Boletim 2016 – ABR/MAI/JUN • No 2 • ANO XL

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Destaques desta edição do Boletim da Sociedade Brasileira de Reumatologia

Sou um reumatologista. E agora?

Terminei a residência médica! Passei na prova do título de especialista!  Sou um reumatologista!…E agora?  Continuo nos plantões de P.S.?…UTI?…  Mas eu sou um reumatologista!

…. Mas eu preciso casar!!!

Serviço Público? Ambulatório privado? Consultório?

RBR passa a ter apenas versão eletrônica

Devido ao alto interesse dos leitores da Revista Brasileira de Reumatologia pela versão eletrônica de leitura, a SBR decidiu manter apenas a versão impressa. Os editores da RBR divulgaram uma carta aberta aos sócios da entidade, explicando em detalhes os motivos da mudança.

Por que me tornei reumatologista?

Três profissionais da pediatria que agregaram a reumatologia a sua formação falam sobre seus processos de escolha. Na vida de Blanca Elena Rios Gomes, o balé atravessou lindamente seu caminho, mas um incidente físico mudou tudo.Já Cássia M. Passarelli Lupoli Barbosa tem a Unifesp ligada a suas escolhas. E, para Teresa Cristina M. Vicente Robazzi, unir pediatria e reumatologia foi forma de não perder contato com crianças e adolescentes.

O desafio de proporcionar alívio ao paciente

Será que estamos preparados adequadamente para proporcionar o alivio sintomático da dor que nosso paciente tanto anseia? Recebemos suporte educacional suficiente para determinar as diferentes características de dor por eles apresentadas?  Sabemos manejar adequadamente as diversas modalidades de medicamentos utilizados nestes casos?

Qual o tempo mínimo para uma consulta médica?

Não é possível que se pratique uma medicina de excelência sem que cumpramos um check list obrigatório – identificação, queixa principal, história da doença atual, antecedentes pessoais, antecedentes familiares e cuidadoso exame físico.

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