rígida e insuficiente dieta alimentar, e bulimia, na qual há ingestão de grandes quantidades de alimento, seguida de métodos compensatórios, como o vômito.</p>
<p><strong>Alimentação</strong></p>
<p>De fato, os cuidados com a alimentação são preponderantes para evitar desequlíbrio ou disfunções que resultem em problemas de saúde. Afinal, se a dieta alimentar não for adequada, pouca quantidade de energia proveniente das refeições restará para atender às outras funções do organismo. Além disso, como ressalta Jennings, os alimentos fornecem proteínas e minerais como o cálcio, componentes fundamentais para a saúde óssea, assim como carboidratos, vitaminas e a própria gordura. “Todos esses elementos são fontes de energia para as funções orgânicas e, consequentemente, para a prática de exercícios”, observa Jennings.</p>
<p>Contudo, para não pecar nem por falta nem por excesso, o caminho é recorrer a uma alimentação saudável, adequada e balanceada para cada caso específico. Massa óssea Já a manutenção de uma boa densidade mineral óssea depende do tipo de exercício praticado.</p>
<p>O artigo publicado faz menção a um aumento de 5% a 15% da massa óssea nas mulheres que participam de atividades esportivas que suportem no mínimo o próprio peso, em comparação com as não atletas. Nesse caso, estão incluídas modalidades como caminhada, corrida, basquete e futebol, ao contrário das que não suportam o próprio peso, como natação e ciclismo. “As atividades que suportam o próprio peso corporal determinam maior ganho de massa óssea porque o estímulo mecânico no esqueleto tem efeito positivo na formação de um osso de boa qualidade”, esclarece o reumatologista.</p>
<p><strong>Jornalista responsável: Maria Teresa Marques</strong></p>
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