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	<title>Arquivos Arterite de Takayasu - Sociedade Brasileira de Reumatologia</title>
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	<description>A SBR promove a excelência da reumatologia com o incentivo do ensino, pesquisa e assistência, em favor da saúde e do bem-estar do paciente reumático</description>
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		<title>Arterite de Takayasu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sociedade Brasileira de Reumatologia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2016 02:06:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Orientações ao paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Arterite de Takayasu]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>Autoria: Andreas Funke<br />
23/05/2011</div>
<p>A Arterite de Takayasu é uma vasculite (inflamação da parede dos vasos sanguíneos) crônica que afeta a maior artéria do corpo humano, a aorta, e seus ramos primários. A palavra “arterite” significa inflamação em artéria, não devendo ser confundida com “artrite”, que quer dizer inflamação em articulação. O nome “Takayasu” deve-se ao fato do primeiro relato da doença ter sido feito em 1908 num encontro da Sociedade Japonesa de Oftalmologia pelo Dr. Mikito Takayasu. Desde então, vem sendo diagnosticada em aproximadamente 1 a 3 pessoas por milhão de habitantes por ano segundo estatísticas dos Estados Unidos, Europa e Japão; considerada, portanto, uma doença de ocorrência rara.</p>
<p>Do ponto de vista epidemiológico, afeta predominantemente mulheres (80 a 90% das pessoas afetadas são do sexo feminino), com idades entre 10 a 40 anos.</p>
<p>No início da doença, sintomas gerais tais como fadiga, perda de peso e febre baixa, podem ser as únicas manifestações. Depois, pode ocorrer redução da temperatura em uma ou mais extremidades (braços ou pernas) e dor durante o uso das mesmas (conhecida como claudicação). Menos comumente ocorre dor nas articulações, dor muscular, dor de cabeça, tontura, desmaios, diminuição da visão, falta de ar e dor no peito ou no abdômen. O médico, durante a consulta, poderá constatar diminuição ou mesmo ausência completa de pulsação nas artérias de uma ou mais extremidades; pressão arterial diferente entre os braços; hipertensão arterial (pressão alta); e sopros nas artérias ou no coração.</p>
<p>Exames complementares podem auxiliar no diagnóstico como os exames de sangue indicativos de processo inflamatório: VHS e Proteína C Reativa, que podem estar elevados; o hemograma pode mostrar anemia. Estas alterações podem ou não estar presentes nesta doença; assim como podem ter outras causas que não a Arterite de Takayasu. Exames de imagem como a arteriografia, a angiografia por tomografia computadorizada e a angiografia por ressonância magnética auxiliam no diagnóstico e seguimento: diversas alterações podem ser observadas, tais como: estreitamentos, obstruções ou dilatação das artérias afetadas.</p>
<p>A causa da doença não é conhecida e o diagnóstico é feito por médico habilitado, por exemplo um especialista em Reumatologia, através da consulta e avaliação de exames complementares que julgar necessários em cada caso. O médico procurará confirmar se o quadro é mesmo o de Arterite de Takayasu ou de alguma outra doença com manifestações parecidas com as dela, como por exemplo a arterite de células gigantes (arterite temporal), a displasia fibromuscular, a Síndrome de Ehlers-Danlos, o excesso de ergotamina, ou infecções das artérias por tuberculose ou sífilis.</p>
<p>Trata-se de doença crônica e sem cura conhecida.</p>
<p>O tratamento prescrito pelo médico inclui o uso de corticosteróides visando diminuir a inflamação e estacionar a doença. Outros medicamentos, tais como o metotrexato e a azatioprina, ou mais raramente a ciclofosfamida, o micofenolato de mofetil e a leflunomida, também podem ser utilizados se necessário para o controle satisfatório da doença. Em certos casos é preciso restabelecer o fluxo sanguíneo prejudicado pelo estreitamento das artérias, o que é feito através do procedimento de angioplastia e/ou de cirurgia de revascularização. Uma cirurgia para reparo ou substituição da válvula aórtica pode ser necessária se ela tiver sido afetada pela dilatação da aorta.</p>
<p>Um exame que vem sendo proposto por alguns estudiosos como potencialmente vantajoso na avaliação das artérias afetadas pela doença é a Tomografia por Emissão de Pósitrons (“PET scan”), a qual visa avaliar melhor a inflamação das artérias. Entretanto, estudos mais conclusivos são necessários antes que este exame seja incluído na rotina diária de avaliação e/ou no acompanhamento de pacientes com Arterite de Takayasu. O tratamento à base de agentes antagonistas do TNF (“anti-TNF”, fator de necrose tumoral), tais como o etanercepte, o adalimumane e o infliximabe vêm apresentando resultados animadores em estudos preliminares naqueles pacientes que não tiveram resposta satisfatória ao uso dos tratamentos convencionais, porém mais estudos são necessários para definir o seu papel exato no tratamento da Arterite de Takayasu.</p>
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<p>Última atualização (23/05/2011)</p>
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